Hitler tentou.
Os iranianos irão tentar repetir a proeza.
E a extrema-esquerda ocidental irá chorar lágrimas de crocodilo e bater palmas pelo Holocausto versão 2.
A aliança entre o islamofascismo e a extrema-esquerda ocidental é algo de inexplicável.
E quando sera Renato que se livram tambem do Hamas? E ja agora, embora a minha opiniao nao seja relevante, estou revoltada com o anti-semitismo do comentario do CV tao nojento, para mim, como o racismo, o anti-islamismo basico, o machismo ignorante e ismos quejandos. Tambem eu sou verdadeiramente critica do Estado de Israel e tambem eu considero inaceitavel o que este tem feito com o povo palestiniano em particular e com a regiao em geral. Mas dois errados nao fazem um certo e o povo palestiniano tanto e’ escravizado por Israel como pelos proprios lideres que tem. A mim parece-me que equacionar o povo judeu com o Estado de Israel e’ o mesmo que equacionar o povo portugues com a escoria que nos governa e que defender o Hamas por oposicao a Israel e’ como defender Kadhafi por causa da subida do petroleo. A questao de Israel, da Palestina, das fronteiras por estabelecer, das invasoes do Libano e por ai fora e’ uma questao complexa; reduzi-la a “Já agora, quando é que o mundo se livra de Israel?” nao passa de chico-espertismo a cuspir fininho para o ar.
Veja, o maior defensor do Hamas é ainda o povo palestiniano a quem deu uma vitória nas eleições que ninguém contestou do ponto de vista democrático. Carter inclusive. Anti-semita é o Estado de Israel, evidentemente.
Nojento, para mim, é o seu comentário, que se esconde atrás de uma espécie de complexidade para censurar a pura indignidade da agressão israelita e a pura indignação que justamente provoca. Israel aprendeu bem com o nazismo. O nazismo também tinha os seus floreados de complexidade.
Não há nenhum anti-semitismo na não aceitação do estado de Israel como estado judaico. Não há nenhum anti-semitismo na não aceitação de dois estados para a Palestina: um para judeus e outro para árabes. Só um ignorante tolo defende isto. Mandela deu-vos a lição e não aprenderam: não se aceita um estado para brancos e outro para pretos. Israel, como estado dos judeus, ou “estado judaico”não faz sentido nem pode ter futuro. Por isso ocupa os países vizinhos e vai acumular derrotas, dos Golã a Gaza!
Bom, ainda bem que reconheça que é democracia… já é um grande avanço.
Seja como for, continua a crer que a filmagem é fora das fronteiras israelitas, quando, na realidade, não o sabe.
AHHAHHAAH. Muito bom. É uma porra ter que defender um Estado sem fronteiras, um pseudo Estado, acabamos sempre sem capacidade de resposta. É a vida. Enclaves militares têm tido a vida curta.
Falo que todo e qualquer assunto que diga respeito a Israel e à causa judaica (seja qual for a sua vertente) é, hoje em dia, afectada pela actuação do Estado de Israel.
Esta actuação não ajuda nada, nem ninguém, com excepção a quem lucra com o prolongar da violencia naquela região e no mundo.
O povo israelita sofre, como sofre o povo árabe e sofremos todos, pelo mundo fora, as consequências de quem manda e desmanda, em nome do “semitismo”, usando e abusando do aparelho de Estado de Israel.
José,
hoje em dia já podemos passar ao lado da figurinha triste da ignorância…a wikipédia faz esse “milagre”:
“O termo semita tem como principal designação o conjunto linguístico composto por uma família de vários povos, entre os quais se destacam os árabes e hebreus, que compartilham as mesmas origens culturais. A origem da palavra semita vem de uma expressão no Gênesis e referia-se a linhagem de descendentes de Sem, filho de Noé.
Historicamente, esses povos tiveram grande influência cultural, pois as três grandes religiões monoteístas do mundo -judaísmo, cristianismo e islamismo- possuem raízes semitas.”
Já consegue perceber porque razão “Anti-semita é o Estado de Israel, evidentemente”?…ou precisa de um desenho?
A wikipedia é fantástica! Veja lá o que diz sobre aquilo de que se falava: “Antissemitismo é o preconceito ou hostilidade contra judeus baseada em ódio contra seu histórico étnico, cultural ou religioso. Em sua forma mais extrema, “atribui aos judeus uma posição excepcional entre todas as outras civilizações, difamando-os como um grupo inferior e negando que eles sejam parte da(s) nação(ões) em que residem”.[1] A pessoa que defende este ponto de vista é chamada de “antissemita”. http://pt.wikipedia.org/wiki/Antissemitismo
A ignorância pode ser motivada por preconceitos, não é, Subcarvalho? Ou precisa de um desenho?
Sabe qual é o problema, é estarmos constantemente a misturar alhos com bugalhos.
Ainda na wikipédia:
O termo antissemita foi utilizado em algumas ocasiões para expressar o ódio a outros povos falantes de idiomas semitas, mas tal utilização não é amplamente aceita.
Estudiosos defendem o uso sem hífen do termo antissemitismo para evitar provável confusão a respeito de o termo referir-se especificamente a judeus, ou a falantes de idiomas semitas como um todo.
Ou seja, não há aqui nada de ignorância preconceituosa relativamente a esta questão.
O que há, constantemente, é a tentativa de colagem do anti-sionismo ao anti-semitismo…vá-se lá saber porquê!
Anti-sionismo é o termo que a malta de extrema-esquerda arranjou para poder ser também anti-semita… sem ficarem mal vistos. Sim, porque depois do Holocausto, quem se declarar anti-semita está lixado. Daí terem inventado o “anti-sionismo”.
Curiosamente, antes não havia “anti-sionistas”. Eram anti-semitas, pura e simplesmente.
O tema “anti-semitismo (a.k.a. ódio aos judeus) na esquerda” daria pano para mangas…
folcloristas! INFELIZMENTE os palestinos terão que esperar muito tempo até ver os f.da p. dos israelitas deixarem o seu chão. não se pense que é com estas “revoluções” que se vai conseguir o que está verdadeiramente em jogo. só servem apesar de tudo para fortalecer o estado de israel apesar da marinha iraniana ter passado o suez. aguardemos para ver onde é que vão parar estas “revoluções”.para já os eua e israel estão contentes e aliviados.
Leiam o manifesto, eles estão tão fartos das bombas israelitas quanto das arbitrariedades da polícia barbuda do Hamas.
Talvez tenham que se livrar das duas “entidades2 ao mesmo tempo, não vai ser simples…
Verdade. Até Dezembro, ao que sabia, as juventudes tunisina, egípcia e líbia apoiavam os seus líderes.Em Janeiro as coisas mudaram ligeiramente. Embora para o Kadahfi ainda não, segunda a entrevista para a CNN.
Vemos o que desejamos, não é Renato?
E quando é que os sírios dos Golan se livram de Israel?
(Já agora, quando é que o mundo se livra de Israel?)
Estamos no bom caminho.
Hitler tentou.
Os iranianos irão tentar repetir a proeza.
E a extrema-esquerda ocidental irá chorar lágrimas de crocodilo e bater palmas pelo Holocausto versão 2.
A aliança entre o islamofascismo e a extrema-esquerda ocidental é algo de inexplicável.
Que faz a policia portuguesa se um miúdo de 11 anos lhe atirar uma pedra ao carro patrulha?
Portugal não tem uma polícia de ocupação.
Resposta ao lado…
Como sabe que é fora das fronteiras de Israel?
Israel já tem fronteiras?
Insistência na resposta ao lado…
Aposto que não faria o mesmo que a polícia israelita.
E quando sera Renato que se livram tambem do Hamas? E ja agora, embora a minha opiniao nao seja relevante, estou revoltada com o anti-semitismo do comentario do CV tao nojento, para mim, como o racismo, o anti-islamismo basico, o machismo ignorante e ismos quejandos. Tambem eu sou verdadeiramente critica do Estado de Israel e tambem eu considero inaceitavel o que este tem feito com o povo palestiniano em particular e com a regiao em geral. Mas dois errados nao fazem um certo e o povo palestiniano tanto e’ escravizado por Israel como pelos proprios lideres que tem. A mim parece-me que equacionar o povo judeu com o Estado de Israel e’ o mesmo que equacionar o povo portugues com a escoria que nos governa e que defender o Hamas por oposicao a Israel e’ como defender Kadhafi por causa da subida do petroleo. A questao de Israel, da Palestina, das fronteiras por estabelecer, das invasoes do Libano e por ai fora e’ uma questao complexa; reduzi-la a “Já agora, quando é que o mundo se livra de Israel?” nao passa de chico-espertismo a cuspir fininho para o ar.
Veja, o maior defensor do Hamas é ainda o povo palestiniano a quem deu uma vitória nas eleições que ninguém contestou do ponto de vista democrático. Carter inclusive. Anti-semita é o Estado de Israel, evidentemente.
Nojento, para mim, é o seu comentário, que se esconde atrás de uma espécie de complexidade para censurar a pura indignidade da agressão israelita e a pura indignação que justamente provoca. Israel aprendeu bem com o nazismo. O nazismo também tinha os seus floreados de complexidade.
Como é que se diz no parlamento? “Muito bem, muito bem!”
Não há nenhum anti-semitismo na não aceitação do estado de Israel como estado judaico. Não há nenhum anti-semitismo na não aceitação de dois estados para a Palestina: um para judeus e outro para árabes. Só um ignorante tolo defende isto. Mandela deu-vos a lição e não aprenderam: não se aceita um estado para brancos e outro para pretos. Israel, como estado dos judeus, ou “estado judaico”não faz sentido nem pode ter futuro. Por isso ocupa os países vizinhos e vai acumular derrotas, dos Golã a Gaza!
Quem é o Mandela dos palestinianos?
Mal comparado? Quem cumpre o papel do ANC, do ponto de vista da unidade nacional, é o Hamas.
O Hamas é, sem qualquer dúvida, o ANC na Palestina…
“Anti-semita é o Estado de Israel, evidentemente.”
Que conclusão fantástica! Delicioso, o advérbio final.
Parece obvio que ninguém estraga mais a imagem do semitismo hoje em dia, em todo o mundo, que a actuação do Estado de Israel.
“Antí-semita é o Estado de Israel, evidentemente”! Claro e evidente!
“a imagem do semitismo hoje em dia”????
E qual é?
De que fala?
Da democracia colonial israelita, claro.
Bom, ainda bem que reconheça que é democracia… já é um grande avanço.
Seja como for, continua a crer que a filmagem é fora das fronteiras israelitas, quando, na realidade, não o sabe.
Não tenho boa impressão da democracia que temos e continua sem dizer quais são as fronteiras de Israel.
As internacionalmente reconhecidas, evidentemente.
E quem continua a não responder a: – como sabe que a filmagem é fora dessas fronteiras, é você.
Ou seja, aquelas que Israel não cumpre. Percebeu agora?
continua a responder ao lado…
AHHAHHAAH. Muito bom. É uma porra ter que defender um Estado sem fronteiras, um pseudo Estado, acabamos sempre sem capacidade de resposta. É a vida. Enclaves militares têm tido a vida curta.
“Enclaves militares têm tido a vida curta.”
Espero bem. E continua a não responder.
Falo que todo e qualquer assunto que diga respeito a Israel e à causa judaica (seja qual for a sua vertente) é, hoje em dia, afectada pela actuação do Estado de Israel.
Esta actuação não ajuda nada, nem ninguém, com excepção a quem lucra com o prolongar da violencia naquela região e no mundo.
O povo israelita sofre, como sofre o povo árabe e sofremos todos, pelo mundo fora, as consequências de quem manda e desmanda, em nome do “semitismo”, usando e abusando do aparelho de Estado de Israel.
Também sofrem os judeus, que se vêem vítimas do preconceito e das ideias anti-semitas criadas devido à actuação criminosa dos ocupantes da Palestina.
Exactamente. Aí está mais uma boa razão para acabar com a ocupação.
José,
hoje em dia já podemos passar ao lado da figurinha triste da ignorância…a wikipédia faz esse “milagre”:
“O termo semita tem como principal designação o conjunto linguístico composto por uma família de vários povos, entre os quais se destacam os árabes e hebreus, que compartilham as mesmas origens culturais. A origem da palavra semita vem de uma expressão no Gênesis e referia-se a linhagem de descendentes de Sem, filho de Noé.
Historicamente, esses povos tiveram grande influência cultural, pois as três grandes religiões monoteístas do mundo -judaísmo, cristianismo e islamismo- possuem raízes semitas.”
Já consegue perceber porque razão “Anti-semita é o Estado de Israel, evidentemente”?…ou precisa de um desenho?
A wikipedia é fantástica! Veja lá o que diz sobre aquilo de que se falava: “Antissemitismo é o preconceito ou hostilidade contra judeus baseada em ódio contra seu histórico étnico, cultural ou religioso. Em sua forma mais extrema, “atribui aos judeus uma posição excepcional entre todas as outras civilizações, difamando-os como um grupo inferior e negando que eles sejam parte da(s) nação(ões) em que residem”.[1] A pessoa que defende este ponto de vista é chamada de “antissemita”. http://pt.wikipedia.org/wiki/Antissemitismo
A ignorância pode ser motivada por preconceitos, não é, Subcarvalho? Ou precisa de um desenho?
Sabe qual é o problema, é estarmos constantemente a misturar alhos com bugalhos.
Ainda na wikipédia:
O termo antissemita foi utilizado em algumas ocasiões para expressar o ódio a outros povos falantes de idiomas semitas, mas tal utilização não é amplamente aceita.
Estudiosos defendem o uso sem hífen do termo antissemitismo para evitar provável confusão a respeito de o termo referir-se especificamente a judeus, ou a falantes de idiomas semitas como um todo.
Ou seja, não há aqui nada de ignorância preconceituosa relativamente a esta questão.
O que há, constantemente, é a tentativa de colagem do anti-sionismo ao anti-semitismo…vá-se lá saber porquê!
Anti-sionismo é o termo que a malta de extrema-esquerda arranjou para poder ser também anti-semita… sem ficarem mal vistos. Sim, porque depois do Holocausto, quem se declarar anti-semita está lixado. Daí terem inventado o “anti-sionismo”.
Curiosamente, antes não havia “anti-sionistas”. Eram anti-semitas, pura e simplesmente.
O tema “anti-semitismo (a.k.a. ódio aos judeus) na esquerda” daria pano para mangas…
Que comentário mais anti-semita.
folcloristas! INFELIZMENTE os palestinos terão que esperar muito tempo até ver os f.da p. dos israelitas deixarem o seu chão. não se pense que é com estas “revoluções” que se vai conseguir o que está verdadeiramente em jogo. só servem apesar de tudo para fortalecer o estado de israel apesar da marinha iraniana ter passado o suez. aguardemos para ver onde é que vão parar estas “revoluções”.para já os eua e israel estão contentes e aliviados.
Caetano,
Você deve ter alguma telha mal imbricada lá em cima. Calma, amigo!
Free Gaza Youth !!
http://propagandapress.wordpress.com/2011/01/08/gaza-youth-manifesto-free-palestine/
Leiam o manifesto, eles estão tão fartos das bombas israelitas quanto das arbitrariedades da polícia barbuda do Hamas.
Talvez tenham que se livrar das duas “entidades2 ao mesmo tempo, não vai ser simples…
Um bocado exagerado isso de falarem pela juventude de Gaza. Ao que se sabe a esmagadora maioria dela apoia o governo do Hamas.
Verdade. Até Dezembro, ao que sabia, as juventudes tunisina, egípcia e líbia apoiavam os seus líderes.Em Janeiro as coisas mudaram ligeiramente. Embora para o Kadahfi ainda não, segunda a entrevista para a CNN.
Vemos o que desejamos, não é Renato?
Fale por si José. Eu estou a gostar do que se vê.
Cuidado com o rect0(rico) do Zé talmudes…