Maldita

Bem sei que este texto é demasiado longo para uma petição (aliás, nunca foi pensado para o ser) e talvez não seja suficientemente genérico para que se possa concordar com tudo. Mas este é a primeira manifestação pública de revolta dos mais de cem arquitectos que têm passado pelas reuniões da Maldita Arquitectura no Porto e em Lisboa. Se chegar às quinhentas subscrições será muito bom, com duas mil será discutida numa Comissão Parlamentar e com quatro mil chegará ao Plenário da Assembleia da República.

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Uma resposta a Maldita

  1. Raul diz:

    Apesar de tudo, estou contente por verificar que isto tem crescido a olhos vistos, nos últimos tempos. Tenho-me esforçado imenso para que chegue às quatro mil. E não, não acho demasiado genérica. Acho que está bem elaborada e faz um bom raio X da situação da profissão. A questão da precaridade é importante, evidentemente, mas há muita coisa para discutir. Claro que que não me identifico com tudo, mas tenho que atender a que isto é o produto de um colectivo.

    No entanto, identifico-me com a maior parte das questões que aí são manifestadas, idependentemente de questões dse forma.

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