A REVOLUÇÃO DÁ OS PRIMEIROS PASSOS: “POWER TO THE PEOPLE” – grita-se no Egipto contra a ditadura de transição

Thousands of protesters in Cairo have demanded the new military rulers to hand over power to a civilian government as soon as possible. The people want a clear timetable for the transfer of power to a civilian government, a Press TV correspondent reported on Monday. The new demonstration in Cairo’s Liberation Square comes as the army remains defiant in the face of the people’s demands. During a televised statement on Monday, the army said it would fulfill its promises. This comes only a day after it said it could remain in power for the next six months. The army also called on protesters to end their demonstrations.

Meanwhile, thousands of Egyptian protesters including union workers and police are also staging a strike in the capital Cairo over low pay and corruption. As part of the protest, policemen have marched to the interior ministry to protest the deaths of more than 300 people during 18 days of protests against ousted president Hosni Mubarak. Policemen carried banners and placards that read — apology for our performance during those protests.

Protesters say demonstrations will continue until the army accepts the reforms. Activists have demanded the release of political prisoners, the lifting of a 30-year-old state of emergency and the disbandment of military court.

VIA PRESSTV



Este artigo foi publicado em cinco dias and tagged . Bookmark the permalink.

13 respostas a A REVOLUÇÃO DÁ OS PRIMEIROS PASSOS: “POWER TO THE PEOPLE” – grita-se no Egipto contra a ditadura de transição

  1. V. KALIMATANOS diz:

    Boa sorte a essa gente toda. Mas uma revolução no Mundo Árabe nunca se concretizará naquela cujo modelo você aperta contra o coração marxistocoiso (um judeu israelita antisionista, Gilad Atzmon, já explicou isso) de modo que é melhor preparar-se para a desilusão do costume. No entretanto, pois, divirta-se e aproveite as migalhas como eu, sempre é melhor que nada.

    A outra alternativa é converter-se ao (ou passar a admirar o) Islão, como o fizeram o Garraudy e o Foucault. Tem é que muito cuidadinho com os zinovieves lusitanos encapuzados, se decidir trilhar esse caminho.

    • Renato Teixeira diz:

      Tenho alguma resistência à rendição. Quanto ao que venham a escolher os egípcios todos temos desejos mas já será bom que para começar os deixem escolher a eles.

  2. Manuel Monteiro diz:

    Renato
    O que conta não é o palavreado pequeno-burguês dos Kalimatanos, mas, como bem sabes, é a luta dos trabalhadores explorados. E esses, felizmente, estão de volta à praça…Para nosso contentamento
    Por isso: VIVA A REVOLUÇÃO!

    • V. KALIMATANOS diz:

      Caro Monteiro,

      Pequeno-burguês até pode estar certo, talvez me assente como luva, nunca se sabe, vou começar a vestir uma camisa lavada todos os dias. O que eu realmente receava é que meu amigo me chamasse capitalista reaccionário ou fascista. Ou pior, que anda por aí nome muito mais feio. Mas bebo à saúde disso e espero vê-lo, na Aljazeera, claro, muito brevemente com uma panela de alumínio na Praça de Libertação a aguentar com as pedradas das bófias à paizana.

      E informe-se, por favor, o levantamento popular no Egipto não é constituído apenas por “trabalhadores explorados”. Isso foi dito e visto desde o dia Um da paulada árabe. Que você, agarrado à sua devoção religiosa, se queira apropriar das coisas com as golpadas do costume e uma certa dose de farronca, mesmo a esta enorme distância, bem isso então já não é comigo, é mais com um psiquiatra qualquer que você conheça.

  3. José diz:

    Por falar em Presstv, ainda não o li sobre as manifestações no Irão e o tratamento que receberam das autoridades.
    Distraído?
    Ou preconceito?

  4. Carlos Carapeto diz:

    Irão? Qual Irão? Lá ninguém pode abrir o bico. Prefiro assistir aos protestos calminhos no Bahrein, tudo certinho mais parecem a lassidão do Alentejo à hora da torreira. Não viram na televisão?

  5. José diz:

    Hmmm… certezas… as imagens parecem revelar pancadas certas por parte da polícia iraniana, tiros certos que matam as pessoas certas.
    Melhor mesmo são as contra-manifestações “espontâneas” feitas pelas pessoas certas ou, até, a delirante manifestação feita no parlamento pelos deputados certos.
    Curioso como as certezas emergem ou se desvanecem, de latitude em latitude.
    O tacticismo extremo rouba a alma.

    • Renato Teixeira diz:

      Não se iluda tanto. Ou acha mesmo que o movimento verde quer mandar abaixo o carácter islâmico da República?

      • José diz:

        O povo, Renato, o povo. Aquele que grita “morte aos ditadores!”.
        Teocrática ou não, é de ditadura que se fala quando se menciona o Irão.
        Ditadura, aliás, bem mais policial do que a tunisia e a egípcia.
        Daí ser bem mais difícil a revolução iraniana.

        • V. KALIMATANOS diz:

          José,

          Por que é que você não lê primeiro a história do Irão desde a Segunda Mundial em vez de estar praqui a mandar manchetes do Correio da Manhã e do Portugal S ocialista? Ou nem isso, fique-se pela conferência de Teerão e as negociatas dos Três.
          E “isto” são tudo ditaduras, meu caro, ou as polícias democratas de Paris, Atenas e Berlim usam cacetetes almofadados? Sim, pode-se, falar, cantar ou gritar, criticar, espremer – normalmente em vão porque raramente altera o preço do grão.
          Uma chatice pra quem gosta dum bom prato de bacalhau, really.

  6. EDILSON MARINHO DA SILVA diz:

    SERIA MELHOR ESCOLHER OS POLÍTICOS POR CONCURSOS PÚBLICOS?

    CONCURSOS PÚBLICOS PARA ESCOHERMOS OS ADMINISTRADORES POLÍTICOS DO BRASIL

    Primeiro Concurso Público Político

    O primeiro concurso terá que ser realizado em todo Brasil para escolhermos o Presidente e o Vice-Presidente da República. O primeiro colocado assumirá o cargo de Presidente. O segundo colocado assumirá o cargo de Vice-Presidente.

    Segundo Concurso Público Político

    O segundo concurso terá que ser realizado em cada Estado do Brasil para escolhermos os deputados federais e os Senadores. O primeiro colocado em diante de cada Estado preencherão as vagas de senadores e de deputados federais desse respectivo Estado.

    Terceiro Concurso Público Político

    O terceiro concurso terá que ser realizado em todos os Estados brasileiros para escolhermos os Governadores, os Vice-Governadores e os Deputados Estaduais. O primeiro colocado dentro de cada Estado assumirá o cargo de Governador. O segundo colocado assumirá o cargo de Vice-Governador. O terceiro colocado em diante preencherão o número de vagas de Deputados Estaduais dentro duma ordem classificatória sucessiva em cada Estado.

    Quarto Concurso Público Político

    O quarto concurso terá que ser realizado em todas as cidades brasileiras para escolhermos os Prefeitos, os Vice-prefeitos e os Vereadores. O primeiro colocado em cada Cidade assumirá o cargo de Prefeito. O segundo colocado assumirá o cargo de Vice-Prefeito. Do terceiro colocado em diante preencherão o número de vagas de vereadores dentro duma ordem classificatória sucessiva na sua respectiva cidade.

    1 Observação: O candidato para concorrer a esse concurso terá que ter um curso superior em diante. As provas desses concursos terão que ser bem elaborada e abordará dentre outros assuntos sobre dogmas religiosos, de fraternidade, de amor ao próximo, de administração pública de país de primeiro mundo e de tudo sobre administração pública e economia do Brasil e do mundo, para com isso escolhermos pessoas capacitadas e dignas para assumirem esses cargos públicos. Também serão válidas as provas de títulos para classificarem os candidatos aprovados;

    2 Observação: Os administradores políticos escolhidos através de concursos públicos políticos, depois de terminarem os seus mandatos, poderão concorrer novamente quantas vezes quiserem aos cargos de administradores políticos de todas as modalidades desde que tenham os requisitos necessários exigidos pelo os concursos, já mencionados, em tela; porém, aqueles ex-administradores políticos concursados que não conseguirem ser novamente aprovados para continuar no seu cargo ou noutro que ele optou, nesse caso, para ele não ficar desempregado, ele terá direito de prestar uma prova (tipo concurso interno) optando por vários cargos públicos, como, por exemplo, cargo de juiz de direito, promotor, policial, médico e outros cargos públicos que ele tenha condição de assumir, de acordo com o seu grau de escolaridade, através de uma ordem de classificação, que ele optou, de acordo com a sua nota.

    Conclusão: escolhendo os administradores políticos através de concursos públicos realizados em 4 em 4 anos, e o povo aprovando ou reprovando diretamente todas as leis, projetos, pacotes econômicos, emendas constitucionais e outros através de votação por telefone, internet e outros meios de votação mais eficiente e barato, seria o melhor sistema democrático do mundo, onde esse sistema sendo implantado aqui no Brasil iria desarticular e extinguir de forma radical com todas as quadrilhas de políticos bandidos e de maus feitores que se instalam nos poderes públicos para legislarem e governarem em causa própria.

    Atenção: se você apóia esse novo ideal procure desde já divulgá-lo e convocar todas as entidades de lutas para lutarmos pacificamente para conseguirmos colocar o mesmo em prática.

    AUTORIA: EDILSON MARINHO DA SILVA e-mail: mudabrasil2011@nullbol.com.br

Os comentários estão fechados.