Dedicado às jugulentas

A propósito do seu agudo sentido do essencial e do acessório (1, 2, 3), disse o Figueira o bastante ali abaixo. Faltou acrescentar isto.

PS – Para evitar discriminações de género, dedicado aos jugulentos também (4). Um esforço mais, jugulentos e jugulentas. Vá.

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16 respostas a Dedicado às jugulentas

  1. Dedicado a mis compás (PêCêzada, não ver, não tocar, vão-se horrorizar…)
    😀

    Falconetti Peña & Orsini Zegrí – Autonomía Obrera (2008)

    http://img.photobucket.com/albums/v215/lewister/AutonomaObrera2008-cover.jpg
    http://img.photobucket.com/albums/v215/lewister/AutonomaObrera2008-03.png
    http://img.photobucket.com/albums/v215/lewister/AutonomaObrera2008-04.png

    España

    http://www.autonomiaobrera.net/pages/la-pelicula.php?lang=ES

    Directores: Falconetti Peña & Orsini Zegrí
    2008
    Documental

    “Autonomia Obrera” es una película sobre las luchas autónomas en España en los años 70, un relato del otro movimiento obrero, una reescritura de la transición posfranquista.
    Contra la memoria histórica, memoria política !

    75 minutos.
    Producido por Espai en Blanc.

    “Proyecto de investigación de la Fundación Espai en Blanc que pretende sacar a la luz lo que se podría llamar el otro movimiento obrero.

    Con el término otro movimiento obrero designamos las prácticas anticapitalistas de autoorganización y acción directa que se desplegaron en el Estado español especialmente durante los años setenta.

    Este otro movimiento obrero protagonizó las llamadas luchas autónomas que se desplegaban muchas veces al margen de los partidos y sindicatos aún ilegales.

    Las luchas autónomas inventaron formas de resistencias igualitarias y antijerárquicas, cuya voluntad era llevar más lejos la transición democrática.

    Evidentemente, este otro movimiento obrero forma parte de un ciclo de lucha que no se limita al Estado español: Mayo del 68 en Francia, del 69 hasta el 77 en Italia…, son momentos de dicho ciclo.”

    Muchísima más información en la web de UNIA:
    http://ayp.unia.es/index.php?option=com_content&task=view&id=454

    Inglés aquí:
    http://ayp.unia.es/index.php?option=com_content&task=view&id=467

    El «flix»:
    http://www.megaupload.com/?d=8XZGL5TA

  2. vítor dias diz:

    A respeito do post de Irene Pimentel que António Figueira destacou, creio valer a pena contar o que se segue sobre os bastidores do pimentelismo jugular.

    1. Face àquele post, escrevi para lá um comentário onde, em resumo, informava os leitores e a autora do post que a frase exacta era «o povo unido não precisa de partido»; que o pano respectivo era suportado naturalmente por dois paus empunhados por um sujeito que não conheci e pelo ex-candidato Coelho e que atrás deles dois nem um apoiante havia; que, sendo eu um idoso pacato, tinha tido a tentação de o deixar de ser mas não tinha levado um marcador grosso para riscar a palavras «partido» e substitui-la por «demagogos»; e, finalmente, que muito para além do Coelho, naquela manif. havia centenas de coisas belas para reparar e apreciar.

    2. Esta manhã verifiquei que o meu comentário não tinha sido publicado mas que, em vezx dele, a autora tinha feito um comentário rezando o seguinte :”afinal, disseram-me que os cartazes eram:«o povo unido não precisa de partido» ,como já disse, estou por tudo”.

    3. A isto respondi e foi publicado : «Disseram-lhe ? Ou foi este que tem nome e que se assina que lhe disse em comentário que estranhamente não foi publicado.»
    A Prof. Irene Pimentel tem caixa de comentários mas já faz disto em relação a um texto que não era ofensivo ?

    4. A isto respondeu elipticamente Irene Pimentel : «não costumo publicar anónimos, mas achei, neste caso, instrutivo, mostrar ao que vem».

    5. Por minha vez, eu voltei a responder dizendo a Irene Pimentel era eu mesmo, Vítor Dias, que assinava e que agora que ela já não podia invocar a questão do anonimato tivesse o fair-play de publicar o comentário censurado.

    6. Por fim, Irene Pimentel acaba de me responder : «Vítor Dias, lembro-me muito bem de si dos anos 70, da Proelium ou da Vis. Publiquei este comentário porque me apeteceu, assim como não publiquei o anterior porque não me apeteceu. Além da especificação da palavra de ordem, achei que o seu comentários nada mais acrescentava.Dá-me autorização que faça o que me apetece em “minha” casa? Ou vai dizer que isto é censura?
    P.s. Não sou professora, pois não dou aulas»

    Remate: os leitores leiam o ponto 2. deste texto e apreciem o juizo de Irene Pimentel de que, para além da correcção da frase, o meu comentário nada acrescentava. E perguntem-se porque é que Irene Pimentel achou que nada acrescentava informar que era J. M. Coelho que levava aquela pano com aquela frase.

  3. Dedicado aos meus companheiros do PC do B (mas que estupidez vcs foram fazer ?) e quem se fornicou no Araguaia foram evidentemente os índios, o exérxito ‘brazze’ era muito mais forte…
    Wagner e Bituca, cantos gregorianos e letra ‘meio escondida, precisava passar na censura da ditadura militar…

    Música para um chefe “índio” que foi ‘na conversa’, e pagou com a vida:

  4. xatoo diz:

    “já disse o Figueira o bastante ali abaixo”, e é preciso não esquecer, o “analista” que disse é um “conceituado” prémio Jacques Dellors, ou seja, com obra publicada reconhecida por esta construção de “união europeia” – em que é que a análise de A. Figueira difere por exemplo da do pai (pater semper incertus) da adesão nacional Mário Soares que está na génese deste lindo serviço?

    • António Figueira diz:

      Quando houver um prémio Jacques Delors (só um éle) para o ressabiamento, o Xatoo é o nomeado n.º 1! 🙂

  5. idi na huy diz:

    Quando as águas transbordarem as margens, a inundação vai ser violenta,contra as forças anti-humanidade!!!!

  6. xatoo diz:

    é a resposta de um funcionário, de um corrector automático, que corrige uma letra mas passa ao lado do corpo da questão. Como afilhado da ideia soarista, outra coisa não seria de esperar. Para se redimir talvez nos pudesse explicar os meandros da produção de uma outra obra famosa, escrita dentro do mesmo espirito da “democracia europeia”, o “portugal amordaçado” de Mário Soares, cujo rascunho foi revisto, corrigido e aumentado pelos judeus da editora Calman-Levy (e aí voltamos à génese o assunto em que o funcionário A.Figueira teve o prazer de me censurar os comentários)

    • José diz:

      Alguém deveria explicar ao xatoo que o editor do Portugal Amordaçado foi o Alain Oulman, judeu português, perseguido e torturado pela Pide, expulso de Portugal e que terá convencido o M. Soares a escrever essa obra, importante no contexto dos anos 70, goste-se ou não do seu autor e, sobretudo, da sua obra política posterior.
      Alguém deveria explicar ao xatoo que o credo religioso de cada um não deverá ser símbolo da sua identidade, que não se vê o xatoo escrever do judeu Marx, do cristão ortodoxo Estaline, do católico Guterres, do agnóstico XPTO, do ateu Y, etc…
      Enfim, alguém deveria explicat ao xatoo que o racismo/anti-semitismo é feio, mas parece-me que será tempo perdido…

  7. xatoo diz:

    perdão (e antes que dispare de novo o corrector automático) a coisa chama-se Calmann-Levy (com dois énes) gafe de impressão, (ou gaffe?) da qual padece igualmente a própria fundação do dito cujo autor pela pena da interposta editora

  8. o da boa-fé diz:

    Até que enfim alguém que nos traga música de gente decente e séria à tasca! Já não suportava aquelas popalhadas de chantili e baunilha para sensibilidades mais sensíveis do que a minha. Para quando uma cantiguinha de Abruptum dedicada a esse anjo teutónico, essa formosíssima Angela, que manda em todos nós?

  9. helder diz:

    Não seria mais eficaz a imagem de um dildo em ferro ferrugento?

  10. xatoo diz:

    José
    não seja aldrabão,
    1. o Sionismo não é uma religião, é uma opção politica
    2. sou livre de atacar o sionismo sempre que me aprouver, sem que por isso possa ser conotado com anti-semitismo (!) os judeus loiros de olhos azuis do lobie norte-americano são semitas?
    3. sobre o Alain Oulman leia (embora para os seus designios trafulhas não lhe sirva para nada) o que escrevi no post acima sobre o livro da Raquel Varela

  11. José diz:

    “o “portugal amordaçado” de Mário Soares, cujo rascunho foi revisto, corrigido e aumentado pelos judeus da editora Calman-Levy”
    Isto foi o que escreveu o xatoo. Alguém lê sionismo, aqui?
    O racismo, anti-semita ou outro, é feio, tal como feio é disfarçá-lo com motivações políticas.

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