É desta?

Que os subúrbios de Paris chegam a Lisboa?

Este artigo foi publicado em cinco dias and tagged . Bookmark the permalink.

19 respostas a É desta?

  1. Pingback: Tweets that mention É desta? | cinco dias -- Topsy.com

  2. Von diz:

    Acreditar que estes distúrbios têm a ver com más condições de vida, mostra uma inocência maldosa, própria de quem vê as revoluções para o lado que dorme.

    • Renato Teixeira diz:

      Não escrevi peva nesta posta sobre o que acredito ou deixo de acreditar mas veja que quanto muito seria “para o lado que estou virado”. É bom de ver que a qualidade de vida é que normalmente gera violência, embora no caso, tudo parece ser uma reacção a um espancamento de um morador (onde é que eu já ouvi esta história?) pelas forças policiais.

      • Von diz:

        E o tal espancamento de um “morador” motivaria incendiar um autocarro e por em perigo mais 6 ou 7 pessoas. “O lado que dorme”, porque parece-me “adormecido” ao acreditar nestas histórias da carochinha, que têm sempre uma “pontinha” de tráfico por detrás.

  3. Osarsif diz:

    Não escreveu peva sobre isso mas o título é, como lhe compete, bastante sugestivo. Indicia, certamente, uma posição perante a possibilidade, um desejo ou temor de que aconteça o que se interroga se acontecerá. Ou não? Vai dizer que teme essa possibilidade? Que lhe é indiferente? Que não lhe agrada minimamente? Só vai dizer se lhe apetecer, bem entendido, mas enquanto diz e não diz é natural que se vá deduzindo e inferindo…

    • Renato Teixeira diz:

      Vá deduzindo e inferindo que é sempre um bom fitness para o espírito. Eu fiz uma pergunta para que quem gosta gostar e para que quem teme temer. As simple as that.

  4. Von diz:

    Sem mais mas, se a violência é a justificação da violência, então a primeira é tão aceitável como a segunda.

    • Renato Teixeira diz:

      Engana-se. A primeira, feita com armas e métodos estupidamente mais violentos, é feita com o dinheiro de todos nós e a infraestrutura do Estado. O segundo para além de ser reactivo é o justo pulsar das pessoas que não aceitam indefinidamente a repressão.

      • Von diz:

        A questão não tem a ver com engano meu, já que exprimi uma opinião que não é passível de ser avaliada por esses cânones. Violência gratuita é violência gratuita seja de cacetete ou de cocktail molotov. Ok, não é gratuita: a polícia paga por nós, o autocarro pago por nós. Mas fico a saber, se me derem um estalo incendeio qualquer coisita. Não dou para esse peditório.

  5. Rui F diz:

    Em Paris não foi mais uma revolta contra a xenofobia e o racismo?

    Se a revolta do Seixal não foi por puro vandalismo e banditismo, ainda se pode “achar” um paralelo com Paris.

Os comentários estão fechados.