as subtilezas do olhar.

Da carga simbólica das pequenas coisas. E do Passos Coelho, não arranjam umas imagens parecidas? É que isto é melhor que qualquer discurso.

ou

A tvi já entrou em campanha eleitoral.

Sobre Sassmine

evil fingering.
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34 respostas a as subtilezas do olhar.

  1. De costas. E a andar daqui para fora.

  2. Carlos Vidal diz:

    Foda-se.
    Só agora vi que este Sassmine iniciou a brincadeira. Este é, quer o S mine queira ou não, o retrato de JSócrates. Foda-se. Gozar com a minha cara, e os problemas de todos.
    Quero lá saber do Coelho ou da Coelha, quero é saber disto que estou aqui e agora a ver.
    Não gosto de ser gozado.

    • Carlos Vidal diz:

      O problema mesmo é esta gente não dar a cara.
      Não é que tenha de dar. Não é proibida a graçinha do anónimo.
      Mas é apenas uma curiosidade minha: quem é Sassmine?, que, em vez de olhar para Sócrates, olha para o coelho.
      Então, quem é?
      Apareça, porra.
      E o que faz?, trabalha na RTP?, na Moodys?

      • Carlos Vidal diz:

        Quem é, porra?

        Perdeu o verbo socrateiro?

        Apareça, vamos. Eu, pelo menos, sou professor e funcionário público (estou exposto a algumas “radiações”), e não tenho medo de dizer que o Coelho, neste vídeo, não é para aqui chamado – que isto é um retrato de JSócrates, e só dessa abjecção.
        Apareça, vamos. Ou temos aqui outro maradona?

        Estar a acusar a TVI de campanha ao Coelho depois desta ignomínia, é tão absurdo quanto dizer que Portugal não é um país de poetas, pois para a semana vai nascer um outro Nuno Gonçalves. Ou seja, o presente não interessa nada, o que interessa é o futuro, que Sassmine adivinha e sobre ele tem suspeitas. E então, vai ou não nascer um novo Nuno Gonçalves??

        Estar a acusar a TVI desta captação flagrante abjecção é o mesmo que dizer que as investigações da equipa de Manuela Moura Guedes (desmantelada, e com uma pessoa desta casa), também estava ao serviço do coelho e da coelha.

        • Sassmine diz:

          Carlos, espero que já tenha tomado um lexotan. Ou fumado qualquer coisa é-me indiferente. O ioga também costuma resultar.

          A Sassmine chama-se Joana Manuel, como está escrito na coluna ao lado. É, entre outras coisas, professora e funcionária pública. Quanto a dar a cara… nos recibos verdes escreve “actriz”, passa grande parte da vida no palco e de cara descoberta, donc… Conhece o passado, mas não olha o futuro com a nuca. Tenho vários outros defeitos, mas não vale a pena dizer mais coisas sobre mim. Este não é o meu primeiro post, se quiser leia outros para ver se aclara as ideias. E se não lhe apetecer fazer isso, pelo menos largue-me a labita.

  3. Bruno Peixe diz:

    Carlos,

    Eu diria que em vez de olhar para o post da Sassmine devemos é olhar para o Pedro Passos que, como diria o José Mário Branco, nos quer enrabar a todos com passaporte de coelho. Continuando, aliás, o trabalho de Sócrates. Parece-me, portanto, que o que é preciso é:
    1º mostrar que nada de politicamente relevante distingue PS e PSD;
    2º que o PSD se prepara para continuar, na condução do Estado, o mesmo roubo organizado que o PS de Sócrates estava a fazer,
    mas com a agravante de:
    a coberto da crise alterar ainda mais o equilíbrio de forças de classe ainda mais a favor do capital.
    entre criticar a ação do governo sócrates e as propostas de coelho não há que escolher: há que fazer ambas, e é o que a Sassmine faz aqui. Se a TVI ajuda o passos Coelho propositadamente ou não, não sei nem me interessa. As intenções não são para aqui chamadas. Lembra-te da noção de culpa objectiva que o nosso amigo Zizek tanto invoca. descredibilizar Sócrates e o governo PS é mais do que um dever, é um imperativo, mas nunca, repito nunca, de maneira a beneficiar Passos Coelho e o PSD. porque o que nos interessa é quebrar a corrente da ignomínia governamental e não apressar a vinda do próximo elo.

    um abraço comunista,
    bruno

    • Carlos Vidal diz:

      Amicíssimo

      Fiz semanalmente crítica de arte durante uns anos largos, por gosto e subsistência, antes de entrar para a UL.
      Quando escrevia sobre um autor, não pensava que havia ainda pior (seria estúpido, não??).
      Estou num museum estou numa galeria, leio e estudo um livro: tenho de esrcrever sobre esse objecto, e aí me concentrar.
      E, além disso, não vou estar a pensar quem financia a galeria, ou o artista, se é o Rendeiro, se é o Médicis. OK?
      Isso fica para depois, para um ensaio de tipo sociológico.
      Saber olhar o presente, é apenas saber olhar o presente: uma imagem é essa imagem, apesar de também poder ser o “futuro” de si mesma. Mas temos de saber ler as coisas de dois modos: tal como são (digamos, isoladas), e interligadas (aí vem a chamada “futurologia”).
      Quem não sabe distinguir isto produz apenas ruído, distracção, confusão.
      Por isso é que a autora do post se mantém em silêncio.
      Abraço.
      CV

      • Carlos Vidal diz:

        PS Bruno:
        Parece-me que estas reflexões necessiatm cada vez mais da tal revista de estética e ensaio em que, com mais amigos e cúmplices, temos de fazer arrancar.
        Para breve.
        CV

        • Bruno Peixe diz:

          Sem dúvida, Carlos. Os tempos tornam essa intervenção cada vez mais urgente.
          Um abraço,
          bruno.

      • Sassmine diz:

        A autora do post manteve-se em silêncio porque não estava ligada à net (News Flash, I have a life). O Carlos, parece-me, deve estar com um problema que deve ter descrição clínica: uma condição que o impede de descansar o dedo indicador, que aparentemente endureceu em riste. Isso deve ser chato, espero que não seja preciso amputar.

      • Bruno Peixe diz:

        Camarada,

        Podia argumentar que a análise de um objecto não o deve tomar como um mero correlato de uma percepção, isolado de tudo o resto. Como diriam os homens da luta, e a dialéctica pá? O objecto tem de ser compreendido no conjunto das relações que também o determinam, sem que ele obviamente se esgote nessas relações.
        Mas mesmo sem irmos por aí, diria que o objecto relevante, neste caso, nem sequer é Sócrates, são as políticas neoliberais com que o rotativismo PS-PSD tem gerido o estado. Sócrates é um dos nomes disso, mas não o único. Por isso, o que é preciso é justamente não fulanizarmos e não nos concentrarmos em Sócrates. Esta para mim é a questão essencial.
        Adenda: acho que a questão de ser o rendeiro ou o médicis que paga a factura não é uma mera questão sociológica, mas uma questão política da maior importância, como bem sabe o A. M. Seabra. Todo o monumento de cultura encerra em si um documento de barbárie, ou coisa do género, como disse o Walter Benjamim.

        Abraço grande,
        Bruno.

        • Carlos Vidal diz:

          Acabo de constatar a miséria argumentativa de uma tal Joana Manuel – nem uma ideia, apenas gracinhas de coisa mimada (tome um lexotan, ampute o dedo, etc.).
          Bruno, quando te disse que ao criticar um autor ou uma exposição não o faço a pensar na seguinte, quis diser isso mesmo.
          Imagina que entro numa galeria, a proposta é desatrosa, vou passar à escrita (que é aquilo que todos os críticos fazem). Depois, na escrita, vem-me à cabeça o seguinte: a próxima expo ainda vai ser pior; então, começo a pensar ainda outra vez e chego à conclusão: ao desancar neste autor estou a ser cúmplice com o que se lhe vai seguir.

          Não será caso para me chamarem imbecil?
          Não é este o raciocínio da tal Joana??

          (Quanto ao resto, estou cansado disto e da invasão de tantos e tantas patetas.)

          • Carlos Vidal diz:

            Já agora, espero que a sra. Joana não se intrometa (até porque já respondeu, e isto é para adultos).
            Bruno, sobre a relação entre cultura barbárie, do Benjamin por exemplo, é um facto, e é central no seu pensamento. Um pensamento labiríntico, cuidado, repara na sua fascinação especular pelas “arcadas” comerciais de inebriante consumismo da Paris do século XIX.
            Vamos ao coleccionismo e ao mecenato. Repara. O Rendeiro (através da Elipse) tem uma magnífica Louise Bourgeois. Uma obra que não vale nem mais nem menos por estar na posse do Rendeiro.
            Como um Fragonard nas mãos de um Champalimaud, etc.

        • Justiniano diz:

          Caríssimo Bruno Peixe!! Nada disso e muitíssimo ao lado daquilo que pretende dizer!! Dizer isto “Sócrates é um dos nomes disso, mas não o único”, caro Bruno Peixe é querer confundir o devalor de acção com o desvalor de resultado e em última instancia estabelecer um princípio de equiparação a uma criatura como “ele”. Nada se lhe pode equiparar, meu caro!! E não o digo para diabolizar Sócrates, pois nem isso podemos fazer já. Também não o podemos ignorar!!!! Caro Bruno, Sócrates é a mais apurada e opulenta representação da mediocridade, do vazio, da incapacidade, do deslumbre, da inprudencia….um sei lá de características minguantes!! Ou seja, Sócrates não cabe naquele discurso cliché, que aqui e ali o Bruno tem ensaiado, do – todos a mesma coisa-
          Qualquer coisa que se assemelhe a uma tendencial reabilitação de Sócrates, como este post, ao qual o caríssimo Vidal reagiu com a devida estultícia dos justos e que a autora não compreendeu verdadeiramente, deve ser absolutamente combatida, sem reserva alguma!!

          • Sassmine diz:

            O Pedro Passos Coelho e o FMI agradecem a vossa estultícia, ó justos. Não olhem o todo e fiquem-se a atacar dentro de casa. Fazem bem, fazem muito bem.

            Querem uma argumentação, aqui a têm: isto é tudo orquestrado, não contra, mas COM o Sócrates. Está tudo a correr à bolina, o Sócrates sai enlameado, o Coelho não chamou o FMI, a culpa é de todos, a culpa não é de ninguém. Se preferem agir como sopeiras e reagir salivando à sineta dos media que fazem o jogo dos grupos económicos, be my guest. Agradecia era que não me batessem por não concordar convosco, que nem vos quero imaginar com um pelourinho à disposição.

            Passai bem, ó justos.

          • Bruno Peixe diz:

            Cara Sassmine,

            bem sei que mandaste a malta discutir para outro lado, mas como fui duplamente interpelado aqui, aqui respondo, deixando-te, é claro, a decisão de publicares ou não o meu comentário.
            Carlos, o que o teu exemplo mostra é justamente os limites da comparação de tudo com tudo. Mas se quiseres continuar nele, e puxando-o ao limite, então a exposição é a mesma, só que com um curador diferente. Do Bacon para o Richter passas para um mundo estético diferente. Do Sócrates para o passos Coelho as coordenadas, no essencial, não mudam. A discussão sobre o Walter Benjamin fica então para outra ocasião, mas no que toca ao potencial político da cultura de massas, tendo a subscrever a crítica adorniana ao Benjamin, que parece-me ser a que avanças. Isto não retira um grama de verdade à acusação do Benjamin.
            Justiniano, diz que não quer diabolizar Sócrates, mas é o que faz. Personaliza e diaboliza. O problema não é a pessoa A ou B, é o que ele significa politicamente.
            O que aqui me parece fundamentalmente despropositado é pressupor que a Sassmine, ao atacar Passos Coelho, subscreve Sócrates. Carlos, não me passa pela cabeça achar que tu, das inúmeras vezes que atacaste o PS, estavas a defender o PSD. Justiniano, o seu ódio ao Sócrates e ao PS implica alguma fidelidade ao PS? Não, pois não? Então que lógica tem este ataque.
            Justiniano, faço questão de escrever tudo o que possa contra o PSD, independentemente de achar que estou a reabilitar Sócrates, e publicarei todos os comentários em que me atacar, mas exige-se lógica e seria bom que me explicasse que raio de lógica é que comanda os seus argumentos quando me acusa de reabilitar Sócrates.
            É preciso que se perceba que está muito mais em jogo do que avaliar Sócrates e o seu passado, e desastroso, governo. Há eleições dia 5 de Junho, e já se percebeu quem tem mais hipóteses de ganhar. Acham que aqueles que desejaram o FMI não querem que haja maioria absoluta e não vão dar tudo por tudo no cavalo em que apostaram? O capital não conhece outra lealdade que não a do interesse, e parece-me óbvio que o Passos Coelho vai ser mais levado ao colo do que o F. C. Porto. Não sei se a TVI fez o que fez com intenção, nem me interessa. Cheira-me é que daqui por diante é Coelho que as televisões e os jornais do capital nos vão querer servir. O nosso deviar é denunciar e desconstruir.
            Justiniano, uma última achega: muitas vezes concordo com o que escreve, mas desta vez ajuizou mal e apressadamente. Um pouco de investigação não faz mal a ninguém e é essencial antes de se acusar quem quer que seja. A Sassmine foi uma das organizadoras da manifestação de dia 12 de Março e quando teve a oportunidade de falar no programa da filomena cautela, com uma audiência a que os nossos blogues todos juntos nem chegam perto, teve o discernimento de apelar à manif da CGTP que se seguia.
            Por isso, amigos, vamos lá acabar com este apontar de dedos que só aproveita a Sócrates, a Passos Coelho e a Paulo Portas.
            Abraço,
            Bruno.

          • Carlos Vidal diz:

            Ó Bruno, quando discutes com grande desprezo o BHL (como eu) discutes o BHL ou o que ele representa? Eu sei, as duas coisas, também eu. Mas, e o gajo, não tem presença própria?
            E o Sarkozy, não foi o facto de ele representar melhor do que ninguém aquilo que representa que suscitou o livrinho do Badiou?
            Ora bem, citaste dois pintores, citas dois ou três pintores, ou aquilo que eles representam?
            Ainda bem, Bacon é Bacon e aquilo que ele representa (a Escola de Londres, uma pintura do devir-animal, etc.).
            Sobre o Richter fica para depois.
            Abraço, e deixemo-nos de puritanismos.
            As pessoas também são alvos.

      • Justiniano diz:

        Caríssimo Vidal, absolutamente de acordo, sem mais!!

        • Justiniano diz:

          Referia-me especialmente a “Este é, quer o S mine queira ou não, o retrato de JSócrates. Foda-se. Gozar com a minha cara, e os problemas de todos.
          Quero lá saber do Coelho ou da Coelha, quero é saber disto que estou aqui e agora a ver.
          Não gosto de ser gozado.”

  4. Sassmine diz:

    Carlos, é muito triste a figura que está a fazer. Não tenho nada para lhe dizer para além disso.

    Só agradeço uma coisa: querem discutir coisas onde eu, a tal joana, não me posso meter, façam-no noutro post que não seja da minha autoria e onde o autor ature pessoas broeiras, mal-educadas e que não conhecem as regras básicas de uma discussão civilizada. De resto, Carlos, seja feliz, embora isso me pareça muito improvável.

  5. Sassmine diz:

    ah, e senhor doutor, “gracinhas” não leva cedilha.

    • Carlos Vidal diz:

      Esta nem com massa preta lá vai, quanto mais cinzenta.
      (E quanto à cedilha, nada a dizer, a não ser que solicitei que não se intrometesse nas minhas conversas de adultos.)

      • Carlos Vidal diz:

        (Ora bolas, só agora reparei que este émulo coxo da grande Câncio já não escreve tudo com minúsculas !!)

  6. Sassmine diz:

    Bruno Peixe, de facto o meu comentário não primou pela clareza. Não era nada contigo, obviamente. E só pedi que mudassem a discussão para outro sítio porque o senhor que decidiu fazer o clube de amigos do Bolinha teve a rematada falta de classe de dizer-me para me abster de comentar um post de que sou autora. Acho que mais baixo que isto, no campo da discussão entre iguais, é difícil. Aliás, nós estamos de acordo, Bruno, se houve coisa a que reagi foi ao apontar de dedos, a nada mais. Continuo a dizer que espero que não seja preciso amputar nenhum indicador, que eles têm tendência a enrijecer e depois é uma chatice.

    Ao Carlos “Bolinha” Vidal, poupe-se de continuar a partilhar o seu daltonismo e vá antes fazer um electroencefalograma.

  7. Sassmine diz:

    Escrevo como me apetece, era o que faltava ter de lhe justificar seja o que for. Tenha tino, senhor.

  8. Justiniano diz:

    Caríssimo Bruno Peixe, se ainda me for permitido, aqui pela cara Sassmine, insisto no esclarecimento!!
    Pode e deve, se assim o entender, enunciar todas as críticas ao PSD. Se apontar, a P. Coelho, uma nódoa desprimorosa não apreciará que outrém o desmereça apontado-o como lacaio de Sócrates por não o equiparar imediatamente ao outro!!?? Esta argumentação, bem sei, não nos leva a lado nenhum!!
    Eu não diabolizo Sócrates porque, simplesmente, nem esse papel merece, apenas esclareço que o personagem é o espelho do nosso desencanto e merecimento ou desmerecimento!! É culpa nossa, nossa tão grande culpa, pela qual cumpriremos devida contrição até à verdadeira redenção!!
    Mas não é este o argumento que invoco, meu caro!
    O que lhe digo é que se torna penoso assistir à farsa depois da tragédia precedida de outra farsa!! Podemos discutir o mercantilismo, a propriedade, o Estado de Direito Liberal e Social, o princípio democrático, socialismo, tudo no campo dos princípios!! Mas não nos podemos escudar de discutir as personagens fora do disfarçe dos princípios, equiparando o campo dos princípios aos personagens em acção!! Esta equiparação é sobremaneira despropositada e injusta!! É uma farsa!! É isto que lhe digo, meu caro Bruno!!
    Este post é mais um avanço (pequeno contributo, dir-me-á negligentemente inconsciente) nessa mesma farsa, e sinceramente não vislumbro onde este argumentário, à laia de mal menor, compreenda o que quer que seja de resistencia à mercantilização da alma humana!!
    Quanto às várias caras do capital janado que aí também refere!! Parece-me um mergulho vertiginoso no maniqueísmo determinista sobre as condições de acção na história!! Devolvo-lhe, caro Bruno. Convém um pouco de investigação!! Não me parece que a intervenção do FMI seja um desejo antigo do capital financeiro nacional!! Essas condições não serão as mais favoráveis à progressiva feudalização da finança!! Diga-se que não será o pináculo do capitalismo avançado!
    Um cordial bem haja para todos,

  9. Sassmine diz:

    Meus senhores, vocês gostam mesmo de ser ingénuos? Ou acham que o facto de não termos um parlamento no momento do pedido de bailout é uma coincidência? Que estreiteza de vistas, achar que falar do Coelho a propósito deste vídeo é defender o Sócrates. O grupo é o mesmo, a estratégia é concertada, e este vídeo faz parte dessa estratégia. Apesar das chicotadas em pelourinho que parecem ser da preferência do dono do clube dos amigos do Bolinha, aka, Carlos Vidal, eu tentei explicar-vos esta minha opinião desde que começou a discussão. Só que o que o senhor Vidal faz não é debate nem discussão nem merece respeito: chama-se bullying e só faz pensar em miúdos gordos com o ranho a cair do nariz à procura de alguém franzino no recreio da escola para dar um encontrão. É triste. E define-o bem. Nisso estamos totalmente de acordo, Justiniano: a coisa mais simpática que se lhe pode chamar é estultícia. Da minha perspectiva foi agressão pura e simples.

    A quem quer discutir seriamente em lugar de patinhar no ressabiamento e no insulto, também o meu cordial bem-haja.

    • Carlos Vidal diz:

      Bom o que é que esta panhonha atontada me quer afinal, ó camaradas?
      Não vive com ninguém fora daqui que lhe dê atenção?
      Não tem onde cair de borco?
      Não reperou já que criticar Passos quando se critica Sócrates (desviando a coisa) é o mesmo que não se criticar Passos (quando governante), porque em tempos houve Sócrates?
      Não reparou esta lombriga que Sócrates não tem atenuantes??
      Mas será mesmo que esta lombriga histérica não se cala??

  10. Sassmine diz:

    psst… ó Bolinha… vai p’ro caralho. ou vai comer uma lombriga, se ela se deixar papar por um émulo coxo do pol pot com calos na mão direita. ou será que, para ser coerente, te forças a ser canhoto?

    (santa paciência para doentes mentais, arre…)

  11. José diz:

    Bom… como debate, já vi melhor por aqui… mas, tendo em conta que um dos arguentes é o Bolinha, as coisas ficam mais claras.

  12. Sassmine diz:

    Ah, sim, para mim está tudo claro como água.

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