A foto que ilustra o post foto é interessante. Há imagens nos links que forneci igualmente muito bonitas.
Na realidade, Khadaffi ainda não deve ter as costas e as mãos frias dos abraços, palmadinhas nas costas e apertos de mão que lhe davam.
Agora…..
A hipocrisia (sobretudo da política internacional) é de dar vómitos.
Por certo se dintinguem. Mal seria. Mas simpatia é simpatia e tem significado político. No espaço gourmet dos monárquicos de pacotilha reina um silêncio kadhaficó-socratático.
Pois é uma pena: a ideia de um Kaddafi amigo dos povos e do Berlusconi também é uma tontice (“una tonteria”) que me faz suspeitar do bom-senso de gente que eu até achava sisuda.
Quando lá fui, só por curiosidade, ao Diário Liberdade, ver a fotografia do Juan, encontrei esta coisa no chão que abarbatei e depois escovei muito bem e agora ponho aqui:
“Quando movimentos de massa extra-parlamentares estouraram, a Mossad e a CIA confiaram em que o aparelho de estado de Mubarak os controlaria através da típica operação da cenoura e do bastão: concessões simbólicas transitórias e convocação do exército, polícia e esquadrões da morte. Quando o movimento cresceu das dezenas de milhares para centenas de milhares, par milhões, a Mossad e os principais apoiantes de Israel no Congresso dos EUA instaram Mubarak a “aguentar-se”. A CIA foi reduzida a apresentar-se na Casa Branca com perfis políticos de responsáveis militares confiáveis e personagens políticos “de transição” flexíveis, desejosos de seguir as pegadas de Mubarak. Mais uma vez a CIA e a Mossada demonstraram a sua dependência do aparelho de inteligência de Mubarak quanto ao que pode ser uma alternativa “viável” (pró EUA/Israel), ignorando as exigências elementares das massas. A tentativa de cooptar a velha guarda eleitoralista da Irmandade Muçulmana através de negociações com o vice-presidente Suleiman fracassou, em parte porque a Irmandade não estava no controle do movimento e porque Israel e os seus apoiantes dos EUA fizeram objecções. Além disso, a ala juvenil da Irmandade pressionou-os a retirarem-se das negociações”.
Esta mania dos galegos chamarem as coisas pelos nomes.
o jugular lá pôs a fotozinha da praxe do khadaffi com o chavez, mas foram menos afoitos com a tenda do líbio por Oeiras com visita de Sócrates e aperto de mão e tudo
COLA O TEU CARTAZ, ACTIVISTA! 1. Imprime o cartaz. 2. Cola-o no local de trabalho, na escola, na mercearia, no café, na rua, onde te apetecer. 3. Fotografa-te, com os vizinhos, os amigos, o teu cão, junto do teu cartaz. 4. Envia-nos a foto para a página do Manifesto em Defesa da Cultura no Facebook e será publicada.
o rei está a rir de nervoso
e parece algo caladito…
Eu também não é que seja de intrigas mas…..parece que…..
Chavez e Daniel Ortega vieram em “defesa” do Coronel Khadaffi
(e já que se fala tanto na Al-Jazeera…)
http://blogs.aljazeera.net/americas/2011/02/25/latin-americas-sudden-silence-gaddafi
http://english.aljazeera.net/news/americas/2011/02/20112257594678917.html
Chavez reiterou, ao que parece:
http://extra.globo.com/noticias/mundo/chavez-expressa-apoio-ao-governo-da-libia-1157381.html
Aguardam-se reacções.
A foto que ilustra o post foto é interessante. Há imagens nos links que forneci igualmente muito bonitas.
Na realidade, Khadaffi ainda não deve ter as costas e as mãos frias dos abraços, palmadinhas nas costas e apertos de mão que lhe davam.
Agora…..
A hipocrisia (sobretudo da política internacional) é de dar vómitos.
Esta foto é a prova provada do que distingue Chávez de Kaddafi (só o segundo beneficia do sorriso real).
Por certo se dintinguem. Mal seria. Mas simpatia é simpatia e tem significado político. No espaço gourmet dos monárquicos de pacotilha reina um silêncio kadhaficó-socratático.
Pois é uma pena: a ideia de um Kaddafi amigo dos povos e do Berlusconi também é uma tontice (“una tonteria”) que me faz suspeitar do bom-senso de gente que eu até achava sisuda.
Quando lá fui, só por curiosidade, ao Diário Liberdade, ver a fotografia do Juan, encontrei esta coisa no chão que abarbatei e depois escovei muito bem e agora ponho aqui:
“Quando movimentos de massa extra-parlamentares estouraram, a Mossad e a CIA confiaram em que o aparelho de estado de Mubarak os controlaria através da típica operação da cenoura e do bastão: concessões simbólicas transitórias e convocação do exército, polícia e esquadrões da morte. Quando o movimento cresceu das dezenas de milhares para centenas de milhares, par milhões, a Mossad e os principais apoiantes de Israel no Congresso dos EUA instaram Mubarak a “aguentar-se”. A CIA foi reduzida a apresentar-se na Casa Branca com perfis políticos de responsáveis militares confiáveis e personagens políticos “de transição” flexíveis, desejosos de seguir as pegadas de Mubarak. Mais uma vez a CIA e a Mossada demonstraram a sua dependência do aparelho de inteligência de Mubarak quanto ao que pode ser uma alternativa “viável” (pró EUA/Israel), ignorando as exigências elementares das massas. A tentativa de cooptar a velha guarda eleitoralista da Irmandade Muçulmana através de negociações com o vice-presidente Suleiman fracassou, em parte porque a Irmandade não estava no controle do movimento e porque Israel e os seus apoiantes dos EUA fizeram objecções. Além disso, a ala juvenil da Irmandade pressionou-os a retirarem-se das negociações”.
Esta mania dos galegos chamarem as coisas pelos nomes.
o jugular lá pôs a fotozinha da praxe do khadaffi com o chavez, mas foram menos afoitos com a tenda do líbio por Oeiras com visita de Sócrates e aperto de mão e tudo