Força, Vôvô!

Que as notícias da sua recuperação sejam ultrapassadas por uma realidade ainda melhor!

Precisamos de sentir connosco o mais justo e amado dos homens vivos.

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9 respostas a Força, Vôvô!

  1. Knopfler e cúmplices, p’ra ele:

  2. Faço-vos notar que nós “anglos” já cá andamos há muito mais tempo, somos bem mais à esquerda que vós, aprendemos há décadas a não nos alçarmos p’ra cima de palanques estúpidos a faxer discursos aborrecidos (mas muito ‘educativos’, claro…) e conseguimos devagarinho tocar as consciências de muito mais pessoas que vossas ‘mercedes’ têm sequer a ideia que existem.

    Chama-se faxer o servicinho’ como deve ser feito («trabalho de massas», se por acaso têm sequer ideia do conceito…)

    😉

  3. The Studio diz:

    “Precisamos de sentir connosco o mais justo e amado dos homens vivos.”

    Mas… o mais justo e mais amado dos homens vivos não é o Álvaro Cunhal?
    Fdx, uma pérola destas até parece do Daniel Oliveira.

  4. Francisco Semedo diz:

    Senhor Granjo,

    Recebi agora uma cópia das suas crónicas sobre o presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, pelo meu compatriota Alberto Carvalho.

    Devo lhe dizer que, ao comparar Robert Mugabe a Hitler, sem atender ao seu passado anti-colonialista, é descer ao nível do pior jornalismo da Sky News, da BBC, da CNN, da Aljazeera britânica, da Euronews, como também dos editoriais do Sr. José Manuel Fernandes do Público ou dos comentários da Senhora Cândida Pinto, da SIC Notícias.

    De facto, para chamar de Hitler a um resistente ao colonialismo, é preciso descaramento; é preciso vergonha.

    Depois, para disfarçar, o senhor dá os parabéns ao presidente Mandela, pensando que isso lhe serve de muito. É uma hipocrisia.

    Não preciso de o dizer em inglês, como ja muito bem foi dito, mas, Sr. Granjo, tenha vergonha!

    • paulogranjo diz:

      1 – Se leu com um mínimo de atenção, terá visto que o que foi comparado foi “informar-se” sobre a realidade zimbabuéana na representação desse país em Lisboa e “informar-se” sobre as razões dos nazis através da propaganda que produziram. Se não leu com um mínimo de atenção, leia. Se continuar a não perceber a diferença, pouco mais posso fazer por si.

      2 – O passado de alguém como líder anti-colonialista ou como revolucionário não coloca ninguém ao abrigo da crítica, se se torna num sanguinário opressor do seu povo. E quanto a isso, não é preciso recorrer ao relambório de meios de comunicação que refere e que não pertencem aos meus hábitos. Prefiro os meios de comunicação zimbabuéanos (normalmente disponíveis on line, mesmo quando as edições em papel são queimadas) e dos países limítrofes. Aliás, durante o período eleitoral, o próprio jornal do regime foi muito esclarecedor, sobretudo quando transcrevia os discursos da senhora Mugabe e de outras figuras do núcleo duro do poder.

      3 – Querer colar Mugabe e o seu regime à referência moral que, na política mundial e no campo dos ex-movimentos de libertação, é Mandela parece-me, desculpe, quase obsceno. Aliás, o próprio Mandela, incomodado com a política de Mbeki em relação à repressão eleitoral no Zimbabwe em 2008, teve necessidade de quebrar o silêncio de solidariedade para com a governação do ANC, para apelar ao fim da repressão e à aceitação dos resultados eleitorais.
      Tenho toda a legitimidade de chamar tirano violentador do seu povo a um tirano violentador do seu povo (tal como o fizeram as principais organizações e figuras de esquerda da região) e celebrar o homem que mais admiro e que, tirando o facto de ambos terem liderado a libertação dos seus países, foi e é, em tudo, o oposto do outro.

      Tendo percebido (por um comentário noutro post que refere estes e pelo facto de estes estarem ainda para aprovação) que se trata de uma “onda de solidariedade” (legítima) para com comentários que me têm atacado a este respeito, permita-me agradecer-lhe o facto de ter mantido o seu protesto dentro de um quadro de urbanidade e, independentemente das nossas discordâncias, de racionalidade.

  5. Ana M. Ribeiro diz:

    Li agora alguns dos textos publicados aqui neste espaço pelo Sr. Granjo e fiquei muito surpreendida com tanto descaramento. Será que o Sr. Granjo sabe quem foi Ian Smith? E a Rodésia, antes de se tonar em Zimbabwe? Olha, porquê comparar um homem que combateu o colonialismo britanico com um alemão que mandou judeus para os fornos crematórios? Faz sentido isso?

    Tal como os meus amigos Alberto, Pedro e Francisco de que recebi os textos, repito e digo ao Sr. Granjo:

    Tenha vergonha!

    • paulogranjo diz:

      Minha senhora:
      Dado o adiantado da hora e a redundância do seu protesto relativamente ao do Sr. Francisco Semedo, agradeço-lhe que tome como resposta ao seu comentário aquela que enderecei ao seu amigo, particularmente nos pontos 1 e 2.

  6. Vítor Neves diz:

    A utilização e manipulação de um comentário revela fraqueza de carácter e anormalidade.

    A não inclusão de comentários, afim de proteger a sua imagem, revelam insegurança.

    Todos estes elementos, revelam em Paulo Granjo uma nítida falta de preparação na abordagem de temas sérios e importantes.

    • paulogranjo diz:

      Não percebo a que se refere quanto a “utilização” e “manipulação”(?!) de um comentário.

      Quanto à não inclusão, isto leva um tempo a fazê-lo automaticamente, a não ser que dê com eles, como agora aconteceu.
      Quer-me parecer, no entanto, que ela só protegeria a imagem de quem os faz.
      E não me estou a referir apenas a questões ortográficas ou de sucessão lógica de argumentos.

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