coração, cabeça e o corpo. amanhã levamos a História na mão. e é só o começo.

Sobre Sassmine

evil fingering.
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33 respostas a coração, cabeça e o corpo. amanhã levamos a História na mão. e é só o começo.

  1. Diogo diz:

    Que se multiplique indefinidamente…

  2. D SUL diz:

    D”SUL: I WILL BE THERE

  3. a anarca diz:

    Invictus

    I am the master of my fate:
    I am the captain of my soul.
    W.H.

  4. JoseB diz:

    Viva a Revolução.
    E uma 4ª República.
    Com PPC (PSD) ou com o PCP (PCP)
    A bem do ‘Regime’

  5. Em eu não estando lá em corpo presente (circunstâncias antagónicas várias) , cabecinha e espírito estarâo lá, e se for ideia passar de lá, ‘recrutem-me’, sei como se fax…

    😉

  6. É giro ver gente de esquerda a congratular-se com uma manifestação de apoio ao governo. LOL. Ganhem vergonha na cara.

    • Sassmine diz:

      estou a ter dificuldades em responder ao seu comentário, Manuel, porque ainda não parei de rir. estou pasmada com a sua clarividência e acabo de perceber que vou para a rua apoiar o governo com base na total rejeição das políticas do governo. ai, se não fossem os anastácios desta vida, quão enganados andaríamos…

  7. Sassmine diz:

    devo deduzir das suas palavras, portanto, que o governo PS é de extrema-direita?

    e, tenha lá paciência, mas nós éramos mais de 200 mil e havia 30 skins lá no meio, cujas palavras de ordem nunca pegaram porque nós gritámos mais alto. no máximo, eles manifestaram-se ao nosso lado, não o contrário. eu estou rouca de gritar ao megafone para que eles não se ouvissem nem espalhassem os seus slogans, mas o Manel, do seu sofá, está a dar-me lições?

    um bocadinho de honestidade intelectual nos seus comentários, seria pedir demais?

    • Honestidade intelectual, tem-na. E não saí porque não estou disposto a participar em manifestações apolíticas – do género, estamos descontentes mas não-sei-quê. Façam manifestações que indiquem um rumo de esquerda e eu estarei lá. Façam manifestações de descontentamento onde se estabelece que é tudo farinha do mesmo saco, criando a ilusão que é tudo revolucionário quando nas próximas eleições vão, sim, ficar no sofá e entregar tudo ao Coelho das Passas ou a um pseudo-socialista qualquer – e, nesse caso, não apareço, não. Não por comodismo. Mas por honestidade intelectual – aquela que diz que me falta. Agora, nas próximas legislativas eu voltarei a esta caixa de comentários para fazer o balanço de quem ganhou com esta manifestação. Tomara que seja eu o enganado… Garanto que queria ser eu a perder nesta discussão e que os factos mostrassem que estou errado.

      No resto, espero que não me veja como seu inimigo ideológico, que não sou. Apenas não tenho a mesma visão optimista quanto à inteligência do povo português – incluindo grande parte dos descontentes à rasca que saíram ontem à rua – e não falo, obviamente de si. Tomara eu viver nessa ilusão. Seria mais feliz, sem dúvida.

      Quanto aos skins: 30 já é demais. E estiveram ao vosso lado. Vão aparecer na fotografia. E vão usá-la para seu proveito próprio… Mas isso sou eu, um anastácio qualquer a falar…

      • O governo PS não é de extrema direita, claro. Nem nunca o disse. É apenas de direita. Apenas não participo em manifestações dúbias onde pessoal de extrema-direita se sente tão à vontade como eu. Um manifesto que apenas indica o descontentamento e não indica o rumo a seguir serve para todos, ou seja, não serve a ninguém. Unanimidades destas não prenunciam nada de bom. Prenunciam, no mínimo, que ninguém se vai mexer. Até porque já se gritou ao megafone e participou-se de uma catarse colectiva – daquelas que servem para amansar os ânimos. Dissipar a energia acumulada de forma controlada, de modo a prevenir terramotos realmente revolucionários. Eis o que aconteceu ontem.

  8. Sassmine diz:

    nisso não estamos de acordo, Manuel. acho que o que aconteceu ontem foi um passo. e demitirmo-nos dele é o que convêm aos que dele se querem aproveitar. os skins preocupam-me menos do que o Cavaco e o Coelho. e é por isso que é a nossa acção, dos manuéis, que tem de fazer a diferença. mas se estivermos nas ameias a disparar e com medo de nos comprometermos vamos colaborar com eles, e não combatê-los.

    contamos consigo, Manuel, para provar que está enganado? 🙂

  9. Sassmine diz:

    só mais uma coisa: o protesto definiu-se como apartidário (no sentido em que não era convocado por partidos), não como anti-partidário e muito menos apolítico. se alguma coisa se fez ontem na rua, foi política.

    • António Figueira diz:

      Isso mesmo!

      • Não têm de contar comigo., porque comigo já contam naquilo que é importante e inequívoco. Teriam é de contar com aqueles que marcharam ao vosso lado e que, depois, não votam, ou votam Portas, Coelho ou Sócrates. A marcha de ontem continua, para mim, a ser a marcha de uma falsa unanimidade, a marcha de todos os equívocos. O futuro mostrará quem tem razão. E, infelizmente, parece-me que eu é que vou lamentar o facto de ter razão…

        Volto a dizer… Quem me dera estar enganado. Eu saio à rua e grito até ficar rouco. Mas sem ambiguidades como as de ontem. Ambiguidade é cobardia.

        • Ontem fez-se política. Ser apolítico também é ser político. Essa incongruência no discurso de grande parte dos manifestantes (não falo do vosso caso em particular), ao declararem-se apolíticos, foi uma das razões que me indispuseram contra a manifestação. É a táctica cobarde de fazer política mas não assumir o adjectivo porque há muito que se faz corresponder política a instintos baixos de egoísmo, calculismo e corrupção. É precisa uma geração política e não uma geração de queixinhas que não se quer comprometer com ideologias.

  10. Sassmine diz:

    Manuel, insistir numa inverdade é má-fé. Fui a primeira a dizer que o que se fez na rua foi política, releia lá o que está escrito no meu comentário e não o que quis ler.

    A manif não se convocou como apolítica, mas como apartidária, apenas no sentido em que não era convocada nem restrita a militantes de qualquer força. Não perceber isto, repito, é má-fé ou problemas com a língua portuguesa.

    Em terceiro lugar, só mesmo numa democracia imatura e frágil como esta é que é visto como negativo o facto da sociedade civil não-partidarizada (o que não é o mesmo que não-politizada) sair à rua em protesto. São heranças conhecidas, que curiosamente unem a esquerda ortodoxa ao centrão e aos apoiantes fervorosos do governo de Sócrates. De repente estão todos no mesmo barco, é quase enternecedor.

    Por último, ficar de parte à espera que falhe é confortavelmente cooperante com o status quo. Mas cada um sabe de si, Manuel.

  11. Como disse, insistir em inverdades é má fé.

  12. Sassmine diz:

    pois é, Manuel, claramente.

  13. Ainda bem que estamos de acordo.

    • 12 de Março: o primeiro passo de um bebé chorão. Afinal, onde estava a consciência política daquela gente toda? Fugiu para onde? Foi apenas o começo do quê?…

      • Sassmine diz:

        ah, o Manuel acha, portanto, que o filme já acabou…? É que ainda vai só no início.

        (que mal pergunte, 0 Manuel pegou nas perninhas e misturou-se com as pessoas, conversando e discutindo, ou ficou só a assistir para depois poder vir aqui pôr este comentário?)

        e para isto não ser só desconversa, informo-o que as pessoas que convocaram o 12 de março se constituíram em movimento, lançaram, com outros movimentos, uma iniciativa legislativa de cidadãos por uma lei contra a precariedade (o Manuel já assinou? se não assinou, informe-se e assine, é importante), temo-nos (porque entretanto eu integrei o movimento) desdobrado em debates e sessões várias de discussão e esclarecimento, numa pareceria com a A25A, e queremos continuar a fazê-lo e a descentralizar a acção. se quer milagres, Manuel, é melhor ir a Fátima.

        • Não se desdobraram em nada. Dissolveram-se em outros movimentos que, quer queira quer não, não têm uma centésima parte de visibilidade que aquela marcha teve (e impropriamente, a meu ver). Movimentos, contudo, que, tenham origem onde tiverem, são absolutamente diversos daquela coisa e merecem (estes sim), o meu apoio. Ainda vai no início? Ora bem. Concorda comigo.

  14. Sassmine diz:

    ah, o Manuel tem um problema com “aquela coisa”. bom, discutir consigo para quê, se o Manuel tem tanta certeza das suas certezas que até chega sempre à conclusão final de que eu concordo consigo. então mas se eu concordo consigo, para que é que está a insistir…?

    (sabe que o M12M, por acaso, apresenta-se e identifica-se com o manifesto original. mas nós por aqui temos muita dificuldade em lidar com coisas que incluem em vez de excluir. somos visceral e raivosamente contra. chamamo-lhes coisas como “aquela coisa”. enfim… para quê continuar? para o Manuel há-de ser sempre indiferente o que eu disser.)

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