… ainda não percebeu que os que foram (e irão) para a rua não estão à espera de um salazar que os cavalgue.
(cavalgadura de merda.)
… ainda não percebeu que os que foram (e irão) para a rua não estão à espera de um salazar que os cavalgue.
(cavalgadura de merda.)
É realmente inacreditável, a carga que as bestas conseguem por sobre si. Só faltou dizer que foram todos voluntários e que a guerra colonial era perfeitamente justa…
Que grande anormal…
Agora mesmo ouvi o dislate de tal personagem ao fazer a apologia da guerra colonial e ao regojizar-se com o empenho dos jovens na altura, de terem ido combater pelo nobre (para os da laia dele!)ideal do colonialismo,exploração,oubo,ignominia e CRIMES!!!!O cretino mete nojo e,se esta merda fosse um Estado de Direito,o gajo iria para a puta que o pariu!!!!
Os que estiveram nessa p**** de guerra estiveram lá porque foram obrigados.
Esse gajo empenha-se em fazer discursos nojentos.
Após ouvir esta figura fica-me um sentimento de nojo que me impede de dizer algo mais do que simplesmente GRANDE FILHO DA PUTA!!!
o Cavaco deve ser daqueles que tem orelhas de “turras” (terroristas, na giria da Pide) conservadas em frascos de formol lá em casa – devia ter metido no boião era as orelhas da pataxoca da 1ª dama quando vivia desafogadamente à custa dos escravos negros num país mergulhado na miséria
O Américo Tomáz também fazia discursos cretinos, e não era por ser estúpido, era técnica para agradar à “maioria silenciosa”. Cavaco está a avançar nesse sentido. Candidato a ditador !
eu acho que tens toda a razão. as tragédias portuguesas estão todas a repetir-se em forma de farsa.
línguagem virá de língua, certo?
e linguarudo?
Para a criatura a cancao de Jacques Brel “Les Bourgeois”:
Les bourgeois c’est comme les cochons
Plus ca devient vieux plus ca devient bete
Les bourgeois c’est comme les cochons
Plus ca devient vieux plus ca devient…
Foi infeliz a comparação devia ter utilizado antes os gloriosos fumos da índia
ou os bandeirantes do sucre brasileiro
Houve quem fosse obrigado a maioria
houve quem fosse com espírito missionário
houve quem fosse à caça de promoção
Pena aquele blogue -pasquim não ser em papel. pois dava-nos o conforto das lareiras.
Não sei que experiência lá teve o Cavaco.
Em Moçambique o grosso dos colonos brancos não gostavam da tropa, (sobretudo a norte) axavam que éramos uma «espécie de criados» que não fazia suficiente «serviço», i.e. proteger os assets deles e dar cabo da pretalhada toda a eito.
Depois a sul em Lourenço Marques (Maputo) estavam o comando, a putanheirice e as ‘soirées’ no hotel Polana.
Deve ser dessa «missão» que o homem está a falar.
pois, deve ser. e nos africanos nem vale a pena pensar, que na altura eram de terceira categoria, eram outros tempos.
Isto vindo de um gajo que se alguma vez “vestiu”o M64 foi para dar uma queca, á doida, na maria.
Afinal, a bela (pese embora um pouco magra) e inteligente (estive a ler o currículo, e 2 cursos superiores, uau ) actriz Joana Manuel assina aqui neste blog disfarçada, porque razão, como Sassmine, não leve a mal mas não soa bem o nick, caramba, parece marca de bolacha, lol…
Frequência de três, mas no total um curso superior e três quartos. Não me considero parva, mas o número de licenciaturas não me parece necessariamente sinónimo de inteligência —de qualquer modo, obrigada pela simpatia.
O nome Sassmine não é um disfarce, é quando muito um alter-ego, e aí na coluna ao lado está a identidade oficial. E desculpe lá, Carlos, mas nome de bolacha é Maria.
Pois, Ok, de acordo, para se ver da inteligência não é bem pelos cursos superiores (eu frequentei dois, sem concluir nenhum, e o segundo, Gestão Imobiliária, só lamento não ter sido mais inteligente e não ter deixado o curso mais cedo e ter pago uma data de propinas) é mais pelas línguas, ora eu falo sete línguas (incluindo àrabe clássico) e mesmo assim por vezes sou mais parvo (ingénuo) que inteligente, lol..
sete línguas já é coisa que me desperta inveja.
A mim também, eu só falo seis, mas estou a fazer um «esforçozinho» (devagar…) para me chegar a mais duas, difícil, outros alfabetos, russo e grego.
Árabe e farsi ficam p’ra depois de eu morrer…
ah eu não, eu na próxima encadernação quero ser gato. antes sete vidas e todas as línguas do mundo.