INTIFADA MUNDIAL – Razões do nervosismo e do entusiasmo!

Via Rubra
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14 respostas a INTIFADA MUNDIAL – Razões do nervosismo e do entusiasmo!

  1. http://notonemoreexecution.org/2011/01/29/resolution-of-the-january-29-2011-protests/#comment-933

    Resolution of the January 29, 2011 Protests:

    In Defense of Political Prisoners and against Executions in Iran

    1 – We consider execution a criminal and inhumane act and strongly condemn the Islamic regime, the regime of execution and stoning. All death sentences and the death penalties should be abolished immediately.

    2 – All political prisoners must be released immediately and unconditionally from the Islamic regime’s prisons. Freedom of opinion, expression, association, assembly, protest, strike, dress, and and to have or not to have a religion are unquestionable rights of all people.

    3 – We demand full political and diplomatic isolation of the Islamic Republic, the closure of its embassies, and the expulsion of the Islamic Republic from the United Nations, the International Labor Organization, and all international institutions.

    4 – We call on all world governments to condemn the Islamic Republic for the crimes it has committed, and to demand abolishment of the death penalty and the immediate release of all political prisoners. We strongly condemn the silence, the cooperation, and the policy of appeasement of the world’s governments in the face of the Islamic regime’s crimes. Iranian people will not forgive the silence of these governments and the United Nations.

    5 – We firmly support the Iranian people’s rightful struggle, we declare our solidarity with them, and we ask the humane world to show solidarity with the Iranian people to overthrow the Islamic regime.

  2. Tiago Silva diz:

    Aquela ilhazita ao lado da Espanha é que já aderia ao movimento.

    • Renato Teixeira diz:

      Seria bom, seria, mas diz que as massas não estão preparadas para grandes avanços emancipatórios. 😉

  3. JDC diz:

    Tenho alguma desconfiança que as revoluções no norte de África acabem num regime islâmico à semelhança do Irão… Vamos ver.

    • Renato Teixeira diz:

      Ficariam ainda assim melhor do que estavam. Se for essa a sua vontade o que fazer? Bombas para exportar modelos democráticos?

      • JDC diz:

        Se for essa efectivamente a vontade, embora discorde do modelo, que assim seja. Mas muitas vezes, na confusão de uma revolução, instalam-se regimes talvez piores que os anteriores ou, noutras palavras, menos humanos e laicos. Exemplo disso é o que aconteceu na Birmânia (hoje Myanmar), por exemplo.

  4. José diz:

    “Se for essa a sua vontade o que fazer?”

    Nada, evidentemente. Mas como é que o Renato consegue aquilatar da vontade de um povo numa ditadura teocrática? Ou será que esta é menos tirânica do que qualquer outra?

    E, sinceramente, acha mesmo que os iranianos querem aquele regime? Mesmo depois das manifestações todas que houve a seguir às eleições? Ou só as manifestações contra o Mubarak e Ben Ali é que são representativas da vontade do povo?

  5. Carlos Carapeto diz:

    ««««««««JDC says:
    30 de Janeiro de 2011 at 4:18
    Exemplo disso é o que aconteceu na Birmânia (hoje Myanmar), por exemplo»»»»»».

    Bem muita falta faz por lá uma “democraciazinha” tutelada por Washigton, com uma base naval no Golfo de Bengala e os aviões da USAF a sobrevoarem as fronteiras da Birmânia com o território Chinês bem à vista, e mais umas baterias de misseis Patriots viradas para Norte.

    Dava cá um jeitaço do catano?

  6. Carlos Carapeto diz:

    ««««««««José says:
    31 de Janeiro de 2011 at 21:23
    E, sinceramente, acha mesmo que os iranianos querem aquele regime? Mesmo depois das manifestações todas que houve a seguir às eleições?»»»»»»».

    Importa-se de fazer um pequeno esforço em explicar-me as razões porque na Arábia Saudita não se ouve nem o menor sussurro?

    Talvez por se tratar de uma democracia exemplar? Os Iranianos estão ruidos de inveja, especialmente as mulheres, as que são regulmente chicoteadas e lapidadas em praça publica, ou as meninas de 12 anos forçadas a casar com velhos de mais de 80.

    Estes papagaios ensinaram-lhe a palavra Irão, repetem-na até exaurir o ultimo sopro de vida.

    É preciso ter lata. Julgam que os outros são uma trupe de palonços como eles.

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