vá, não falemos de política.

“Apesar de se recusar a falar sobre política, Duarte d’Orey entende que ‘o regime actual não favorece a tomada de medidas de médio e de longo prazo’.”


E a seguir, apesar de se recusar a falar de política, pede um pacto de estabilidade para os próximos dez anos entre os partidos responsáveis por este estado de coisas. E a seguir diz que a salvação se chama Aníbal, mas recusa-se a falar de política. E a seguir vai a Santa Comba Dão em peregrinação, sem nunca falar de política. Mas antes pára em Fátima para encher um bidão de plástico com água benta e promete de joelhos que nunca falará de política.

Pediu a mudança do regime, mas falar de política é que não.

 

… só para quem ainda não tenha percebido o que está em jogo. Consolidem, filhos, consolidem. Ou então venham na sexta-feira às 11h para a porta da Assembleia da República exigir o reforço e o acordo da Esquerda. Vocês é que sabem. Se preferirem, podem sempre ficar a consolidar. Depois nas Conversas em Família alguém há-de explicar-vos o que aconteceu.

Sobre Sassmine

evil fingering.
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6 respostas a vá, não falemos de política.

  1. Ora bem Sassmine sobre esses gajús (os D’Orey e os Pinto Basto) recuso-me a falar porque me são demasiado próximos… o que não quer exactamente dixer que goste das opiniões deles.
    Mas gosto de uma data de coisas da «Vista Alegre».
    😉

  2. Sassmine diz:

    eu digo-te o que é que fazia com as coisinhas da vista alegre…

  3. Carlos Fernandes diz:

    Bom post, não obstante não concordar com algumas premissas. Uma delas é a tal conversa em família, ora numa democracia com mass.medias plurais e livres, não é possível replicar a ideia de Ramiros Valadões, sejam eles de esquerda ou direita, e muito menos com apresentacões de tipo marcelocaetanistas.
    (Uma piadinha, se me permite a ousadia, quando é que a menina começa a comer e engorda um pouco, para ficares (ainda) mais gira..)

  4. Sassmine diz:

    não tenho de permitir a ousadia, não me foi dada escolha. mas não posso deixar de pensar se às anafadinhas também costuma perguntar quando é que param de comer para perderem peso e ficarem ainda mais giras… espero que o seu comentário não signifique que me anda a perseguir pelos restaurantes, uma vez que parece ter informação sobre o que eu como ou deixo de comer… mas obrigada pelo elogio, na mesma.

    • Carlos Fernandes diz:

      Não, vi na Net num link do seu blog um anuncio em que a menina apareceu. Não leve a mal, mas melhor que magras ou gordas o melhor mesmo é o meio termo, neste caso o termo correcto é roliças. E não gosto de perseguir ninguém, muito menos em restaurantes, eu quando vou a restaurantes é só ou sozinho (snif snif) ou quando convido ou qdo me convidam…

  5. Sassmine diz:

    O Carlos parece precisar de uma tradução para o meu primeiro comentário, mas agora não me apetece.

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