“Os escravos não organizavam protestos, nem iam para a rua, graças a Deus”

Isabel Stilwell no Prós e Contras.

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26 respostas a “Os escravos não organizavam protestos, nem iam para a rua, graças a Deus”

  1. Luís Teixeira Neves diz:

    Por acaso até nem é verdade.

  2. CausasPerdidas diz:

    E o outro ao lado (já se me varreu o nome da TV até aqui) afirma que só há recibos verdes porque não somos todos precários. Está bem entregue a “festa”.

  3. Essa senhora devia ter vergonha na cara e estar bem caladinha.

  4. JMJ diz:

    bolas, que até um par de estalos é desperdicio de energia e risco de saúde pública!!

  5. pronto já chegaram ao sparta cus esqueceram-se das outras revoltas de escravos

    não fizeram filmes delas

    a revolta do haiti era com pretos não era comercial…

  6. i m diz:

    Os esccravos só não fizera mais revoltas, não graças a deus, mas às tropas pretorianas…
    Os pretos nas colónias, não províncias ultramarias, como os Salazaristas lhes gostam de chamar, porque salazar condenou a juventude a ir para a guerra e em força….
    Esta Isabel deve ter passado o tempo na Jec e na JUc e pensa tipo dondoca chá canasta…

  7. Tânia Vânia diz:

    Still well… as usual.

  8. idi na huy diz:

    Esclavagista a debitar merda, no serviço público.E os responsáveis deste, o que fazem?clique de corruptos ,marionetas bem pagas para estupidificar convenientemente os escravos.Agit-prop,engenharia social para encher parasitas.Regime criminoso.

  9. Mas que parvalhona indecente… e ignorante, essa I.S. (recuso-me a teclar o nome da criatura)

    🙁

  10. João Picado diz:

    só falta dizer que a escravatura até foi positiva porque criou aquela manifestação artística conhecida por capoeira. mais uma que perdeu a noção do real.

  11. Marota diz:

    A diferença entre um país “civilizado” e um pretendente a sê-lo é que uma senhora deste calibre, nem na padaria se atrevia a expressar estas palavras, enquanto que num país como este, mesmo na televisão pode fazê-lo sem que sofra alguma repressão – até coqueteiar com vomitos destes, ela o faz.

  12. Marota diz:

    No país onde vivo, ela com estas palavras, estava tramada. Desaparecia dos mídia num estantinho. O melhor que lhe podia acontecer era procurar o conforto da anonimidade porque viver em descanço não iria viver, pelo menos nos próximos aninhos.

  13. Luis Ferreira diz:

    Não deixar de reparar também naquele “graças a Deus”.

  14. É melhor instabilidade/ precariedade no emprego que estabilidade no desemprego, vociferava por vezes o sr. da ponta da mesa onde estava a IS. Esse, até arreganhava bem olhos, vá a malta não o ter percebido.

  15. Justiniano diz:

    Renato, mas quem é essa tal Isabel!!??

  16. Marota diz:

    Posso saber a razão pela qual a minha penultima posta não foi divulgada? Só para estar informada, de modo a poder, para a próxima, respeitar as regras da casa.

  17. Marota diz:

    Ao tentar reenviar aperece esta mensagem:
    Duplicate comment detected; it looks as though you’ve already said that!

    • LAM diz:

      Mas aquilo ontem foi o retrato do verdadeiro Prós e Prós.
      Tudo, do desemprego à precariedade, dos recibos-verdes aos quinhentinhas, tudo tomado e aceite como “inevitabilidades” a que não é possível escapar. Ninguém para contestar os recibos-verdes que chegaram a ser defendidos como a “inevitabilidade” que decorre das leis laborais serem “muito rígidas” e não permitirem mais facilmente o despedimento de trabalhadores mais velhos, como se a altíssima percentagem de desempregados não fosse por si só argumento suficiente para demonstrar que isso não é verdade. Ninguém se levantar e dizer que toda esta treta é o resultado de políticas conduzidas pelos mesmos que agora se prestam a agravar ainda mais as condições que criaram.
      Tudo terminou com a mensagem de que a manif do dia 12 será uma espécie de folclore que nem os próprios saberão ao que vão.

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