Junta de Convergência Nacional II – Perguntas avulsas

RUI TAVARES, deputado independente do Bloco de Esquerda eleito para o Parlamento Europeu, acha que a troika do FMI, BCE e CE teria mais legitimidade com a presença da OIT? É por ser da ONU? Não sabia que o FMI também o é? Deveremos entender isto como um corredor de ajuda financeira ou como uma intervenção humanitária?

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67 respostas a Junta de Convergência Nacional II – Perguntas avulsas

  1. Ricardo diz:

    Não vou comentar no conteúdo, vou apenas comentar no estilo. (até porque de conteúdo, não há muito para comentar)

    O uso das letras garrafais, junto com um photoshop que não traz nada de novo à conversa e que se tem repetido bastantes vezes nos posts do Renato, já começam a irritar. Por muito que não simpatize com a personagem referida no texto, estes arrotos guturais, na melhor das hipóteses, serão de uso para alguma terapia pessoal (do autor do post). Só traz à memória um certo nível de discurso entre duas esquerdas que pouco mais fez do que reduzir os dois lados a uma “guerrinha” campal em que ambas perderam.

    Eu sei que não está aqui para os votos ou para as simpatias, e ainda bem que assim é. Também não tenho nada contra o facto de ver tudo vermelho, que assim seja, a minha visão também turva para essas cores… mas não é preciso espumar para cima do teclado…

    • Renato Teixeira diz:

      Não debate o conteúdo? E a grande troika? E a OIT? Nada? É uma pena ficar-se pela espuma.

      • Daniel Nicola diz:

        Não há por aí também um nariz para o Carvalho da Silva? …? 😉
        Vai com calma, o inimigo é outro. Estes são apenas adversários (ou não, lá sabes), mas a mim parece-me apenas que andas ultimamente numa autêntica caça às bruxas.
        E para quando um post acerca da situação cubana? E isto não é uma provocação, somente um alerta…

    • Helena Borges diz:

      Eu acho piada ao estilo, que é capaz de ser aquele que o conteúdo (também) merece. Não conseguir ver além das letras garrafais e do Photoshop é que…

    • Manuela Sacarrão diz:

      Grande nível de discussão, Ricardo …

  2. Manuel Monteiro diz:

    E se a troika integrasse a NATO ainda mais abrangente era…
    Manuel Monteiro

  3. Américo Tomé diz:

    O Anarca!

  4. xatoo diz:

    o palhaço é parte integrante do sionismo internacional

  5. João diz:

    Porquê falar no Rui Tavares? Essa proposta é subscrita pelo Carvalho da Silva, Octávio Teixeira… faz parte do contra-manifesto. O desgraçado do RT também não é a origem do mal!

    • Renato Teixeira diz:

      Tenha calma… ainda só vamos na segunda posta da série. Um trauliteiro de cada vez.

      • Rocha diz:

        E olha Renato como comunista que sou te digo: podes bater no Carvalho da Silva e no Teixeira à vontade.

        Não suporto os reformistas no meu partido (e fora dele: Daniel Oliveira, etc, etc), muito menos aqueles que vão deliberadamente contra as decisões da maioria.

  6. xatoo diz:

    enquanto a Esquerda não compreender a verdadeira natureza do expansionismo Sionista que tem ambições de hegemonia global, bem podem digladiar-se uns aos outros em guerrinhas fúteis. Rui Tavares é apenas mais um actor com o papel de provocar essas divisões – “é por ser da ONU?” pois é aí mesmo que está o busilis – dois exemplos:

    “Se as Nações Unidas alguma vez admitirem que as disputas internacionais podem ser resolvidas pela força, teremos destruido os próprios fundamentos da organização e os nossos melhores esforços de estabelecer uma ordem mundial. Seria um desastre para todos” (Dwight D. Eisenhower, presidente dos EUA entre 1953-1961)

    Em 1968, Lyndon Johnson, presidente dos Estados Unidos, telefona ao 1º ministro de Israel então Levi Eshkol: “Pede-me que eu garanta as suas fronteiras. Mas que fronteiras quer que eu garanta?”

  7. José jardim diz:

    Pois era importante integrar a Nato e o Pentágono!

  8. DrStrangelove diz:

    Durante metade do tempo, o 5Dias ocupa-se do ataque ao “capital” e seus defensores.
    Durante a outra metade, ocupa-se do ataque a outros elementos da Esquerda radical.
    Se alguém quisesse perceber porque é que a Esquerda radical em Portugal (e não só) nunca irá a lado algum, bastar-lhe-ia ler o 5Dias.

    Enquanto isto, já se passaram 3 dias e ainda nem um único artigo neste blogue sobre o histórico congresso do Partido Comunista Cubano. Histórico porque não se realizava há 14 anos. Histórico porque oficializou Raúl Castro como sucessor de Fidel. Histórico porque, sobretudo e pela primeira vez, é assumido que o sistema económico em Cuba não funciona e que é preciso fazer reformas de índole capitalista. A importância histórica, política e ideológica deste congresso é demasiado importante para ser ignorado pelo 5Dias.

    • Renato Teixeira diz:

      Rui Tavares é Pirronista. Não lhe chame nomes. O problema da esquerda é, demasiadas vezes, a própria esquerda, o que é que se há-de fazer.

    • Rocha diz:

      Durante metade do tempo certa pseudo-esquerda reformista passa o tempo a criticar o capital.

      Outra metade do tempo passa a vender-se, capitular, baixar as calças perante o capital.

      Precisamos de uma verdadeira esquerda, precisamos de dar voz ao povo, precisamos de sair à rua e lutar seriamente contra a Troika e os Troikos PS-PSD-CDS.

      • Renato Teixeira diz:

        Antes houvesse paridade.

      • DrStrangelove diz:

        Rocha, em cada um dos seguintes pares seleciona o país no qual o povo teve uma vida melhor, mais liberdade e mais direitos:

        – RFA ou RDA?
        – Coreia do Sul ou Coreia do Norte?
        – Taiwan ou China?

        • Renato Teixeira diz:

          A pergunta não é séria: deveria antes ser RFA, RDA, Coreias, Taiwan e China, estão melhor com ou sem FMI?

          • DrStrangelove diz:

            Como nenhum dos 6 países mencionados alguma vez recorreu ao FMI (corrijam-me se estiver enganado), qualquer resposta é pura especulação.
            A pergunta coloquei prende-se com o eterno conflito capitalismo vs. “as alternativas” que está sempre associado a estes debates.


            «A Stasi era muito, muito pior do que a Gestapo, se se considerar apenas a repressão sobre o próprio povo. A Gestapo tinha 40 mil funcionários a vigiar um país de 80 milhões, enquanto a Stasi empregava 92 mil para controlar apenas 17 milhões.» (Simon Wiesenthal, o "caçador de Nazis")

  9. mesquita alves diz:

    Caro Renato,

    Portugal tem compromissos financeiros internacionais, para os próximos meses, e não tem $ para os pagar.facto.
    Portugal tem problemas internos financeiros, que põem em risco, a curto prazo, o pagamento de salários,e reformas da função pública, e de empresas financeiramente dependentes ( financiamento/aval) do estado.facto
    Quer o PC e o BE estejam ou não presentes na reunião, o acordo de “ajuda” vai ser feito.facto.
    Houve, e há culpados para essa situação.facto
    Na negociação em curso, vão estar em jogo centenas de factores, alguns deles resultarão danos futuros, muito graves, para os trabalhadores.facto
    Os partidos de direita, e centro direita, bem como as associações patronais vão dar a sua opinião, no sentido de prejudicar os trabalhadores, retirando-lhes direitos adquiridos em àreas como despedimentos, reformas, salários e indeminizações.facto
    Pelos factos expostos, e no sentido de um desejavel equilibrio entre as opiniões liberais, e ultra liberais que estão a ser comunicadas à troika, e a posição de defesa dos trabalhadores,
    é um enorme erro a ausência do PCP/BE nas reuniões.
    Em junho, quando estiver em prática o plano de austeridade, os trabalhadores vão confrontar-se com um último facto: O PCP/BE não estiveram para nos defender.
    Ab.

    • Renato Teixeira diz:

      Facto: o FMI vem ganhar dinheiro com o empréstimo e eternizar a dívida.
      Facto: a receita do FMI foi desastrosa onde quer que se aplicou.
      Facto: para grandes males, grandes remédios. O que não se pode pagar, não se paga. De que adianta pedir empréstimos para pagar empréstimos?

    • A.Silva diz:

      Não é falando com troikas que ninguém elegeu, que se defendem os portugueses! Em junho, os portugueses saberão pelo menos quem é que não pactuou com ingerências.
      Defender os portugueses é defender a soberania de Portugal, coisa que muitos parecem ter esquecido o que é!

    • José diz:

      Ninguém tem que falar com quem não quer. E, na realidade, também não é obrigatório pagar o que se deve.
      Deve é esclarecer-se as consequências dessa e de outras opções.
      Se, até agora, já aqui li as consequências amargas da cedência ao FMI, infelizmente ainda não li algo sobre as consequências do default aqui proposto.
      Não me parece que baste dizer: Não pagamos! É preciso explicar o que acontece a seguir, qual o caminho proposto, quais os fins a atingir, que dificuldades se encontrarão nessa via.

  10. DrStrangelove diz:

    Outra pergunta avulsa: Porque é que numa situação de crise gravíssima se dá tolerância de ponto na Quinta-feira à tarde?

    • Renato Teixeira diz:

      Porque a Páscoa é santa, ora essa.

      • kapagêbê diz:

        “Porque a Páscoa é santa”!!! Ha ha ha… Estes comunas quando toca a feriados são todos muito católicos.

    • subcarvalho diz:

      lá vêm os populistas do costume…mas a puta da crise de que por ai falam tem alguma coisa que ver com produzir/não produzir?…deixa-me lá ir mais cedo para casa que tenho mais que fazer!!

      • DrStrangelove diz:

        A crise tem tudo a ver com falta de produtividade e por despesa excessiva. Esta é a puta da verdade.

        • Renato Teixeira diz:

          É só meia verdade e falta a outra parte da história. Falta tecido produtivo, é certo, mas a segunda parte do problema tem que ver com as políticas que o destruíram ou não reforçaram, vindas da malfadada Europa.

  11. xatoo diz:

    DrStrangelove 10;39 não venha para aqui distorcer os factos
    o que o VI Congresso do Partido Comunista de Cuba decidiu foi liberalizar a economia no sentido da via seguida pela República Popular da China – que faz a gestão REGULADA de uma economia planificada para os sectores chave, enquanto liberaliza o empreendorismo nos pequenos negócios. Se chama a isso “aderir ao capitalismo” anda meio vesgo. Por aqui enchem a boca de “falta de regulação” como falha para todos os males, mas depois quando lhes aparece um bom exemplo de regulação assobiam para o lado – como se se pudesse ignorar a capacidade de organização dos partidos comunistas que se apoiam na força da maioria da população. Os governos chineses (eleitos pelo mérito demonstrado na militância num Partido com 70 milhões de militantes), têm há décadas uma aprovação na ordem dos 80 por cento da população. Cuba está também no bom caminho

    • DrStrangelove diz:

      Os governos chineses (eleitos pelo mérito demonstrado na militância num Partido com 70 milhões de militantes), têm há décadas uma aprovação na ordem dos 80 por cento da população.

      Esta é talvez a frase mais delirante que li nos últimos meses.
      Se alguém quiser ter provas que há extra-terrestres tem que ler o 5Dias.

  12. zé neves diz:

    rocha,

    não suporta os reformistas do seu partido mas uma dose de ortodoxia devida não lhe fazia mal nenhum a si. pelo menos aquela dose que ensina a dizer o que se tem a dizer dentro das reuniões do partido e a calar o bico cá fora. trabalho fraccionário é mais reformista que reformismo.

  13. Bei Láute da Silva diz:

    “…que faz a gestão REGULADA de uma economia planificada para os sectores chave, enquanto liberaliza o empreendorismo nos pequenos negócios. ”

    LOL!
    O Xatoo é um promissor humorista!

    – Desconhece, certamente, as condições laborais na China (muito inferiores em direitos sociais às (ainda) vigentes na Europa)
    – Desconhece, certamente, o crescente número de milionários chineses (pequenos negócios?!).
    – Desconhece, certamente, a censura (mas, parece, que há censuras “más” e censuras “boas”, assim como há regimes de partido único “maus” e regimes de partido único “bons” e , também, repressões “más” e repressões “boas”)
    – Desconhece, certamente, a extraordinária implantação das multinacionais ocidentais na China (transformaram a China numa fábrica colossal, através da deslocalização da produção, desindustrializando assim o Ocidente)

    “…Se chama a isso “aderir ao capitalismo””

    LOL!
    Chame-lhe o que quiser.
    Que tal uma “social-democracia musculada” ou “capitalismo gerido com foice e martelo para turista ver (alojado, confortavelmente, num hotel de uma cadeia transnacional)”.
    Há, os rótulos……!!!!!!

    Compreendo o drama do Xatoo e tutti quanti…..

    E sobre o Tibete….ah….ai não se pode……pois, mas gostaria de dizer que……..ah não é p’ra falar disso…..ok….

    PS – Começo a ter saudades da RDA, lol. The life of Others! 🙂

  14. José diz:

    “Os governos chineses (eleitos pelo mérito demonstrado na militância num Partido com 70 milhões de militantes), têm há décadas uma aprovação na ordem dos 80 por cento da população.”
    E quem o diz é o próprio governo chinês, de forma exemplarmente isenta!…

    E a regulação económica chinesa é fantástica, como o engrossar das desigualdades económicas, a exploração de camponeses desenraízados, os desequilíbrios económicos, financeiros e regionais o têm demonstrado.

    É melhor regressar à conspiração sionista, sempre tem mais jeito para isso…

  15. closer diz:

    Este é o problema do Renato Teixeira. Divide-se entre a pulsão freudiana da necessidade de ruptura com o pai (BE) e o deleite da revolução proletária que vai todos os dias «construindo» na trincheira revolucionária do cinco dias. Infelizmente, ainda não lhe li uma linha, para além das banalidades do costumes, de como é que se podem mudar as coisas neste páis.

  16. Conheço o Miguel — vagamente — desde miúdo (e ele é maior e mais «largo» que eu). Depois os nossos caminhos cruzaram-se (também muito vagamente — porque ele andava em Manchester e eu em Salford (que é a uma vintena de kms.

    De quando em vez ele escreve por obrigação, e entende-se que não tem nada p’ra dizer.

    Axo que esta faz sentido:

    Quem nos convém?

    Miguel Esteves Cardoso – 20-04-2011

    Já que acabámos por ser governados por estrangeiros, caiba-nos ao menos o direito de escolhê-los.

    Alguns até podem ser banqueiros – mas todos é que não. O Governo de Portugal deveria ser entregue, por empreitada, a uma equipa de gestores estrangeiros, a quem pagaríamos para ver se conseguem fazer melhor do que nós. Neste momento, falta-nos o jeito para nos governarmos a nós próprios. Precisamos de quem o faça por nós, por um período de quatro anos, altura que os políticos portugueses poderiam aproveitar para descansar e se refrescarem um pouco.

    Não pode ser uma equipa multinacional. Não. O nosso novo governo tem de vir todo do mesmo país, para que a honra desse país fique em jogo. Há quem proponha os suíços. Ou até os alemães: se mandassem mesmo no nosso país, sem interferência dos políticos portugueses, já não teriam desculpa para falhar. A situação actual, em que os alemães mandam muito mais do que deveriam – mas não o suficiente para serem responsáveis pelo que se passa aqui – é muito pior. Os noruegueses ou dinamarqueses seriam bons, mas correriam o risco de aceitar a nossa maneira de ser e o destino resultante.

    Só os japoneses são ideais. Gostam de nós, mas são muito difíceis de corromper. São honrados, afectuosos e brincalhões. Se um grupo de excelentes gestores japoneses governasse Portugal durante quatro anos, seria difícil deixarem o país pior do que já está.

    As xenofobias curam-se com xenofilias. Quem é que nos pode ajudar mais?

  17. mesquita alves diz:

    O estimado Renato, de forma olímpica, saltou por cima dos factos que apontei. Não contestou um único.
    Tenho 2 dúvidas de grande calibre.
    Qual as formas alternativas de financiamento que o PCP propõem? A China, Brasil, India e Russia, já nos mandaram “dar uma volta ao bilhar grande”
    Há ainda a hipótese Timor Leste, contudo, penso ser má ideia, sacrificar mais esse povo heróico.Resta a Coreia do Norte, no entanto, como andam sempre em movimentações militares, duvido que tenham tempo para fazer a transferência.
    A segunda dúvida, prende-se com o desconhecimento que tenho, sobre a forma como iria , escolhendo o caminho do não pagamos, comprar os bens essenciais. Já estou a ver o Renato com 2 aduanas, uma em Montalegre ,e outra em Elvas, a fazer a troca por troca. Avante Renato!
    Abraço

    • Renato Teixeira diz:

      mesquita, não respondo pelo PCP, mas acho que a ideia é substituir o endividamento com o reforço da produção e do reforço da auto-suficiência.

  18. xatoo diz:

    não devemos pagar dividas que não contraimos. “O que acontece a seguir?” Essas dividas foram contraidas pela especulação nas Bolsas internacionais pelos Bancos, cujos bailouts já lhe despejaram triliões em cima à escala global.E esse dinheiro que os Bancos Centrais querem que os governos lhes devolvam com juros caninos. Dizem-nos que temos todos de pagar, porque senão não “nos” emprestam mais dinheiro – que é preciso urgentemente para se pagar salários dos funcionários do Estado. É mentira, se não pagarmos a dívida dos bancos, com esse dinheiro já poderiamos pagar os salários dos funcionários e muito mais coisas, como por exemplo retomar os investimentos que criam emprego.
    A crise não acabará enquanto não houver um Governo de Frente Popular que deixe falir os bancos privados que estão falidos. Além do mais, o défice que criou a dívida deve-se na maior parte à iniciativa privada. A dívida pelo custo de funcionamento do Estado é bem menor

  19. xatoo diz:

    José 14;07
    ainda bem que reconhece que existe “conspiração sionista” – de facto não é conspiração nenhuma, está à vista de todos: a Reserva Federal que controla Wall Street é a sede da rede de endividamento dos Estados através dos Bancos Centrais. É um negócio chorudo, os seus amigos emprestam à economia do centro capitalista e ao BCE a 1% para permitir a retoma, e depois esse dinheiro impresso sem qualquer relação com valores materiais é emprestado a 10 ou mais por cento às vitimas da Divida

    • José diz:

      Fantástico este xatoo!
      Congratula-se pelo reconhecimento inexistente de uma conspiração sionista, explica que não existe qualquer conspiração, cujo mecanismo tem a sua sede na Reserva Federal norte-americana, e é tudo sionista!
      Brilhante!

  20. donatien diz:

    Já para não falar da NATO…

  21. mesquita alves diz:

    Caro Xatoo,

    Há uma confusão na sua cabeça que nem xanax a acalma.
    O FMI está cá, não devido à dívida das famílias e da banca, que existe, mas devido às dívidas do estado.
    Espero que a conduta na sua vida privada, no que diz respeito às dívidas que eventualmente assumiu, não tenha como politica comum, a ideologia que plasma nos seus posts. Senão, o seu merceiro está lixado…
    Aprende-se com a experiência da vida, que ,quando em qualquer grupo, há um caloteiro, que não paga o que deve, e não tem vontade política de pagar,com enorme dificuldade lhe darão no futuro “um tusto mais”…
    Se calhar, o “meu softwear” está muito atrasado em relação ao seu.

    • Leo diz:

      A maior parte da dívida é privada e particularmente da banca. É isso que tentam esconder todos os dias. E foram os banqueiros que exigiram este novo endividamento que menos de 24 horas depois PS, PSD e CDS apoiaram. Havendo alternativas. Sim, há mesmo alternativas, mas a banca queria garantir o seu financiamento e pior, quer garantir que sejam os do costume a pagar a conta. Porque a banca essa continua na maior e não dá para o peditório dos sacrifícios.

    • A.Silva diz:

      “Segundo o Banco de Portugal, entre 2000 e 2010, a divida externa líquida do País, aumentou em 269%, a divida liquida externa do Estado cresceu 122,6%, ou seja, menos de metade (45,6%) do crescimento da divida liquida total do País: No entanto, a da banca e das empresas ao estrangeiro aumentou 629,2%, isto é, cinco vezes (5,13) mais do que o aumento percentual da divida externa do Estado. Portanto, a situação da banca e das empresas é ainda mais grave do que a do Estado. No entanto, os media e os banqueiros nunca falam dela. ”
      http://resistir.info/e_rosa/divida_10abr11.html

    • João Lopes diz:

      Mesquita, a maior parte da dívida é privada, está plasmado em todos os jornais.

  22. xatoo diz:

    o FMI está cá para, com o pretexto da “dívida”, obrigar a alterações nas leis laborais para o capitalismo poder dispor de um exército de reserva de trabalhadores a baixo custo, para promover os cortes nas prestações sociais para as transformar em negócios privados e para privatizar o resto do que sobrar para prover lucros aos accionistas, que na sua grande maioria são de corporações financeiras norte-americanas. Apenas para isto.

  23. f diz:

    CURIOSO, o congresso do PCCubano. A discussão não foi fechada nas células/colectivos e isolada entre si. Nem o congresso foi um desfilar de intervenções sectoriais/regionais que nada debate. Houve discussão transversal, houve debate na net, houve plenários no congresso para debater as diferentes temáticas (economia, política, etc) em que as intervenções não foram o desfilar de intervenções sectorias/regionais preparadas mas sim a opinião dos delegados.

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