Das esquinas da desobediência aos corredores do poder: 12 anos a caminhar rumo ao Partido Socialista

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16 respostas a Das esquinas da desobediência aos corredores do poder: 12 anos a caminhar rumo ao Partido Socialista

  1. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Que exagerado. Acabaram de apresentar uma moção de censura. Um dia vou fazer uma experiência com ratos brancos e esquerdistas. Vai ser um tratado comparativo entre esquerdistas e ratinhos nos domínios da ontologia e da epistemologia. Está descansado que nenhum rato vai ser molestado durante a experiência.

    • Renato Teixeira diz:

      Então a moção não deu confiança e os esquerdistas não estavam todos no Bloco de Esquerda? Já não percebo nada. A política está transformada em bolinhas de sabão. Também se podem alugar deputad@s no youtube?

  2. Éssa gente do blokkumístico é de uma tristeza absoluta.
    Axo que só o meu puto ainda vota neles , nos intervalos de ir a Ibiza ou merdas assim (sou eu que dou para o gasto…) e é porque não tem mais nada o que fazer.
    E ele é engº pelo IST (tal como eu, e a mãe dele) portanto retrata bem o que são os eleitore do Fazenda (mas quem era esse gajú ?) e do filho do comandante António L

    🙁

  3. Hugo Dias diz:

    Há 12 anos que o vaticinas e há 12 anos que ainda não aconteceu.

    • Renato Teixeira diz:

      Não aconteceu, Hugo? E a fantasia alegre? e o Zé que fazia falta? e o voto na dívida grega? E o partido democrático? Temos visto filmes diferentes. Olha o de cima melhor, sem música e a partir de 2006. A caminhada é tão inegável hoje que esse argumento do já diziam e ainda não o é completamente nem sei como o categorizar. Wishful Thinking?

  4. Bolota diz:

    Nesta resenha de 12 anos, falta aqui o resultado de uma grande manifestação da exclusiva responsabilidade do Bloco de Esquerda. Onde aparecem, por norma cavalgam a onda e tiram delas mais proveito do que os próprio organizadores.

    • CausasPerdidas diz:

      Já cá faltava essa. Está a falar das manifestações da CGTP? Também preciso de cartão do PCP para ser sindicalizado? Ou será que também tenho de sair da manif do meu sindicato para ir engrossar o cordão do Bloco, só para lhe demonstrar que muita gente que vai às manifestações da CGTP não vai lá pelo PCP mas apesar do PCP?

      • JMJ diz:

        Então, da próxima vez (dia 19 de Março – Sábado, 15 h) diga aos seus amigos aderentes do Bloco, para não fazerem como no 1º de Maio ou no 29 de Maio do ano passado, e para não levarem as bandeiras do Bloco, e se juntarem todos num cantinho, mas sim as bandeiras do seu sindicato, junto dos seus camaradas de luta e colegas de trabalho.

        Eu por mim, estou farto (farto-me depressa, é verdade) de ver o Bloco a levar os seus simbolos para as manifestações que não são partidárias e procurar tirar dividendos disso.

        • Renato Teixeira diz:

          Como os seus amigos do PCP?

          • JMJ diz:

            Bandeiras do PCP? no 1º de Maio? Em manifestações organizadas por sindicatos? Lembra-se de alguma? Tem alguma foto? Sabe de alguém que as tenha levado?

          • Renato Teixeira diz:

            Poupe-me. Até porque acho muito bem que as levem. Ou não preza a liberdade de descer a avenida com as bandeiras que entendemos?

          • JMJ diz:

            A luta sindical é a luta sindical. Deve ter como ponto de partida a união dos trabalhadores, uma luta unitária e não divisionista.
            Se estamos nas manifestações como trabalhadores, porque temos que levar simbolos partidários?

            Quando vou a uma manifestação do meu sindicato estou lá como trabalhador. O facto de ser comunista é acessório porque mesmo que não existisse um partido comunista ou este não fosse legal, o meu lugar seria naquela manifestação a lutar pelos meus direitos. Durante anos, no tempo da ditadura salazarenta, foi assim que se fez a luta sindical neste país. Trabalhadores unidos lutando pelos seus direitos.

            Situações como no 29 de Maio, onde o Bloco de Esquerda se concentrou num determinado espaço, fora da manifestação (note-se), é dizer que a luta partidária se sobrepõe à luta sindical, quando aquela manifestação foi convocada pelos sindicatos. É tentar tirar proveito politico do trabalho dos outros ou, pior ainda, sabotar e minimizar o seu trabalho.

            Quanto à liberdade de que fala, ela existe.

            Tenho eu também a liberdade de achar que é uma atitudezinha foleira, de quem se procura encavalitar nos ombros de outros para ver até onde consegue chegar às custas do trabalho feito por outros.

        • CausasPerdidas diz:

          E qual é o problema do PCP levar as suas bandeiras? Já estive em algumas manifestações onde havia gente com a bandeiras do PCP e nunca me senti ameaçado pela convicção com que os meus camaradas agitavam a sua bandeira.
          O termo “Unidade” foi inventado para definir a conjugação de acção entre pessoas que pensam de forma diferente, digo eu que estou longe de ser “social-democrata”.
          Em França e em Espanha vêem-se bandeiras dos partidos nas manifestações sindicais, até nos Estados Unidos se vêem as bandeiras das organizações que apoiam as iniciativas. As manifestações são manifestações de Democracia.
          Eu sei, se não estivessem lá – os do Bloco e outros – sempre se podia perguntar com aquele ar superior e inquisitorial: “Onde é que vocês estavam?”, assim é uma chatice. Meu caro, ainda não reparou que em última análise o “apartidarismo” é reaccionário?

  5. LAM diz:

    Renato, a continuar assim vai cá ficar sozinho para fazer a revolução, sem ninguém sequer para lhe levar umas sandochas…

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