À vencedora, os sapatos!

PEC I, PEC II, PEC III, PEC IV, geração à rasca e talvez um quarto de milhão nas ruas, dívida a 8% e petróleo a cento e muitos o barril, crise institucional & cimeira do euro, protestos, contestação, confrontação, vem o FMI ou não vem, há eleições ou não há: todas essas irrelevâncias nesta admirável síntese (todo o socratismo neste admirável blogue).

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
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18 respostas a À vencedora, os sapatos!

  1. tric diz:

    são as tias…

  2. Luís Fraga diz:

    Esta Irene Pimentel faz me lembrar a Condolezza Rice, pelos sapatos. Deviam fazer um dia da mulher burguesa, eu dava-lhes os sapatos… pelo ar. Mas sapatos com bom gosto, que é para não dizerem que não sou civilizado.

  3. Luís Rocha diz:

    Correção: repete comigo Só-cre-ti-nismo! Desculpa lá mas ao menos o hoem merece que digam o nome dele como deve ser. “Só-cratismo” não dá, não soa e não cola. Um engenheiro Freeport, fluente em inglês técnico, de diploma independente-de-fim-de-semana, que tem amigos que gostam ro(u)balos eque diz que é porreiro pá… só pode ser Só-cretino.

    E apenas e Só-cretino.

  4. Nem mais, nem menos.
    Pequenito problema: a «concorrência» (pesporrência ??) é ainda pior, zeus nos salve…

    🙁

  5. Carlos Vidal diz:

    Eu acho que as gajas gostam de levar pancada, basicamente.
    (Não digo como, nem da qual, nem qual de qual….)

    Parabéns, António.
    Vou ler-te em breve no outro suporte.

  6. Pingback: Dedicado às jugulentas | cinco dias

  7. miguel diz:

    Isto já nem é enterrar a cabeça na areia, é descer ao bunker.

  8. ricardosantos diz:

    têm uma prosa engraçada mas ficam a milhas do dito.

  9. Este post demonstra total desconhecimento da arte do calçado. Porque os sapatos não eram uns sapatos quaisquer, eram uns sapatos TOD, santo deus!
    E toda a gente sabe que os sapatos TOD são os melhores para levar a qualquer manifestação, porque proporcionam “apoio adequado, flexibilidade e amortecimento”.
    Além disso, só um homem para não perceber que em todas as mulheres se esconde mais ou menos bem escondidinha uma imelda marcos.

    • António Figueira diz:

      O meu problema não são as imeldas, com elas posso eu bem, o meu problema é mais o marcos, que nunca mais desgruda.

    • José diz:

      Os meus parabéns!
      Nada como uma mulher para imediatemente distinguir numa foto a marca dos sapatos!
      Ele há grandes diferenças entre os géneros e esta é, seguramente, uma delas.

  10. António, não vou deixar que a minha curiosidade tipicamente feminina me denuncie com a pergunta: quem é o marcos?
    José, tb. os há para homens…

    • António Figueira diz:

      À curiosidade feminina respondo com estultícia masculina: O Marcos é… o marido da Imelda.

    • José diz:

      Evidentemente que há, Ana. O que não existe é o olho clínico masculino para imediatamente apontar a marca de uns chanatos na fotografia…

  11. António, notarei eu em ti essa qualidade tipicamente masculina a que se chama desconversar? (isto dos géneros tem mesmo muito que se lhe diga como disse o José…)
    José, é o chamado olhar de águia (o que, obviamente, não é uma metáfora futebolística)

    • José diz:

      O António não está a desconversar. É tudo resultado de um gap geracional. A Ana deve ser demasiado jovem para se recordar do marido da Imelda Marcos, o presidente das Filipinas, chamado Ferdinando Marcos.
      Quando o casal fugiu, o povo invadiu o palácio presidencial e descobriu, então, a colecção gigantesca de sapatos que a Imelda possuía.
      E não, não é apenas uma questão de “olho de águia”. Um homem olhava para a foto e, eventualmente, se o seu olhar durasse mais do que três segundos, poderia achar que eram bonitos, ou feios, ou algo assim.
      Uma mulher olha para os sapatos na foto e tenta descortinar qual a marca… xiiiii…..

    • António Figueira diz:

      Ok, admito: prosseguindo nas metáforas futebolísticas, “chutei para canto”…
      Mas a minha estultícia teve vantagens, repara: o José atribui a nossa desconversa à minha provecta idade e aos teus verdes anos… Querias melhor?

  12. o José atribui a nossa desconversa à minha provecta idade e aos teus verdes anos
    António, adoro conversar virtualmente…
    -:)
    José, thank you so much

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