Contra a ditadura burguesa, democracia proletária!

A demolish girl virou à esquerda e pelo jeito nunca mais a apanham a votar Alegre.

Este artigo foi publicado em cinco dias and tagged , , . Bookmark the permalink.

6 respostas a Contra a ditadura burguesa, democracia proletária!

  1. e não somos todos burgueses hoje?

    o trabalhador português é uma minoria

    num mar de funcionários

  2. paulo diz:

    só entendo esta posta como mais uma cretinice antisemita
    comparar os desempregados com os judeus na II GM é lindo………
    força renato um destes dias até vai comparar o capitalismo com o estalinismo

    • Renato Teixeira diz:

      Paulo, antes de espumar veja que infelizmente ainda não desenho. Não obstante devo dizer-lhe com uma frase muito em voga que não escolho entre direitas, nem entre ditaduras.

  3. ‘paulo’, a bater é em mim, que ao que consta o renato é fraquinho. =)

    antes que comece, porém, devo esclarecer que o desenho NÃO pretende comparar a precariedade ao genocídio do holocausto. pretende, sim, comparar a hipócrita/cínica/sádica frase dos nazis (o trabalho liberta), escrita à entrada dos campos de concentração em belos portões de ferro forjado como o que reproduzi no desenho, ao sistema agora imposto aos mais jovens, por mais especializados que sejam: trabalhar, à borla, para ‘ganhar experiência’, para depois eventualmente ter um trabalho a sério, que ‘pague o jantar’.

    ou seja: trabalhar, escravo, por uma libertação que-há-de-vir. é um sistema generalizado, em várias áreas, incluindo a minha, a arquitectura – e o facto de termos fornadas de pessoas, renováveis anualmente, a trabalhar gratuitamente, além de ser um insulto ao valor do trabalho e à dignidade profissional dos que se sujeitam a isso, imprime no mercado laboral uma distorção que nem o sr friedman admitiria: é concorrência desleal face a todos os que, espante-se, defendem a ideia antiguinha do ‘salário a quem trabalha’ e tem resultado na baixa dos salários de todos os trabalhadores por conta de outrém.

    (se estiver com dúvidas que isto acontece mesmo, temos vários exemplos documentados em http://www.malditaarquitectura.blogspot.com, plataforma a que pertenço – aproveite para assinar a declaração maldita, que é um documento colectivo completo sobre o panorama laboral em arquitectura, incluindo a questão dos trabalho não remunerado, que VALE A PENA LER)

    posto isto, se continuar a achar que é tudo uma «palermice antisemita», pode bater à vontade. cumprimentos.

    gui

Os comentários estão fechados.