Isto foi dito pelo presidente da república portuguesa (tudo com letra muito pequenina para uma personagem pequenina), hoje, aqui e agora

«Importa que os jovens deste tempo se empenhem em missões e causas essenciais ao futuro do país com a mesma coragem, o mesmo desprendimento e a mesma determinação com que os jovens de há 50 anos assumiram a sua participação na guerra do Ultramar».

É possível este homem ser presidente da República? É, depois de JSócrates já tudo é possível.

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20 respostas a Isto foi dito pelo presidente da república portuguesa (tudo com letra muito pequenina para uma personagem pequenina), hoje, aqui e agora

  1. Santiago diz:

    Execrável monte de merda!!!

  2. xatoo diz:

    volto a perguntar-me: porque é que a “geração à rasca” guardou o protesto para depois da eleição desta múmia?

  3. Bolota diz:

    Para o Bolota que na Guiné ia deixando lá a pele, que me desculpem os mais susceptiveis, mas só posso comentar assim: Filho da Puta

  4. o da boa fé diz:

    Quem já leu os discursos de Salazar sabe que Cavaco não passa de uma pálida cópia do original. Aonde nos levou a democracia. Aonde nos levou o demo – de povo e de demónio.

    É fodido.

  5. Monumental apoio aos 13 anos de Guerra colonial. Uma atitude fascista. Ele não jurou a Constituição?

  6. Me Nhoca diz:

    é um convite ao massacre

    avançar pelo país sobre os cadáveres dos caídos

    é bonito

    acho que os japoneses fizeram o mesmo

  7. Carlos Vidal diz:

    Aceito comentários violentos e de linguagem inabitual, pois tive um familiar muito próximo morto na Guiné (um familiar “estruturante”, o que significa uma casa inteira abalada nos seus alicerces, sobretudo anímicos, psicológicos). E creio que o presidente da República (assim se chama a personagem que eu não elegi) ofendeu a minha família e, sem vergonha, a de milhares de portugueses.

    • Bolota diz:

      Vidal,

      Guiné que foi o nosso Vietname e por onde Cavaco não passou, passou sim por locais onde se deu ao luxo de levar a 1ª dama.

      Estive em Mansoa,na Guiné, cuja zona no deixava movimentar dentro dos quartéis, as estradas era perigosas e de onde os helicópteros não se podiam afastar muito sob pena de irem parar á bolanha.

      Sei o que sentes, ver morrer um dos nossos não é dor que sente é outra coisa qualquer que não tem dimensão.

      36 anos depois ainda continuamos a encontrar-nos e já nos perguntamos o que nos leva anualmente a atravessar o pais de norte a sul para um simples almoço e a seguir cada um ir ás suas vidas. Ainda não encontramos resposta para a nossa união, o que mais se aproxima é o meu ponto de vista que tem a ver com o termos lidado com a morte.

      Abraços

  8. helder diz:

    Não se pode empalhá-lo ?

  9. Von diz:

    Completamente ga-ga. O homem não consegue estar calado, numa atitude de estadista fora de prazo, perdido no tempo e numa condição em que o deixam dizer tudo o que lhe passa pela cabeça. Mas deixem-me perguntar? Afinal onde se meteu todo aquele jornalismo de investigação, que durante a campanha desenterrou tanto e depois das eleições desapareceu? O PS deixou de pagar aos jornalistas? Porquê tanto silêncio sobre a casa, a sisa, a permuta? De repente o negócio passou a ser legítimo? Como há gente que elegeu esta fraude…

  10. Justiniano diz:

    Caríssimo Vidal, mesmo para esta figura é o homem profundamente triste e inábil, sem qualquer sublime pulsão!! Dali não transparece qualquer Portugal histórico, verdadeiramente nada!! Nada, dali, se aproveita!! Quedo-me triste!
    Mais lhe valia ter-se ficado pelos atoalhados, dizer que ao leme ia D. João II e que aos outros apenas lhes cabia cumprir Portugal!!

  11. Justiniano diz:

    E a pobreza daquele palavreado, em forma de solene discurso, é uma desonra!! Uma amálgama de contradições desmedidas “quem conhece a relevância de valores como…, o profissionalismo,….”!!

  12. Camarro diz:

    Vindo de um gajo que, para tratar da vidinha, facultou informações à PIDE não me espanta!

  13. Santiago diz:

    Dois tios meus combateram na guerra (Guiné e Angola) ,aquela “experiência” marcou-os para a vida, não foi agrádavel não foi uma atitude de despreendimento e não foi de certeza coragem aliás nem sequer lhes coube a decisão de irem. O discurso de cavaco é uma falta de respeito em primeiro lugar aqueles que como os meus tios fora enviados para o campo de combate em segundo lugar para as familias desfeitas que em Portugal sofriam com a ausência e em terceiro para com os milhares de africanos que lutavam pela auto-determinação!
    Por tudo isto e muito mais o 25 de Abril foi apenas meia revolução, figuras como esta no dia 24 eram complacentes com o regime vigente mas no dia seguinte sairam á rua com o fato de democratas, simplesmente execrável…

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