Se fores roubado no Metro de Lisboa, camarada

Provavelmente será o Metropolitano de Lisboa que terá a mão na tua carteira, sob a forma de erro de sistema das máquinas. Se olhares em redor notarás que as bilheteiras se encontram encerradas. Se tiveres sorte, atrás do vidro e do cartaz “encerrado”, terás um dos últimos funcionários que a respectiva administração ainda não trocou por uma máquina e por um Mercedes, que te poderá devolver o valor do furto. Caso isso não aconteça deverás optar por esmurrar algo que não se possa constituir em parte dolorosa para a tua integridade física e esperar que um Securitas escondido, venha tratar do problema.

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11 respostas a Se fores roubado no Metro de Lisboa, camarada

  1. l'outre diz:

    O que foi que aconteceu, em concreto?

  2. a anarca diz:

    o segredo é não ser cobiçado 🙂
    ou ter sempre um cigarro para oferecer em vez de dinheiro 🙂
    os ladrões normalmente são compreensivos 🙂

  3. a anarca diz:

    Como em todo o lado há estações e estações e uma das mais divertidas é a das olaias 🙂
    há minha frente há sempre um rapaz que salta a cancela como uma gazela 🙂
    há empregados mas na verdade não são atléticos, normalmente irritam-se é com os velhinhos que não sabem passar o cartão 🙂

    Lamento, na verdade não sinto a falta de empregados no metro.

  4. António Figueira diz:

    Tenho melhor, um gamanço legal, há 5 ou 6 anos: no final de Junho comprei um caderninho de 10 bilhetes, em Julho fui de férias, no princípio de Agosto tentei usar um dos nove bilhetes que me sobravam… e nada. Barafustei à brava, escrevi para o Provedor: o preço dos bilhetes tinha subido no dia 30 de Junho, a lei apenas obriga a que os bilhetes ao preço antigo sejam válidos 30 dias, seja isso em Fevereiro ou no tempo de férias, eu tinha esperado 32 dias para usar os meus (e não tinha lido o Diário da República na praia, para mal dos meus pecados), portanto que me lixasse, o Provedor era um positivista feroz, a evidente má-fé do esquema não lhe causava o menor incómodo. E eu pronto, voltei a ir de carro para o escritório, raios partam o Metropolitano, vão roubar para o túnel, enquanto eu puder, a mim é que não me apanham mais.

  5. Já não ando de ‘Metro’ faz tempo, estou velho de mais para os empurrões estar ‘ensalsichado’ no meio de um monte de malta.
    Não sei se o Metro ficou mais teso’ ou não (provávelmente sim, arte boa paga-se, espero…), mas já fui espreitar as estações do Parque Eduardo VII (muito boa), metal e escritos, e a do Campo Pequeno (creio que é do meu amigo Chico Simões arte um pedacinho PêCê. tipo neo realismo , aquelas coisas ligeiramente exageradas, mas o Chico é o Chico é o Chico….
    A do Campo Grande (não estou seguro, mas não é do CalatraVa ? ) essa nunca vi ao vivo e a côres… Axo que também estive numa nas Larangeiras (Batarda ? tinha laranjas, não me disse nada) e numa outra qualquer (Cidade Universitária ? a que também axei tão pouco que já nem me lembro…

    🙂

  6. pecanot diz:

    Em baixo segue a resposta do metro lisboa a uma reclamação que apresentei em relação à estação de metro do rato, que só se encontra acessivel a pessoas de mobilidade condicionada desde que elas não tenham mobilidade condicionada. Situação que dura há vários meses, em calendário marciano. A resposta da metro lisboa é ainda mais ilustrativa que qualquer comentário que possa fazer. Ainda não tive imaginação para engendrar uma resposta, mas parece-me que se o fizer em chinês talvez me faça entender melhor. Aceito sugestões

    Reclamação
    Proc. 43058
    Assunto: reclamação relativa ao funcionamento de escadas e elevadores no ML.

    Recebemos o e-mail que nos enviou em 2011.01.11, relativo ao assunto em referência
    O Metropolitano de Lisboa tem de assegurar a máxima operacionalidade funcional de qualquer equipamento, designadamente das escadas rolantes e elevadores, observando sempre os devidos requisitos de segurança. Sempre que é reportada qualquer anomalia as escadas rolantes e os elevadores são imediatamente colocados fora de serviço para verificação e reparação. Por outro lado, sendo equipamentos mecânicos, e não obstante a monitorização regularmente efectuada, há um tipo de avarias que implicam um período de reparação mais longo do que o desejável, seja pela complexidade que revestem, seja por envolverem a aquisição de componentes nem sempre disponíveis de imediato, acarretando em consequência os devidos transtornos aos nossos clientes.
    Reconhecendo os incómodos que estas situações têm causado estamos a proceder a uma alteração de procedimentos relativos à respectiva manutenção para que o período de inactividade dos equipamentos seja o mais reduzido possível.
    Estes procedimentos passam pela celebração de novos contratos, que se encontram sujeitos à observância de um conjunto de condicionalismos legais, designadamente do lançamento de concursos públicos, que têm também os seus próprios prazos.
    Resta-nos apelar para a compreensão dos nossos clientes durante este período, reiterando o pedido de desculpas por esta situação.

    Com os melhores cumprimentos,
    M. Pereira de Figueiredo
    MCC/Gestão de Reclamações

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  7. francisco caetano diz:

    a “arte” do fs no campo pequeno pró PCP? apesar de lhe achar piada às vezes desta não só está velho como acaba de apanhar uma carga de imbecilidade.informe-se do trajecto desse oportunista que se se auto-denomina escultor.livra!

  8. Estava a falar do estilo, não das ideias.
    Seja como fôr o Chico foi namorado de uma namorada minha, conhecemo-nos há anos, já estive em casa dele, gosto dele, e portanto… preconceito favorável, nada a fazer.
    E o Chico tanto pinta como esculpe.
    Numas utiliza o seu próprio nome, noutras Chico de Almada. Há muitos anos.

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