Já é hora, já é hora, de o Mubarak se ir embora!

CONCENTRAÇÃO DE SOLIDARIEDADE COM O POVO EGÍPCIO

TERÇA-FEIRA, 18h00, Largo do Camões, Lisboa.

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18 respostas a Já é hora, já é hora, de o Mubarak se ir embora!

  1. Francisco Silva diz:

    Obrigado pela divulgação caro Renato, é bom ver que há um ponto em que concordamos.
    Um abraço.

  2. subcarvalho diz:

    Egipto: A polícia anda a ser detida por comités cidadãos, os trabalhadores da El-Ta3awon (estamparia) and Ghazl Meit Ghamr (têxtil) expulsaram os directores e estão a gerir as fábricas, criam-se novos sindicatos, há milhares de pessoas nas ruas a cagarem no recolher obrigatório. Fala-se duma greve geral até que se implante um regime de democracia directa.
    Isto já não é só uma revolta e caminha para uma revolução.

    INTERNATIONAL DAY OF MOBILIZATION IN SOLIDARITY WITH THE EGYPTIAN AND TUNISIAN REVOLUTIONS
    5 February, 2011

    Throughout the last few days, we received many urgent calls from Egyptian activist groups seeking international solidarity since the events of the day of anger (January 28, 2011) until now. Their calls ended with this message to every person who believes in freedom in the world: “We need your solidarity to support the demand…s and aspirations of Egyptians.” They also demanded us to express our anger against our complicit Western hypocritical regimes–mainly the U.S. government for backing the tyrant Mubarak. We are a group of anti-colonialist and anti-war activists in the U.S. and we urge every human in the world to respond to their call.

    Starting immediately, join us in protesting in front of the Egyptian embassy or consulate near you and protesting the White House and all US ally regimes–France, Italy, the U.K., and other regimes complicit with the tyranny in Egypt.

    Mainly, we call for an international day of mobilization in support of the Egyptian and Arab uprisings on February 5th, 2011. We will be holding protests, world-wide in front of parliament buildings, centers of power and collusion with the dictatorship regimes, and representative offices.

    Year after year we marched, protested and fought daily for a decent life, for dignity, for independence and for freedom. We saw our lands occupied, our people invaded and murdered, our thinkers and journalists imprisoned, our activists tortured and disappeared and our very ability to live and feed our families challenged. If it wasn’t for the despotism and iron fist rule, imposed on us by colonial dictators who receive orders from their imperial masters, the Zionist genocide in Palestine and Lebanon and the US pillaging of Iraq would not have been possible.

    There is nothing random about the revolution that overthrew Zine Al Abedeen Ben Ali from his throne in less than a month. Similarly, what we see in Egypt is a culmination of people’s action triggered by utter disgust and unwavering will to live as fully-dignified human beings. Egypt’s tyrant is a client of the United States and receives $200 million per year in aid, which is mostly allocated towards internal security. People in Tunis and Cairo rose up for the same reasons that people in Iraq and Palestine continue to rise up. Despite arresting people, injuring thousands and killing hundreds, the Egyptian people continue to storm the streets in wave after wave. They do so for freedom, for dignity, for a developed future, for the education of their children, for having a seat at the table from which colonialism has excluded them.

    These dictatorships proved precarious and brittle and exposed their brutality to the world to watch. Egypt’s tyrant, Hosni Mubarak claims that these protests are led by Islamic Brotherhood activists. In Egypt people of all walks of life, gathered 100,000 strong and pushed the police back, dispersing them with the very weapons they had used against the protestors. It is noteworthy that the riot weapons and the tear gas are made in the USA. In Tunis, the protests continue until a fairly elected government is in place. The Arab revolution has now spread like a wild fire from Tunis, through Algeria and Egypt, to Yemen and Jordan. Now it is threatening the Palestinian Authority. Despite all of this, the US is trying to find agreeable and more benign dictators to replace the ones deposed.

    As we stood with the people of Palestine who have launched intifadah after intifadah, we must stand in support of the Arab revolutions of 2011 against the colonial powers that try to displace us, divide and conquer our lands and the agents who aid them. Like Ben Ali, Mubarak’s role is to self-perpetuate while over 40 million Egyptians live and feed their families with $2/day. Mubarak corrupted all civic and state institutions while participated in the siege of Gaza, along with his Palestinian Authority-Israeli counterparts, and gave the Zionists a free pass through the Suez canal to go attack Iran if need be.

    History speaks once. Now is our time. Now is our moment. We must take to the streets and stand in solidarity with the 80 million Egyptians whose cries have long been censored and silenced. Let’s make history and join the Egyptian and Tunisian people in the streets, across the Arab world and in the centers of power. If it was not for aid from the United States and Europe, these dictatorships would have fallen long ago.

    To join the growing movement, we call for an International Day of Mobilization in solidarity with the Arab Peoples of Egypt and Tunisia on Saturday February 5th.

    Although we are separated geographically, our future is one. Our message is unified that we stand together; our pain is one and our freedom is one.

  3. a anarca diz:

    vamos de burka ou mini saia ?

  4. André Escoval diz:

    Feliz pela revolta popular, e pela aparente condução dos destinos da Revolução!
    Apreensivo quanto ao El Baradei…

  5. lingrinhas diz:

    de bikini e metralhadora debaixo do braço e o valentão do renato.

  6. Petunio diz:

    O mais do mesmo com fachada diferente parece ter em Al Baradei um protagonista ideal.
    Recorde-se que ele é director-geral da Agência Internacional de Energia Atómica, cargo para o qual foi escolhido com o apoio dos EUA; é doutorado pela Universidade de Nova Iorque, onde foi professor de Direito Internacional e veio a correr de Viena, logo que eclodiram as recentes movimentações de massas.
    Os média dominantes – que lhe chamam «o rosto da oposição» – apresentam-no como uma espécie de salvador da situação… que o mesmo é dizer, o bombeiro de serviço à extinção do incêndio social e popular que ameaça com profundas transformações no país…
    Por exemplo: Rui Tavares, deputado do BE no Parlamento Europeu, opina hoje no Público que «El Baradei é o homem certo no momento certo e tem de ser apoiado quanto antes para que organize a transição…»
    Estou em crer que Biden, Clinton e Obama perfilham essa opinião…
    (O Cravo de Abril)

  7. xatoo diz:

    anarca
    não há escolha: leva as duas peças, uma em cima, outra em baixo
    é a melhor metáfora para o Mubarak que sai e o El-Baradei que entra
    o primeiro entende-se bem com o Obama, o segundo entendia-se bem com o Colin Powell
    http://www.achievement.org/autodoc/photocredit/achievers/elb0-003

  8. Alberto diz:

    Vocês deviam era fazer uma concentração junto à embaixada dos E.U.A., principais responsáveis pela situação instável que se está a viver na Tunísia, no Egipto e no Iémen. Ou julgam que por sair Mubarak o problema acaba?
    Ouviram o comentário do primeiro-ministro israelita hoje? O tal que esteve em Londres, no mesmo dia em que foram os atentados no metro?
    Talvez, a manif. pudesse sair da embaixada dos EUA e dirigir-se à de Israel.
    Enquanto as vossas baterias não forem apontadas para o verdadeiro inimigo, bem podem esperar pela verdadeira mudança.
    Até lá, continuem a admirar Obama, a Facebook e as séries televisivas americanas.

    • Carlos Santos diz:

      Brilhante, caro Alberto. Muitos de nós já sabemos que são os neo-cons os culpados desta situação. Contudo, à porta da embaixada dos fascistas disfarçados de libertadores, estão uns individuos com fatos camuflados e G3 ao pescoço.. não é fácil convencer esta povaça amorfa e imbecil a manifestar o que quer que seja à frente daquelas máquina de guerra. “À beira mar plantados” é a triste figura que nós somos..

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