Uma humilde sugestão

Defesa, segurança, negócios estrangeiros, dão os comentadores mais chatos de Portugal: como são todos do “arco da governação” (essa felicíssima expressão, “under the rainbow”, que designa a direita na sua inteireza, dos restos do antigo regime a Sócrates & sus muchachos, João Galamba incluído), dizem todos as mesmas coisas, as mesmas previsíveis e repetidas coisas, e são todos muito maçadores, donde a minha sugestão ao Expresso – que, honra lhe seja feita, (embora link não haja) publicou em primeiro lugar isto: que despeça os Cutileiros e os Monjardinos, o Álvaro de Vasconcelos e o não-sei-quantos Anes que por lá tem ou que por lá falam, e contrate antes, em vez deles, o ex-embaixador Stephenson para escrever sobre estes magnos assuntos, posto que sozinho sabe mais que os outros todos juntos e é muito, mas muito mais divertido.

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
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9 respostas a Uma humilde sugestão

  1. Esse absoluto idiota Álvaro do raio-que-o-parta era um “agente” em Paris do Heduíno Vilar (como é que nós dixíamos ? Ah, já sei : «Eu pr’ó Vilar estou-me a c#$%&r») e depois veio pr’aqui armar em fedorento, e depois passou-se para o PPD, destino natural desses idiotas dos castelos (AOC).
    Ainda por cima foi casado com uma amiga minha, tenho-lhe um ódiozinho particular…

    😉

  2. Uma sugestão musical, e que é a prova provada que uma boa canção encanta mais corações qie mil palavras estúpidas.

    (Daniel Ortega, tenho vergonha de ti… se foste «sandinista» hoje já não és de certeza)
    🙁

    The Clash – I Fought The Law (1979)

    “I Fought the Law” is a much-covered song originally recorded in 1959 by Sonny Curtis and The Crickets.
    The song was famously covered by Bobby Fuller Four, who recorded a more successful version of the song in 1965 after releasing an earlier, slightly different version on Fuller‘s own Exeter Record label in 1964.
    Another famous version was recorded by The Clash in 1979.

    Just as the song became a top ten hit, Bobby Fuller was found dead in his mother’s parked automobile in a dirt parking lot near his Los Angeles, California apartment.
    The police considered the death an apparent suicide.
    However, “just about everyone who knew him disagreed”, believing instead that Fuller was murdered.

    The Bobby Fuller Four version of this song is ranked #175 on Rolling Stone’s list of The 500 Greatest Songs of All Time.»

    • António Figueira diz:

      Major,

      O comentário das 3:21 está cheio de razão, mas não será um bocadinho ad hominem a mais? Às vezes, às três e vinte da manhã dizemos coisas que são gostaríamos depois de ver escritas…

      Cumps., AF

  3. Bocadinho «ad hominem», A.F. tem toda a razão.
    E aqui o “wordpress” soft não dá p’ra editar/corrigir o que se escreve, feito, fica.
    Quando é que mudam p’ra VBulletin ou Invision ?
    😉
    Difícil de evitar, mas possível.
    Fica registado, obrigado pelo reparo.

    🙂

  4. V. KALIMATANOS diz:

    Depois disto tudo, estou a ver o outcome: os submarinos vão uns meses para a doca seca para instalação dum sistema de misseis à base de cascas de lamejinha, a Merkel e os holandeses fartam-se de rir a contar os cobres, o Sócrates vai pedir divórcio ao Obama com Stephenson como testemunha, e os colaboradores do Expresso vão cobrar extra por serem obrigados a ler os telegramas da wikicia. A luta continua.

    • a anarca diz:

      eh eh eh
      “sistema de misseis à base de cascas de lamejinha”
      o Portas devia ter encomendado um super porta-aviões .

  5. Manuel Silva diz:

    Os conflitos de interesses do dr. Rui Machete, em particular na FLAD, mantiveram-se longos anos, com muitos políticos a fingirem-se ultrajados porque a Embaixada dos USA se sentia desconfortável com eles e a fazer romagem para desagravo do compincha.
    Porque também os há, esses conflitos, nos USA, mas envergonham quem os pratica e são eliminados quando descobertos.
    O modo ligeiro como, em vez de rebater a crítica, se desvaloriza o autor por ter o infeliz apoio a Bush no seu cv, é exemplar do deplorável estado a que se chegou no sector dos “homens públicos” em Portugal.

  6. João de Caminha diz:

    O Figueira deixou de fora um tal loureiro dos santos.

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