FAZER A GUERRA: “NATO is united, NATO is vigilant and NATO is ready to act!”

Anders Fogh Rasmussen com Ban Ki-moon, Secretários-Gerais da NATO e da ONU

It has been decided to increase the presence of NATO maritime assets in the Central Mediterranean under the command of Supreme Allied Commander Admiral Stavridis”

All Allies have agreed to three principles, which will act as a guide for any future considerations or actions regarding Libya: demonstrable need, a clear legal mandate and solid support from the region.

In particular, regional support is crucial, which is why I will continue to consult the international community and our partners in the region, including the UN, EU, the Arab  League and the African Union, because we need their support to ensure  that  our actions, both in the near term and in the long-term,  are seen as helping the situation and the democratic movement that is sweeping the region“.

Our message today is; NATO is united, NATO is vigilant and NATO is ready to act”.

Anders Fogh Rasmussen

Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

5 respostas a FAZER A GUERRA: “NATO is united, NATO is vigilant and NATO is ready to act!”

  1. marilu diz:

    A Rússia e a China fazem de verbos de encher,pudera burguesias subalternas.Admiro a África do Sul,India e Brasil.
    A sério q não entendo a China,cheia de dólares,credora do Império que paga mas,NÃO MANDA!Palhaços,ainda hão de levar com mísseis em cima e depois vão-se queixar ao c”#$%&/!!!!

  2. O problema é que enquanto eles discutem parágrafos e alíneas, os líbios que aindam não foram massacrados estão a «votar com os pés» e a cavar rápido rápido dali, p’rá Tunísia, p’ró Egipto, p’ra Itália (parece que já o dobro de líbios na ilha de Lampedusa que de “lampedusianos”)

    Mas a NATO meter-se naquele «vespeiro» vai ser uma situação lose/lose.
    Por isso é que eles estão a arrastar os pés…
    🙁

  3. Pingback: CAMPANHA INFAME: 48 horas depois, o BE continua sem retirar a confiança política ao Rui Tavares. | cinco dias

  4. l'outre diz:

    Parece uma posição prudente. A NATO revela-se pronta para agir, como deve estar qualquer organização militar. Se a NATO devia existir ou não é toda outra questão, mas como organização militar tem de estar sempre pronta a actuar. No entanto, A NATO prudentemente afirma que apesar de pronta, só o fará mediante algumas condições. Nomeadamente um mandato próprio, ou seja dentro da ‘lei’ internacional. Não se pode esperar mais prudência do que esta de uma organização militar transnacional.

  5. Pingback: @rtavares, uma eleição não é uma nomeação e a democracia é representativa. @miguel e marisa, quando escreverem e votarem moções para abrir caminho às intervenções no Bahrein, na Arábia Saudita ou no Irão digam qualquer coisa no tuit. | cinco

Os comentários estão fechados.