Estou a um niquinho de implorar…

… a este Pedro, e a este, e à Gui, o “boneco” de um oficial do exército do Bahrein, façanhudo e castrado, orgulhosamente sentado em cima de um barril de sangue.

Não é que a macha metáfora dos testículos me diga grande coisa; mas aposto que a um desses garbosos militares dirá muito mais, enquanto vai lambuzando de saliva os maiorais. E quem sabe se alguém vos pirateia por lá, ou pela 5ª Esquadra, ou em Washington?

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5 respostas a Estou a um niquinho de implorar…

  1. Tenho uma sugestão para a malta do Bahrein:

    1. Arranjar uns gajos que saibam pilotar helis, de preferência pilotos que estejam convosco.
    2. Armar-se e assaltar uma basa das FF.AA. de lá, e neutralizar o pessoal .
    3. Roubar 2 a 3 helis, inutilizar os outros (basta partir o rotor).
    4. Levantar, e abater o(s) imbecis que metralham a multidão a partir do céu.
    5. Depois não exagerem, não vão bombardear mais nada, nem a pôrra do palácio real.

    Apenas tit for tat, com uma pouca de sorte chega para «passar a mensagem».

    Sem isso, nada feito. Não se consegue atingir sériamente um heli à fisgada.

    Demasiado radical para o vosso gosto ?
    Ou talvex prefiram discutir ad nauseam a questão em público para chegar a uma conclusão ‘democaca’, isto até estarem todos presos ou estendidos no chão ??

    🙁

    As coisas ou se fazem… ou nem vale a pena começar.

  2. Ia-me esquecendo: uma vex feito, devolver os helis e desaparecer, antes que os americanos vos venham busca…

  3. Leitor Costumeiro diz:

    É incrível…

  4. Miguel Botelho diz:

    Lá estamos nós a fazer queixinhas dos outros, Paulo Granjo. Assim não vai longe. Tente ser criativo. Desenvolva essa criatividade. Se continuar a fazer queixinhas dos outros, como faz do Gui, do Pedro e do este, se tornará num velho chato e irritante.

    • paulogranjo diz:

      Confesso que, perante um comentário como este, fico na dúvida sobre se o seu autor é simplesmente imbecil, uma personagem execrável que só consegue imaginar os actos dos outros a partir dos seus próprios actos, ou se pretende ser um velho dos Marretas a quem tenha faltado o sentido de humor.

      Este post é dirigido a três pessoas (entre as quais uma “a”, e não um “o”) a quem me ligam longas amizades, ou sentimentos de cumplicidade e simpatia. Se é capaz de ler nele queixinhas, é bastante plausível que o problema esteja na sua cabecinha.

      Para além de que nem todos nascemos para bufos, seja do Barbieri Cardoso, seja do Beria.

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