

No pós-guerra a Europa e os EUA tiveram líderes capazes de resistir ao egoísmo e à arrogância do vencedor, razão profunda da espectacular, fraterna e solidária reconstrução da Alemanha. Isto tudo em função da efeméride (olé olé senão sou anti-semita), para clamar em defesa do projecto europeu e rezar (sim, aquilo é rezar), para que o euro não morra por implosão.
Não consigo fazer melhor sinopse. É passar os olhos pelo biquíni que o suspeito do costume usa para fazer subir as mamas à memória. Terá lido Hobsbawm ou bastou-lhe a história da carochinha?




Não estás autorizado a causar desconforto em colegas de blogue.
Prá próxima, tens de ver com quem te metes.
Estás avisado.
Não tenho medo do medo. Viva o Plano Marshall!
E isto é agora, imagine-se as coisas que há vinte anos não teria dito sobre a Alemanha e os canhões de Navarone quando era um fogoso militante das hostes jovens do PC. Mas nem tudo são más notícias: às vezes escreve umas coisas lacrimosas e indignadas em defesa dos pobres palestinianos para que não pensem que foi ele que pôs a circular o boato que o Roosevelt e o Eisenhower eram judeus.
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