In praise of Renato Teixeira, and his Arabic lovesongs

Há uma coisa q me lixa na civilização árabo-muçulmana, e é tão líquida e tão cor-de-vinho que me escuso de referir de que raio de prohibition estou eu a falar; mas all over the world, há outras coisas fixes na língua do profeta: este Hanni El Khatib, por ex., reconciliou-me com a pop nos últimos tempos:

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SEXTA | António Figueira
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3 respostas a In praise of Renato Teixeira, and his Arabic lovesongs

  1. Renato Teixeira diz:

    Camarada António quando postas com o nome da Morgada não devias fazer títulos em inglês. Nem interjeições. Perde toda a credibilidade e algum gosto. O camarada é engenhoso na língua de Camões mas deve reconsiderar a estética saxónica pelo menos tanto como deve libertar o seu entusiasmo árabo-muçulmano. De resto e com uma imagem do Camarada Paço, para medievais barbudos têm dado uma lição (também de democracia) aos mais modernaços progressistas.

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