Que mundo tão parvo…

Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.

Isabel Stilwell é directora do Destak, folheto gratuito que leio com quase tanto interesse como os panfletos do Dr. Karamba. Normalmente, Isabel, escreve os seus editoriais sobre coisas importantes como o Mundo dos Saldos (com letras maiúsculas segundo a própria) ou indignando-se contra o que denomina como saldos de esperma (palavra que julgava banida deste folheto tão Pio).
O problema de Isabel é quando se aventura a falar de preocupações de quem vive fora do seu condomínio. Fica nervosa, inventa números e percentagens e qualifica políticas com “sortes e azares”. Mas desta vez teve azar. Este texto para agradar ao patrão, também podia ter passado como tantos outros que a fizeram ser directora de jornal e comentadora de televisão.

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