Acácio Pinto (PS)


Acácio Pinto foi eleito por Viseu. Professor do ensino primário e mestre em Geografia – Ordenamento do Território e Desenvolvimento foi, a partir de 2005, Governador Civil de Viseu. Apesar de lamentar nunca ter conseguido ser eleito presidente da Câmara Municipal de Sátão, em 2009, integrou em segundo lugar as listas do PS para a Assembleia da República. Falhado o ingresso no governo, com o qual foram agraciados os colegas de lista José Junqueiro (cabeça de lista por Viseu) e Elza Pais (3ª), Acácio Pinto é o mais alto representante do PS Viseu no parlamento português.
Sem remuneração declarada exerce a Presidência da Assembleia Geral da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Sátão e de Vila Nova de Paiva e é membro do Conselho de Administração da Fundação Elísio Ferreira Afonso, igualmente, em Sátão.
Na Assembleia da República, durante este ano e meio de exercício, participou em várias comissões e iniciativas, das quais destaco a recomendação ao governo para “a criação de um portal internet dedicado à exportação de produtos portugueses”.
No Plenário terá realizado três intervenções, ao ritmo louco de uma intervenção em cada seis meses, e duas declarações de voto, destacando-se o momento em que votou contra a redução redução dos vencimentos dos membros dos gabinetes do Governo, dos Presidentes das Câmaras Municipais e dos Governadores Civis.
No seu blogue pessoal, Letras e Conteúdos, onde Acácio Pinto liberta a sua opinião, escreve desejar que o blogue seja um espaço de interacção com os “seus concidadãos”, ainda que o único comentário que se pode encontrar na página principal não lhe tenha merecido qualquer observação.

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16 respostas a Acácio Pinto (PS)

  1. susana diz:

    portanto, um clássico.

  2. Bolota diz:

    Aves raras como esta, há por ai resmas delas.
    A culpa será dele ou de quem os elege???

  3. E depois há quem defenda a diminuição do nº de deputados. Quase todo o povo!

  4. O Beirão diz:

    Mas ninguém ‘chuta’ estes Acácios, que por aí vicejam aos magotes, para a rua das suas insignificânncias?. De que se está à espera?

  5. Niet diz:

    Bom post e imagem do país vero, real absoluta. Em Viseu, muito pouco distingue as élites do PS das do PSD, o que acaba por dar cabo de toda a espécie de alternativa. Fernando Ruas tornou-se num ” lider ” regional graças a uma guerra de ” sensibilidades” com mais de duas dezenas de anos. É certo que, tirando alguns descendentes de agrários locais, o PSD não tinha mais nada por onde escolher…Ele, F. Ruas, ao menos tinha sido aluno do João Cravinho noISECF/ ISEG…Depois do 25/4, claro está. O deputado e líder distrital do PSD, José Cesário, age pela sombra e sobrevive há cerca de 20 anos nos jogos de bastidores a partilhar eventuais mordomias. O boss ligado ao PSD, Joaquim Coimbra, o homem que construiu a Dão Sul-Quinta do Cabriz, Vinhos SARL, com dinheiros dos seus antigos Laboratórios de farmácos, deixou-se cativar pelos investimentos financeiros na capital…Somou sucessos vitivinícolas com a compra da grandiosa Casa de Santar em Nelas, mas a mesquinhez da vida política regional acabou por lhe ter criado excessos de rejeição inadiáveis…O PS ” criou ” em estufa os ” acácios Pinto ” deste mundo e do outro, à imagem e semelhança de José Junqueiro, há mais de duas décadas lider distrital, e que casou com uma conterrânea do Acácio do Satão… Se andarmos para cima e para baixo, no sentido do IP3, os antigos edis de Lamego , de Cinfães, Resende e mesmo Castro Daire ou Mortágua, revelam o mesmo perfil técnico e político dos de Acácio: azeiteirismo, rusticidade, gula e sentido das oportunidades mais venais e fatais. Aquilino Ribeiro, o grande escritor, bem dizia, Viseu é uma cidade que não cria saudades…Niet

    • Bolota diz:

      Se fosse só em Viseu.

      Niet,

      Só assim se explica a releição de Cavaco tendo conta o que se passa no terreno.
      Terreno maltratado pelos Acacios do PS e do PSD, que tambem os tem.

  6. Ricardo diz:

    Eu conheço o trabalho de proximidade que o Dr. Acácio Pinto faz… Li o artigo, e gostei… Mas penso que é curto e triste na redundância que faz ao Dr. Acácio Pinto, ele é um homem que está próximo das populações, até pode não intervir tanto como desejado na assembleia da republica, mas é alguém que ouve os problemas do cidadão comum, e que palmilha todo o Distrito, ao contrario de uns e outros deputados. Por isso acho pobre e desfasada a imagem que fazem do Dr. Acácio Pinto.

    • Tiago Mota Saraiva diz:

      E o trabalho de proximidade do Dr. Acácio traduz-se em quê?

    • Niet diz:

      Caro sr. Ricardo: Viseu- a cidade e o distrito- está condenada, desde há longos anos, a perder massa cinzenta e valores de cidadania. Viseu tem poetas actuais admiráveis- António Franco Alexandre, Luis Miguel Nava, José Augusto Seabra – tem Manuel Maria Carrilho, Vitor Manuel Aguiar e Silva e Ricardo Pais nas Artes e Filosofia e uma pleiade de altos funcionários – Correia de Campos, António Bica, Carlos Matias,etc- que mal puderam. deram às de vila Diogo. Conta-se em Coimbra que, mal se começa a subir o Bussaco- onde os dois distritos se separam…-se sente uma terrível impressão nos neurónios…de repressão e selvática ignorância. A classe política viseense vive de fantasmas e de prosápia assaloiada, de um crónico e irresgatável sindroma de mediocridade…inconsciente. E quando, os Abranhos locais, tentaram concorrer com Coimbra e Aveiro no campo das Universidades ? Páginas e páginas de acaciana desventura e ronha novecentista…Sim, Viseu transformou-se num covil de insânes arrivistas sem eira nem beira, que deixaram que as florestas desaparecessem pelo fogo e poluição e os fragilíssimos elos de uma incipiente e envergonhada indústria- Vestuário, Lanifícios -tenham sido reduzidos a cinzas…Niet

  7. Eu nasci em Lxª (imposição do meu avô) mas ainda tenho interesses herdados (os meus pais faleceram) nessa área.
    Conheço Viseu como a palma das minhas mãos, concordo com quase tudo o que o Niet, excepto que eu gosto da cidade e da respectiva zona de influência.
    Não sei quem é esse gajú, uma das minhas ‘tias’ que vive lá p’ra cima (arredores de Penalva) já ouviu falar desse tipo mas realmente não o conhece, está curiosa.

    🙂

  8. Niet diz:

    Oh, major Alvega: Eu tenho dados para escrever o Crime do Padre…de Viseu! A cidade é muito enganadora: Só dá para Week-Ends, e espaçados. Agora, é a boa altura.Feiras do Queijo da Serra no perímetro da Estrela, a 40kms da capital beiraltina. Até finais dos anos 60 comia-se muito mal. Depois, o D. Zeferino fundou o ” Cortiço”; e foi um sucesso com as suas receitas recolhidas nas aldeias; e já encontrei toda a classe política lá. O João Bénard da Costa gostava muito de lá ir. O major Aventino também. O Eanes, cuja mulher é filha de um viseense de Penedono, só perde por não beber. Hoje,come-se muito bem em Viseu, cabrito em todas as suas paletas,acima de tudo Mas não se pode beber a copo, com tãos bons néctares: é o lado ” canalha ” dos destruidores das marcas de excelência… Conheci o pai do José Fonseca e Costa, com uma quinta belíssima na colina do rio Dão, em Silgueiros, o terroir único da Zona Vinícola, creio que vendida já depois da sua morte. Conheço os maiores produtores da zona: os herdeiros do dr. Santos Lima, com casa de granito e boulevard com mais de 100 hectares no Dão virados ao Sol. Maravilha. Lidei com as gerações herdeiras dos terratenientes ” africanistas ” que compraram nos anos 50 as melhores propriedades. Depois,havia o lugar àparte de o Conde de Santar- marca e propriedades gigantescas na zona de Nelas- hoje na mão do Joaquim Coimbra. E depois há o Rei do Vinho- olho azul e fino que nem uma raposa- Alfredo Rodrigues da Cruz, que ergueu fortuna colossal a comprar de bicicleta peles e farrapos…até ao dia que lhe propuserem uns garrafões de vinho. Hoje, 50 anos depois, é considerado um dos maiores armazenistas de vinho de Portugal. Comprou a D. Teodósio( Bombarral) e as Caves Velhas( Lisboa/ Sintra e Alenquer). Abastece de branco muitas caves de Champanhe na Alemanha. Há os bons exemplos: o grande especialista agrónomo-enólogo, prof. Virgílio Loureiro, que tentou e conseguiu salvar as vinhas velhas de Gouveia e ajudou muito a Quinta do Cabriz. Niet

  9. Niet há por aí umas pessoas que não conheço, as outras sim.
    Esqueceu-se do «Horta» ?
    😉

    • Niet diz:

      Major: O Horta, pastelaria e snack da Rua Formosa, era o antro da media burguesia( que tinham misses importadas de Inglaterra para dar explicações aos rebentos…) e das franjas dos Atahydes e Condes de S.Pedro. Chique a valer mas de uma repelente hipocrisia e snobsacanice provinciana… Lugar para engates selectos e secretos… Toda a gente sabia, mas nada jamais constava. A grande pastelaria era o Santos, nas Quatro Esquinas outrora na mesma rua do Horta, onde havia mão de cónego e muita doçaria conventual de alta qualidade. Um pouco como a Ferrari ou a Versailles nos bons tempos. Hoje um pasteleiro mediocre comprou a ex-Santos, que já se chamava Lobo. Estou para ver! Bom vento! Niet

  10. Francisco de Almeida Cardoso diz:

    Estes comentadores, filhinhos de papá, nunca fizeram nada na vida; são uma bosta.
    Nasceram de barriga cheia, nunca trabalharam e agora batem com a fuça na barreira do insucesso. Geração à (rasca), precisavam de ter nascido cheios de fome,sem liberdade para abrir o bico, ter como futuro a guerra colonial,a emigração a pobreza e porque não a miséria, para poderem opinar sobre quem quer que seja, principalmente sobre pessoas que não conhecem.
    Inveja a quanto obrigas.

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