A Declaração Maldita

Ler e subscrever a Declaração Maldita

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16 respostas a A Declaração Maldita

  1. nada de desculpas ‘ai são trinta páginas’ – a declaração maldita é a reflexão conjunta, ao longo de um ano de trabalho, dos dois núcleos, Porto e Lisboa, da plataforma Maldita Arquitectura, sobre a precariedade reinante e as suas causas, sobre o estado actual do mercado de trabalho (muito semelhante ao panorama laboral dos advogados e outros profissionais liberais) e as propostas para resolução dos problemas encontrados. demora uma meia hora a ler (tá mais bonito aqui: http://issuu.com/maldita_arquitectura/docs/declaracao/1 , texto igual ao da petição online) e é imprescindível que seja lido por todos os arquitectos portugueses.

    leiam, apoiem, partilhem, subscrevam, publicitem como puderem.

  2. Olaio diz:

    Subscrevo!

  3. Pedro Penilo diz:

    Não sou arquitecto. Mas gostava de ser só para poder assinar a Maldita Declaração!

  4. mas podes e deves assinar. não é so para arquitectos!!

  5. Não há nenhuma para canalizador ou para lixeiro

    Somos um país de AVES RARAS COM A grande ADVOGADOS ARCHITECTOS

    AUTARKAS ARCHIMAGOS ARQUIMEDES AR AR ALARGADOS AMANCEBADOS

    APUTAQUEOSPARIUNÃOTEMCULPADOSFILHOSQUETEM

    AVISRARARAS TÃO PROTEGIDAS QUE ENCHEM O PAís E COMEM TODO O GRÃO

  6. xatoo diz:

    caros amigos… esta coisa de rezar (ou peticionar) de cu virado para o ar não está a dar. Se não há investimentos, o mercado (como em tudo o resto) não vos vai ouvir. Virem-se daqui para fora. Se pedreiros, carpinteiros, electricistas e outros operários é o que têm sido obrigados a fazer há mais de uma década de liberalização, porque é que os jovens arquitectos formados aos milhares com cursos fast-food com uma choruda propina privada… – porque é que não hão-de ter o mesmo destino? escolheram a profissão, sabiam que não havia mercado para tanta gente; ou foram obrigados a escolher uma profissão “liberal”?
    Vcs sabem quantos arquitectos com habilitações para assinar projectos existem na República Popular da China… pasmem, para 1, 3 mil milhões de habitantes existem 7.500 arquitectos… depois há é desenhadores e muitos outros auxiliares; é fazer o racio e, lamento, perder a esperança: um país não se constrói primordialmente com doutores.
    Enfim, são malhas que a economia planificada e centralizada tece

  7. caro ‘snipers’, aprenda a escrever e depois conversamos.

    caro xatoo,

    (vou assumir que leu a declaração toda, antes de comentar)
    é defensor da economia planeada, ao que vejo. tudo bem, nada a opor. e até chegarmos aí? espero que não me esteja a mandar emigrar para a china (eu durava uns 10 min que era o tempo de começar a protestar, e além do mais o estado português investiu e muito na minha formação, pelo que era um desperdício…).

    não há arquitectos a mais: há arquitectura a menos.

    ou, de outro modo: o xatoo vive num bairro bonito? a sua casa é bonita? bem isolada termicamente? a sua cidade está bem conservada? e a periferia dela?

    há ou não o direito à arquitectura?

  8. Raul diz:

    A profisão de arquitecto sempre teve laivos de precaridade. Tradicionalmente era cada um por si. Mas agora, a profissão pretende-se regulamentada. E o tipo de regulamentação criada mais não serve do que servir interesses instalados, fechar as portas aos que vão chegando à profissão, independentemente do seu mérito, e reabilitar novas formas de fascismo. É preciso combater essas coisas por todos os meios ao nosso alcance.

    Ainda que os resultados não sejam plenamente atingidos, urge tomar uma posição. Quanto mais não seja por princípios de elementar justiça, valores, etc…

  9. Raul diz:

    Já agora, como disse a Gui Castro Felga, não é preciso ser arquitecto para assinar. Gostava que este movimento alastrasse à chamada sociedade civil. E depois, Designers, Paisagistas, Artistas plásticos, jornalistas, escritores, pessoa da área da multimédia e publicidade empresários, etc, etc, – todos nos deparamos com uma sociedade que resiste por todos os meios a mudar, a aceitar a inovação. Que vai desperdiçando geração atrás de geração. Isto interessa a todos.

    Participem.

  10. Catarina Borges Abel diz:

    Assinada!

  11. Subscrito também (e eu sou de origináriamente de Civil).
    Mas tenho (demasiados ?) amigos que se formaram na ESBAL ou na ESBAP, de raiz ou emigrando da minha 1ª fac. (o IST) para ignorar isto.
    Quando era puto dei uns dias de trabalho (a tabular inquéritos ou estatísticas…) para o atelier de um arqº na altura muito conhecido e que portanto só vou identificar pelo primeiro nome: Maurício.
    Fiz duas cadeiras semestrais de arquitectura no Técnico, e safei-me bem (17 e 18 respectivamente).
    Os meus amigos arquitectos desprezam-se mútuamente, mas realmente pelo que vou ouvindo por aí, apesar de as médias serem altíssimas para entrar, a coisa não está fácil para muita malta.
    Desconfio que assinar estas m#$%&s não dá em nada, mas também mal não há-de vir ao mundo daí.
    :/

    • Raul diz:

      Maurício Vasconcelos?

    • … subscrever a declaração maldita é dar força às linhas de acção propostas, e subscrever a análise ao panorama laboral. a Maldita Arquitectura faz-se representar em todas as Assembleias da Ordem dos Arquitectos, tentando por à discussão as questões abordadas na declaração e defendendo os pontos de vista expressos nela, e entregará a petição aos grupos parlamentares e à Ordem dos Arquitectos (quando formos muitos mais que mil). Para que não se possa ignorar a situação (que é a tendência da OA… ver: http://oblogouavida.blogspot.com/2010/09/poder-podia-mas-nao-era-mesma-coisa.html)

      O trabalho continua (a declaração foi uma primeira fase), mas quanta mais gente ler, concordar e assinar, mais força tem a voz de protesto.

      (portanto, adianta, e muito.)

      • Raul diz:

        Pois é. Eu nem me referi a isso, mas acredito plenamente que o exercício da cidadania tem voz. Quando formos muitos e desenvolvermos as nossas propostas vão ter que nos ouvir.

  12. susana diz:

    salientar que os maiores exploradores dos arquitectos são outros arquitectos. chegam a reter o dinheiro atribuído para os estágios acompanhados que finalizam o curso actualmente, e os estagiários nem piam, porque querem aquele atelier no seu curriculum.

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