eu que não sou de intrigas

Roubado ao Diário Liberdade

O 31 da Armada terá alguma coisa a dizer sobre este sorriso patriótico?

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8 Responses to eu que não sou de intrigas

  1. a anarca says:

    o rei está a rir de nervoso :)

  2. Ernst von Superavit says:

    Eu também não é que seja de intrigas mas…..parece que…..
    Chavez e Daniel Ortega vieram em “defesa” do Coronel Khadaffi

    (e já que se fala tanto na Al-Jazeera…)
    http://blogs.aljazeera.net/americas/2011/02/25/latin-americas-sudden-silence-gaddafi
    http://english.aljazeera.net/news/americas/2011/02/20112257594678917.html

    Chavez reiterou, ao que parece:
    http://extra.globo.com/noticias/mundo/chavez-expressa-apoio-ao-governo-da-libia-1157381.html

    Aguardam-se reacções.

    A foto que ilustra o post foto é interessante. Há imagens nos links que forneci igualmente muito bonitas.
    Na realidade, Khadaffi ainda não deve ter as costas e as mãos frias dos abraços, palmadinhas nas costas e apertos de mão que lhe davam.
    Agora…..

    A hipocrisia (sobretudo da política internacional) é de dar vómitos.

  3. António Figueira says:

    Esta foto é a prova provada do que distingue Chávez de Kaddafi (só o segundo beneficia do sorriso real).

    • Renato Teixeira says:

      Por certo se dintinguem. Mal seria. Mas simpatia é simpatia e tem significado político. No espaço gourmet dos monárquicos de pacotilha reina um silêncio kadhaficó-socratático.

      • António Figueira says:

        Pois é uma pena: a ideia de um Kaddafi amigo dos povos e do Berlusconi também é uma tontice (“una tonteria”) que me faz suspeitar do bom-senso de gente que eu até achava sisuda.

  4. V. KALIMATANOS says:

    Quando lá fui, só por curiosidade, ao Diário Liberdade, ver a fotografia do Juan, encontrei esta coisa no chão que abarbatei e depois escovei muito bem e agora ponho aqui:

    “Quando movimentos de massa extra-parlamentares estouraram, a Mossad e a CIA confiaram em que o aparelho de estado de Mubarak os controlaria através da típica operação da cenoura e do bastão: concessões simbólicas transitórias e convocação do exército, polícia e esquadrões da morte. Quando o movimento cresceu das dezenas de milhares para centenas de milhares, par milhões, a Mossad e os principais apoiantes de Israel no Congresso dos EUA instaram Mubarak a “aguentar-se”. A CIA foi reduzida a apresentar-se na Casa Branca com perfis políticos de responsáveis militares confiáveis e personagens políticos “de transição” flexíveis, desejosos de seguir as pegadas de Mubarak. Mais uma vez a CIA e a Mossada demonstraram a sua dependência do aparelho de inteligência de Mubarak quanto ao que pode ser uma alternativa “viável” (pró EUA/Israel), ignorando as exigências elementares das massas. A tentativa de cooptar a velha guarda eleitoralista da Irmandade Muçulmana através de negociações com o vice-presidente Suleiman fracassou, em parte porque a Irmandade não estava no controle do movimento e porque Israel e os seus apoiantes dos EUA fizeram objecções. Além disso, a ala juvenil da Irmandade pressionou-os a retirarem-se das negociações”.

    Esta mania dos galegos chamarem as coisas pelos nomes.

  5. antónimo says:

    o jugular lá pôs a fotozinha da praxe do khadaffi com o chavez, mas foram menos afoitos com a tenda do líbio por Oeiras com visita de Sócrates e aperto de mão e tudo

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