Colóquio Greves e Conflitos Sociais no Século XX

Lisboa vai receber entre 16 e 20 de Março de 2011 um dos maiores colóquios já realizado sobre conflitos sociais no século XX. Na Universidade Nova vão estar quase 200 investigadores que estudam os conflitos sociais no século XX que tiveram lugar nas fábricas, nas universidades, nos serviços públicos, conflitos urbanos e rurais, bem como conflitos que ganharam uma dimensão de guerra civil/revolução. Muitos dos trabalhos versam ainda sobre as organizações e lideranças políticas e sindicais do movimento operário e do socialismo.

Entre os presentes contam-se Marcel van der Linden, director de investigação do Instituto de Amesterdão, Kevin Murphy, prémio Issac Deutscher, Serge Wolikow, director da Maison de Sciences d L’Homme de Dijon, Alvaro Bianchi, director do Arquivo Edgard Leuenroth, Fernando Rosas, presidente do IHC, Lisboa,  Beverly Silver, autora de Forces of Labour, Geert van Goethem, director do Instituto Amsab de História Social da Bélgica, Peter Birke, editor da Social History online, Andrea Catone, editor do jornal L’Ernesto, Anja Kruke, directora do Arquivo da Fundação Friedrich Ebert, Armando Boito, editor do jornal Crítica Marxista, Dave Lyddo, editor da Historical Studies in Industrial Relations, entre muitos outros.

IHC/UNL

Veja aqui o programa.

A Entrada é Livre

Para qualquer assunto contactar:  ihc@nullfcsh.unl.pt

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6 respostas a Colóquio Greves e Conflitos Sociais no Século XX

  1. Obrigadinho pela info R.V.

    “Elenco” impressionante, assunto interessante.
    🙂

  2. Pedro Penilo diz:

    Bem-vinda aqui à tasca, Raquel Varela. (o grumete de serviço)

  3. m diz:

    hum… grandes nomes de universidade !!! desses todos ” especialistas” quantos estudaram o assunto através da participação-observação? gostava de saber , para ver se vale a pena ir. é que dos outros métodos todos não me fio um pelo e é pura perde de tempo ouvir conversa de “especialistas teóricos” dedicada uns aos outros.

  4. joaovalenteaguiar diz:

    O Armando Boito é editor da revista “Crítica Marxista” e não de um jornal. É uma publicação marxista académica e não um jornal político. Ele, o Ricardo Antunes, a Virgínia Fontes e a Beverly Silver serão, provavelmente, os nomes mais interessantes.

    Abraço

  5. Não vou lá estar, fora do país.
    Espero que o Tó Manel, a Dores ou o TóPê, ou outros (tudo ICS) tenham alguma coisa p’ra dixer nisso, se acaso lhes fôr proporcionado, ou lhes apetecer.
    Teria interesse se houvesse comunicacões/conclusões impresssas.

    🙂

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