Repressão policial contra grevistas


Esta tarde, na Espanha democrática de Daniel Oliveira, os piquetes dos patrões e banqueiros carregavam sobre os piquetes dos trabalhadores.

A repressão contra grevistas galegos, bascos, catalães e madrilenos foi a tónica do dia. Houve detenções e cargas policiais para todos os gostos. Enquanto as Comisiones Obreras e a UGT negociavam um acordo para o aumento da idade da reforma, milhares de trabalhadores defendiam os seus direitos na greve geral convocada pelos sindicatos galegos, bascos e catalães.

Adenda: Em Leioa, perto de Bilbau, a polícia passeou-se de metralhadora e a parte industrial de Andoain recebeu a visita de vários tanques de guerra.

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14 respostas a Repressão policial contra grevistas

  1. LAM diz:

    Estes bascos são doidos. Fazem manifestações em dia de greve geral em vez de estarem nos piquetes de greve, tsch!

    • Bruno Carvalho diz:

      São doidos, sim. Mas não são doidos ao ponto de reivindicarem manifestações nacionais esvaziando os piquetes como querem os seus amigos, LAM. Uma reivindicação que só pode existir na cabeça de quem não sabe o que é uma greve geral e as dificuldades que comporta organiza-las. Já para não falar das palavras de ordem festivaleiras e nada sérias como “Greve geral até ao carnaval”.

  2. Augusto diz:

    Ainda não há muito tempo, chegaram noticias , de repressão brutal sobre operários que se manifestavam, na China.

    Se a Espanha democrática reprime…

    A China do capitalismo de estado, ou do pseudo-socialista não lhe fica atras…

  3. Miguel Lopes diz:

    Qual é o objectivo de introduzir a China na discussão?

  4. A.Silva diz:

    QUE VIVA OS POVOS DE ESPANHA!

  5. António Carvalho diz:

    Tou farto da tua conversa de merda ó renato. Vem cá para espanha ver o que custa levar porrada da polícia. Depois diz alguma coisa palhaço do caralho.

  6. JMJ diz:

    Estou totalmente solidário com a luta dos trabalhadores em greve geral na Catalunha, Galiza e País Basco (inclusivamente porque se sabe bem os problemas que o movimento sindical espanhol tem e aprofunda a cada oportunidade).

    Mas esperava, pelo menos aqui, neste blog, uma menção das jornadas de luta descentralizadas que foram protagonizadas pela CGTP, em Portugal, em diversas capitais de distrito, durante esta semana. Ontem, em Setúbal, onde estive presente, foi uma manifestação muito bem participada.

    Atendendo ao momento específico – logo após umas eleições presidênciais com os resultados conhecidos – foi um importante momento de afirmação de vontade de mudar de muitos trabalhadores.

    A luta vai continuar, independentemente dos desejos dos “vencedores” de Domingo.

  7. Camarro diz:

    Caro Bruno

    Pesquisei mas não encontrei… a que se deve a traição das CC OO?

  8. Pacholin diz:

    Esta traição das CC OO e da UGT em espanha faz-me lembrar a traição do sr. Mário Nogueira aos professores aquando da assinatura do memorando de entendimento com a ministra sinistra, não sei se o Bruno conhece este senhor?

  9. Pacholin diz:

    Lol, exacto “posteriormente” criticou o entendimento que fez com a ministra…assimd e repente…não teve nada a ver com o facto de ter sido convocada uma manifestação pelo movimentos de independentes de professores.
    Não basta olhar para o BE, às vezes mais vale olhar para dentro…

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