Para a Líbia, rapidamente e em força!

Hoje, não é tanto com a notícia de que o governo se prepara para reduzir o IVA para o golfe que estou chateado. Como disse uma amiga, os tacos não servem só para jogar e a preços mais baixos sempre podem servir para outras coisas mais relacionadas com a política. Mas, hoje, estou mesmo chateado é com a notícia que sai no La Republica em que o Bloco de Esquerda aprovou ao lado da maioria do Parlamento Europeu, e da extrema-direita, uma resolução que abre caminho à intervenção militar na Líbia.

Adenda: Miguel Portas, Rui Tavares e Marisa Matias votaram a favor da resolução na generalidade. Na especialidade, Rui Tavares foi mais longe e aprovou o parágrafo 10 com o seguinte texto: “Salienta que a UE e os seus Estados-Membros devem honrar o seu dever de protecção, de modo a salvar a população civil da Líbia de ataques armados em larga escala; assinala que nenhuma opção prevista na Carta das Nações Unidas pode, por conseguinte, ser descartada; solicita à Alta Representante e aos Estados-Membros que se mantenham disponíveis para uma decisão do CSNU sobre novas medidas, incluindo a possibilidade de uma zona de exclusão aérea destinada a impedir o regime de atacar a população civil; sublinha que as medidas adoptadas pela UE e pelos seus Estados-Membros devem ser conformes com um mandato das Nações Unidas e assentar numa coordenação com a Liga Árabe e a União Africana, incentivando ambas as organizações a conduzir os esforços internacionais;”

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34 respostas a Para a Líbia, rapidamente e em força!

  1. Renato Teixeira diz:

    Mais uma medalha para juntar à triste figura que fizeram no apoio ao PEC grego e à candidatura presidencial do PEC português. Não sabem dar uma no cravo sem dar uma na ferradura. Inacreditável.

  2. Pingback: Bloco de Esquerda vota a favor da intervenção da NATO na Líbia e quebra compromisso com eleitores e militantes | cinco dias

  3. A.Silva diz:

    Uma vergonha 🙁

  4. Augusto diz:

    “Quero deixar bem claro , que somos contra qualquer intervenção militar , incluindo a medida que lhe pode abrir as portas, a zona de exclusão aerea.

    Palavras de Miguel Portas na passada quinta feira 10 de Março numa intervenção no Parlamento Europeu.

    Só uma pergunta ao Bruno Carvalho, como pode a Esquerda Europeia evitar o massacre que o ditador Libio está a levar a cabo.

    A nossa solidariedade deve ficar só por lindas palavras, e tiradas sem sem consequências?

    • Bruno Carvalho diz:

      A nossa solidariedade com o povo líbio não deve passar por abrir caminho a uma intervenção imperialista que não só poria os seus amigos no poder como agiria motivada por interesses relacionados com os recursos energéticos e com a posição estratégica da Líbia.

      • Renato Teixeira diz:

        Evidente.

      • A.Silva diz:

        E ainda causaria muitos mais mortos e tornaria a Libia outro Iraque ou Afganistão, cuja solução não parece estar à vista, mas que vai somando cada vez mais mortos da população desses povos.

      • joão vilaça diz:

        e se, sabendo pela sua resposta a um outro comentador em baixo, que a Líbia tem sido um aliado do “imperialismo”, a não-intervenção da comunidade internacional for motivada pela salvaguarda, precisamente, dos “interesses relacionados com os recursos energéticos e com a posição estratégica da Líbia”? Ou seja, esperar que o regime aguente para continuarmos a fazer os nosós negócios, fazendo com o que o “imperialismo” se imponha por uma via passiva e não activa?

  5. AA diz:

    O que acha o Bruno Carvalho da solidariedade prestada por Ché Guevara na Bolívia e das forças cubanas em vários países de terceiro mundo durante os anos 60 e 70?

    • Bruno Carvalho diz:

      Achei muito bem que as forças cubanas tivessem prestado apoio militar e logístico às forças progressistas contra o colonialismo e o neo-colonialismo. A diferença é que o apoio a uma intervenção militar na Líbia não promove qualquer alternativa progressista e não garante a independência da acção do povo líbio.

  6. Bruno Carvalho, compre um espelho de corpo inteiro e mire-se nele, s.f.f.
    Desde quando é que a mesma merda é aceitável por boas razões e condenável por más razões ?
    Género, em vex de os meios caracterizarem os fins que se proclamam de garganta aberta, são os «fins» (mas que fins…) que justificam os «meios» ?
    Vossas excelências apêcêsados tem uma lógica igual a uma batata, e uma cabeça semelhante a isso mesmo.
    Peninha…

    🙁

    • susana diz:

      pois. a união soviética e cuba apoiaram a independência de angola com o mpla, que continua no poder representado por josé eduardo dos santos, esse grande socialista.

    • Bruno Carvalho diz:

      Deve ser dos que apoiaram a invasão do Afeganistão…

      • Luís Rocha diz:

        Obrigado camarada Bruno por não deixares esta vergonha passar em claro. Já dizia a palavra de ordem, “quem faz a guerra não quer a paz”.

        Afinal que falso dilema é este? Ou estás com Kadafi ou estás com a NATO? Abaixo a guerra e abaixo o imperialismo. Dissolução da NATO e de todos os blocos militares! O povo líbio só será livre pela sua própria força! Só o povo salva o povo!

    • A.Silva diz:

      Major intervir em Angola depois dos sul-africanos por lá entrarem à desfilada parece-me um pouco diferente, nã lhe parece?
      E comparar o espirito internacionalista do Che com o espirito canibal do imperialismo também me parece um tanto ou quanto diferente.
      Há… é verdade, já me esquecia qu`esta coisa do imperialismo tá ultrapassada.

  7. anon diz:

    O mais engraçado é o apoio à suposta “revolta” Líbia partir de informações manipuladores por parte dos media estrangeiros.
    A Líbia é um País de 6 milhões e meio de habitantes no entanto apesar de toda esta crise ainda não se viram movimentos de rua com números condizentes com esta quantidade de população. A própria cidade de Benghazi tem um milhão e meio de habitantes, no entanto nas manifestações de rua não se juntam mais que alguns milhares, muitas vezes nem chegando às dezenas de milhares.
    O Povo Líbio pode não estar com Khadaffi, mas tambem seguramente não está com os supostos rebeldes. Não cabe na cabeça de ninguem ser o Ocidente a impor-lhes as forças governantes, ainda para mais não sendo isso claro, já que se trata de um país tribal e muitas destas disputas, que alguns se atrevem a considerar pró-democracia são apenas disputas relativas ao dominio territorial e de poder de certos dirigentes tribais.

  8. Augusto diz:

    A Intervenção de Miguel Portas no Parlamento Europeu na passada quinta-feira é clara, por isso parece-me que há aqui alguém que se enganou.

    Mas vamos a um debate Bruno Carvalho

    Em que condições a Esquerda pode admitir uma intervenção estrangeira num País.

    Vejamos o que defende a SUA esquerda.

    1956 invasão da Hungria, foi por uma boa causa……..

    1968 invasão da Checoslováquia, foi por uma boa causa…..

    1979 invasão do Afeganistão , foi por uma boa causa…..

    Anos 50 invasão da Coreia, foi por uma má causa…..

    Anos 60 invasão do Vietname, foi por uma má causa….

    Já neste século invasão do Iraque , foi por uma má causa…..

    Angola 1975

    Invasão dos Cubanos, foi por uma boa causa…..

    Invasão dos soldados da Africa do Sul e do Zaire, foi por uma má causa…..

    Pergunto há invasões boas ou más consoante a nossa ( vossa) visão estratégica?

    Mas indo mais longe

    1945 José Estaline pressiona os seus aliados os EUA e a Inglaterra , para uma intervenção em Portugal e na Espanha para derrubar os ditadores Salazar e Franco, a proposta foi recusada, mas seria esta intervenção uma coisa Boa ou Má?

    Kadhafi é um ditador, que perante a revolta do seu povo, resolve o problema da única maneira que conhece, a repressão sangrenta.

    Se se patir da visão do Sr Fidel Castro, do Sr Hugo Chavez, e de partidos como o Partido Comunista do Brasil, não há revolta nenhuma, há só uma manobra do imperialismo americano, para se apoderar do petrólio da Libia.

    Para a esquerda consequente, a revolta dos povos do Norte de Africa contra os ditadores,é um direito desses povos á sua Liberdade, e devemos apoiar de todas as formas essa luta.

    Poderemos por isso apoiar uma intervenção estrangeira?

    Recuso terminantemente uma intervenção da Nato, ou dos seus aliados, tal como o Bruno Carvalho.

    Mas se a Liga Arabe e a OUA, decidirem apoiar a oposição Libia e os revoltosos até ás ultimas consequências, qual deve ser a posição da Esquerda?

  9. Boas

    Estive a ler a proposta de resolução e, efectivamente, não vejo nada de grave, nem referência a uma possibilidade de intervenção militar na Líbia, a não ser no parágrafo 10. O Miguel Portas e a Marisa Matias não aprovaram esse ponto, segundo percebi. O que está mal, então?

  10. Leo diz:

    Obviamente que os três votaram da mesma maneira que votaram Nuno Melo, José Manuel Fernandes, Elisa Ferreira, Regina Bastos, Mário David, Maria da Graça Carvalho, Diogo Feio, Carlos Coelho, Ana Gomes, Edite Estrela, Nuno Teixeira, Vital Moreira, Luís Paulo Alves e Paulo Rangel e assim formaram a maioria do país tendo todos tidos a classificação de “leal à maioria do país”. Ao contrário destes seus colegas que também obtiveram a classificação de “leal à atitude do grupo”, Rui Tavares, Marisa Matias e Miguel Portas tiveram a classificação de “rebelde à atitude do grupo.

    Os únicos que tiveram a honrosa classificação de “leal à atitude do grupo” e “rebelde à maioria do país” foram apenas Ilda Figueiredo e João Ferreira.

    Podem confirmar seguindo o link. Tudo o resto é má retórica e piores desculpas.

    http://www.votewatch.eu/cx_vote_details.php?order_by=euro_tara_nume_en&order=ASC&last_order_by=euro_parlamentar_nume&id_act=1557&euro_tara_id=&euro_grup_id=&euro_vot_valoare=&euro_vot_rol_euro_grup=&euro_vot_rol_euro_tara=&vers=2

    • Augusto diz:

      Ilda Figueiredo e João Ferreira, acham que Khadafi é um ditador?

      Ilda Figueiredo e João Ferreira acham que a revolta do povo Libio, merece apoio, ou pensam como Fidel Castro, que ali não há revolta nenhuma, e é só uma manobra do imperialismo para controlar o petroleo da Libia.

      Ilda Figueiredo e João Ferreira são rebeldes porque os seus amigos e aliados ideologicos continuam a apoiar o ditador Khadafi, a pretexto de ele ser um anti-imperialista?

      Em suma as revoltas, no Omã, no Bahrein, em Marrocos, na Tunisia , no Egipto, na Arabia Saudita, no Yemen são revoltas populares que merecem todo o apoio de Ilda Figeiredo e João Ferreira.

      A revolta na Libia, já não tem essa sorte…..

      Na pagina de Miguel Portas no Facebook este explica a sua posição.

  11. Pedro Pousada diz:

    Eu vejo as coisas nos termos da lógica da batata ou como Molotov dizia lixá-los antes que nos lixem. Não pode haver conciliação de classes nem hipocrisias e muito menos fair play-foi isso que lixou a Comuna de Paris, se tivessem avançado sobre Versalhes em vez de recusarem a guerra civil que aliás já começara, a “social” teria vingado! Cuba salvou a independência de Angola e a dos povos da linha da frente porque sabia bem que com o imperialismo não há conversa, só luta. Não fossem os cubanos em 1975 nos arredores de Luanda a malharem nos mercenários da Fnla e a porem em sentido os sul-africanos do general Magnus Malan e a História teria sido outra e muito provavelmente Mandela teria morrido no cárcere. As forças progressistas devem contrariar os planos do Imperialismo e não andar ao seu serviço sob o risco de deixarem de ser progressistas (regra que se aplica também ao revisionismo do coronel e que ele está a experimentar in vivo ao ser expulso do country club pelos seus amigos da onça Sarkozy e Berlusconi; pode ser que esse desaire o faça corrigir as suas atitudes e tomar a mais importante que será ceder o poder aos sectores anti-imperialistas do povo líbio que se mantiveram ao seu lado nesta crise). Ao imperialismo (UK, França, USA, Alemanha e Itália e já agora a Onu do incendiário Ban Ky Moon) apenas interessa o domínio dos recursos energéticos da Líbia e se necessário for fabricam um novo Iraque às portas da Europa.Falem é de Fallujah e do que por lá ficou, indignem-se com o fósforo branco, com o urânio empobrecido. Os imperialistas estão-se nas tintas para a democracia, a liberdade ou os direitos humanos no Magrebe, desde os tempos do Mussolini, do Rommel e do Montgomery que o que interessava ali era a nafta, o resto, os seres humanos, eram paisagem; já agora a Nato que intervenha na Arábia Saudita (a maior “democracia” do golfo, para os cinco mil príncipes, imagino eu que será). Ela acabou de invadir o Bahrein! Onde estão os milhares de mortos de que falam a Al-Jazeera, a sky news, o Independent?As vítimas do “tirano insano” são sobretudo homens armados, a morgue de Bengahzi está cheia de “mártires” se existissem valas comuns julgam que não teríamos videografias? -no Ruanda viam-se os cadáveres, as provas dos massacres, no Afeganistão idem, no Japão vêem-se os destroços de uma cidade, isso são factos concretos, ou seja, nesses locais há um claro défice demográfico. O resto se prestarem atenção aos serviços noticiosos (que só citam a oposição líbia) não passa de um enorme nevoeiro desinformativo e o jornalismo de referência bem pode limpar as mãos à parede.

    • Tens ideia de quantos comunistas Molotov assassinou? Tens noção de quantos comunistas o MPLA massacrou?
      Como não terás noção da barbaridade que é achar que a Comuna tinha condições para vencer, como não percebes que falas de imperialismos perfeitamente decadentes enquanto a China capitalista se prepara para estender o seu império a meio mundo. Por enquanto pacificamente, quando for a doer quero ver de que lado estarás.

  12. Isabel diz:

    Giro. Principalmente após a manif anti-Nato. Coerente.

  13. Fernando Marques diz:

    Reparo que há nestes comentários, à simples constatação de factos apresentado pelo Bruno Carvalho, uma grande dose de anti-comunismo. O Bruno limitou-se a constatar uma realidade de um partido que apresenta para o povo português uma cara e no parlamento europeu tem outra. Pois, esta tomada de posição, contrasta com a presença na manifestação anti-nato. É o principio fundamental da verdade e coerência que está em causa. E o Bloco de Esquerda nesta matéria deixa muito a desejar.

    Os ataques ao PCP são constituídos pelas habituais frases feitas que baseiam a sua sustentação na ignorância histórica dos factos e, forçosamente, falam de realidades, temporal e fisicamente, distantes. Nunca discutem a realidade do PCP que em termos de verdade e coerêcia não têm quem os equivale. Sobre este assunto o PCP limita-se a cumprir o seu programa contra os blocos politico-militares e a NATO.

    Se querem falar sobre o Partido Comunista Português e a sua história falem sobre os 90 anos de luta pela liberdade e direitos dos trabalhadores e do povo português. Falem sobre a luta contra a ditadura quando todos os outros se limitaram a desistir ou em colaborar com o fascismo. Falem sobre as conquistas do 25 de abril e as lutas que o PCP travou para as alcançar. Falem sobre as propostas apresentadas pelo PCP na Assembleia da Replublica e no Parlamento Europeu. Falem sobre o trabalho realizado pelos deputados comunistas que é reconhecido a nível internacional. Falem sobre a luta pela igualdade entre homens e mulheres. Falem sobre o programa do PCP. Do PCP só encontarram trabalho e luta por justiça.

  14. pedro pousada diz:

    14 milhões?100? Em quanto vão as contas dos roberts service e conquest, montefiores e restantes caça-vampiros da historiografia ocidental? Eu não embarco na teoria de que Estaline matou mais comunistas do que Hitler nem em outros mito anti-soviéticos que servem para assustar as criancinhas desprevenidas, como tal nem sequer vou discutir com vossa excelência. Conte é o número de bases e de frotas que as potencias ocidentais possuem por esse mundo fora e compare-as com as que a China tem no estrangeiro.Imperialismo decadente mas belicista e de rapina voraz.

  15. Akilo é uma trapalhada , e das grandes.
    Cheguuei agora a casa, liguei a TiVú na AlJazeera, e estavam para lá uns ‘dirigentes’ da oposição líbia’ (radicados em Manchester, UK, a tropeçar nas próptias palavras e pernas.
    Então o que é que eles querem ?

    01. Nada de exércitos estrangeiros em terra. A ‘coisa’ é connosco.
    02. Ah, mas uma «no-fly-zone» e umas armas davam-nos jeito. É a vossa oportunidade (oh seus West) de reparar anos de colonolialismo ajudando-nos agora, que o «coroné»está sentado em cima de uma bruta “killing machine” e atira a torto e a direito.

    Pergunta elementar: E como é que isso se fax, sem bombardear todas as bases aéreas líbias, chatear-se com a Rússia e a China, eventualmente acertar em alguém que esteja lá perto a vender tâmaras, e depois levar convosco por …?
    E depois ter tropas no terreno para evitar que a ‘coisa’ se repita ?
    Pequeno problema de logística, mas claro que político não liga a isso.
    Querem é ter o bolo na despensa e comê-lo ao mesmo tempo.

    Ah, porque agora temos um general que veio do Chade, desertou p’ró nosso lado, e ele é duma ‘tribo’ muito importante ali ao pé de Benghazi, mas precisamos de armamento moderno.
    Pois…
    Não admira que a NATO esteja o mais possível quieta e calada.
    A situação é lose/lose, I’m afraid.
    Isto faça-se ou não se faça nada. Vão sempre ficar a odiar-nos, e depois vêm para cá viver na mesma.

    Preso por ter cão…

    🙁

  16. Gustavo diz:

    Viva o BE, sempre na crista da onda mediática… Não fosse o povo acusá-los de apoiarem o Kadafi… Bolas, mais vale dizer qualquer coisa popular, como fizeram na «ajuda» à Grécia (estão a pagá-la bem cara, os trabalhadores gregos…)…

  17. JP diz:

    Oh! Augustus!
    A sua Direita é de tempos imemoriais, desde os romanos, nas muitas invasões nos vários territórios, guerras e guerras de opressão, e mais recente Bismarck, a seguir Hitler, intromissões em toda a América Latina, na Coreia, no Vietenam, duas Bombas atómicas sobre o Japão, apoio sucessivos a israel, à Unita, à Africa do Sul racista, podiamos enumerar as diatribides de direita, durante o século XX e muito já século XXI, portanto a sua direita tem preconizado a delapidação do mundo em larga escala, a sua raiva já percebi deve-se à revanche devido à sua condição de regressado ou “retornado” de Angola.
    Sinceramente estive em Angola de 70/72 e digo-lhe quando fui lá defender uma terra que não era minha, deixando obrigado, a minha familia, lamentálvelmente não vi os chamados “retornados” defenderem o que era “seu” e posicionarem-se para criarem uma Angola, de paz e cooperação, estiveram sempre do lado errado, do lado reacçionário e até racista da questão, com Savimbi e a Unita.

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