Sagte Angela Merkel: “Muss ihre Hausaufgaben machen!”

“Ja, Ma’am. Wie gebe ich ihm mehr Vergnügen”, sagte José Sócrates, unterwürfig und verlegen, in technischen deutshe.


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18 respostas a Sagte Angela Merkel: “Muss ihre Hausaufgaben machen!”

  1. Há uma coisa que tem que ser dita: «quem paga as contas comanda a dança».
    Fica um pouco ridículo andar aí a pedir dinheiro emprestado (que os gajús nem sequer queriam emprestar, mas enfim.. nazis e isso, tomem lá umas “culpabilidades” da WWII) e depois começar a ladrar alto e a tentar «morder na mão» de quem nos alimenta.
    Não é decente, e é risível.
    Anão a tentar fazer-se de gigante.
    Depois acharão que os gigantes não topam a “cena” ??
    🙁

    • Renato Teixeira diz:

      Não vejo que andem a pagar as contas de ninguém. Bem pelo contrário. O paradoxo é que com a generalidade das políticas de “convergência” é a Alemanha que mais dinheiro ganha.

  2. Chaplin, Foucault e Dostoievski:Divertimento e Hospício ou traduzido directamente do russo,Humilhados e Ofendidos.

  3. Só por curiosidade, de onde é que esta parte em alemão veio? E que é que é suposto significar?

  4. Marota diz:

    O alemão escrito lá em cima, é sem dúvida só técnico. Cada vez gosto mais da Angela e menos de amigos da opulencia, mas pelintras e pedinchas. Aqui a parcimónia ainda é uma virtude – Aleluia

  5. Niet diz:

    Sócrates só pode estar submisso e embaraçado…A Alemanha- a sua classe política- até gosta de Portugal. A prova: as visitas expresso do ministro da Economia a Lisboa, quando
    a crise ” apertou ” mais no final do ano transacto. De qualquer modo, há um penoso e arrastado desenrolar dos cenários da crise económico-financeira portuguesa que, tudo o indica, tornará inevitável a intervenção conjunta do FMI e do BCE. O PM português é demasiado mau para entender isso, e tenta desesperadamente ganhar tempo.
    Em termos reais, tirando o impacto mínimo dos investimentos Sonae/Sierra na Alemanha pela construção inicial de um Drugstore-tipo Colombo em Berlim, a indústria portuguesa tem perdido quota de mercado a nível lancinante, sobretudo nos sectores do Calçado, Têxtil e Vestuário, o que é assustador. Niet

    • Justiniano diz:

      Apenas para subscrever este seu comentário, caro Niet!!
      Acrescentaria apenas o medo, como elemento transversal!!

      • Niet diz:

        Carissimo Justiniano: Quem me lê, sabe- tirando alguns delirios camilianos e intempestivos-sempre com o coração perto da boca-que combato o sistema que selvaticamente nos é imposto. Tento situar-me fora da lógica politica tradicional. Anteontem fiquei muito alarmado, meu caro. E passo a narrar-lhe o meu espanto: falei com um velho amigo, antigo esquerdista, que conheceu as duas prisões da Pide, a de Caxias e a de Peniche; não é que ele ainda acredita que a União Europeia nos irá ” salvar”!?! Eu fiquei aterrado e lá o tentei demover da miragem impossível. A Grande Europa é um ” sonho ” péssimo e ilusório no contexto do sistema neo-liberal para que foi empurrado pelas classes políticas de França e da Alemanha, que põem e dispõem, a seu belo prazer, do futuro de mais de 450 milhões de europeus que se deixaram enganar. Como se sabe, os grandes beneficiários do Mercado Único foram a Alemanha e a França, em destacadíssimo lugar. Portugal deixou-se ir na cantiga do bandido e perdeu a oportunidade de sustentar uma
        nova economia competitiva. A Alemanha- que precisa da França para dar força ao seu hegemonismo indisfarçavel- para impôr a sua estratégia económica e política- deparou com uma Zona Euro exausta e à beira da catástrofe economica e financeira. Os dirigentes de Berlim- que não escondem as suas intimas relações com os grandes capitães da indústria teutónica- moveram o Céu e a Terra para favorecer as alternativas a zona tão deprimida: a aposta indesmentível no mercado russo, de grandes recursos, ganhou tudo e todos. Um massivo e impressionante movimento de implantação técnico e industrial alemão- secundado mitigadamente por sectores industriais de ponta franceses , ingleses e italianos- foi ao ataque do
        mirífico mercado russo. Isto, foi há três, quatro anos. Com a crise económica global de 2008, toda essa estratégia ganhou mais consistência porque os investimentos e empreitadas na Rússia tornaram-se prioritários e liderantes, claro. E o que se vê, hoje, é a leviana e estouvada politica europeia da sra. Merkel( e do seu caniche francês Sarko), a ditar cartas à Europa, impondo uma cura de austeridade sem precedentes e que só pode agravar as enormes dificuldades em que os restante 25 Estados da UE se encontram. Niet

        • Justiniano diz:

          Caríssimo Niet, bem sei, do que lhe costumo ler por aqui e por ali!! Diria que, em relação ao que nos diz, apenas discordo da parte do logro. Inexiste qualquer logro, ou melhor, se logro houver, latente e de má fé, é bilateral!!
          Estou em crer que temos adiado a coisa como quem se atreve a ser adoptado por peremptoriedade consumada e inevitável!!
          É evidente que há concordancia em muitas leituras, caro Niet. Mas o que verdadeiramente me custa é este medo da clarificação que perdura há já mais de 15 anos e que foi sendo adiado por conformismo!! E como reagimos agora!!?

          • Justiniano diz:

            E caro Niet, esse seu amigo vê a UE como, verdadeiramente, sempre fomos vendo a UE! Como uma espécie de 3ª dimensão da divina providencia, como um fundo de garantia da Caixa de Previdencia!!

          • Niet diz:

            Caríssimo Justiniano: Esse medo- por acaso ando a ler um livro deslumbrante sobre Freud, um dos maiores e mais profundos que jamais li sobre a Psicanálise -só pode ser causado por um desconhecimento concreto da realidade, tanto histórica como pelos efeitos do pesadelo que anda associado à pulsão de morte…Claro, o meu amigo, um esquerdista ” hegeliano ” de alto coturno, não padece desse medo, mas de uma estranha estranhesa que o confunde na vontade de criar novos espaços de liberdade e pensamento! Niet

    • koshba diz:

      Estarmos a pagar os roubos e as engenharias financeiras de especuladores imobiliários,financeiros e outros que tais(80% da dívida de 263% do PIB,ou seja 0.8*263%=210.4% são à pála dos oliveiras costas e os amigos do cavaco,um verdadeiro padrinho! e,isso não vejo aki escarrapachado).Estes comentarios aparentemente equilibrados estão eivados de merda e obscurantismo para safar os agiotas,os criminosos, num senso pouco comum.cLARO QUE ISSO DE FAZER CONTAS NUM UNIVERSO DE ILITERADOS é fodido,donde mais vale ficar a amadar bocas tipo isabel stilwell é mais consensual.Da-se!
      Contra números não há argumentos por isso,vocês fogem de rebater….

      • koshba diz:

        Desculpe,mas não é dirigido ao sr. É à Drª Marota!

        • Marota diz:

          A marota Doutora? A marota é feliz como Senhora das limpezas. Ando a limpar a casa dos doutores alemães e ganho o mesmo que os Doutoris aí em Portugal 😉

          Koshba, explique-me uma coisa por favor, o que é que me foi dirigido? Não entendo bem o que quis dizer no seu post.

          Cumps da Marota

    • Renato Teixeira diz:

      Por outro lado também pode estar a jogar na estratégia do PSD, ou seja, se Passos Coelho só quer governar depois da erosão que provoca a intervenção do FMI, Sócrates pode querer empurrar essa intervenção para depois das próximas eleições.

  6. Embaixadores de Holbein que Lacan analisou Com efeito, depois de ter contemplado os dois personagens dentro dos seus ornamentos de ostentação, bem como toda uma série de objetos figurativos dos símbolos da vanitas, talvez produzidos para alimentar um demorado pasto do olhar, torna-se inevitável que o espectador utilize uma determinada porta de saída. É a partir do ponto do limiar que essa mesma porta permite transpor que, devido às linhas de fuga da perspectiva, o espectador, ao voltar-se para trás, vê que o quadro perde a particularidade dos seus motivos, mas, em simultâneo, permite-lhe perceber que a forma ininteligível, voadora, aparece nitidamente como uma caveira humana, revelando assim a sua “verdade sinistra”.(SXI: 83)

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