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- Francisco Norega em Es.Col.A. do Alto da Fontinha – AUX ARMES!
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“(…) No que se refere às eleições do passado Domingo, a campanha e os seus resultados confirmaram a importância da decisão do PCP de intervir com uma voz própria e autónoma nesta batalha eleitoral.


Depois de ter passado a dívida contraida fraudulentamente por privados para o sector público, os actuais gestores politicos do capitalismo estão agora a fazê-la pagar pelos trabalhadores.
É a importância eleitoral das capelinhas que interessa? ou propostas de combate no sentido de inverter a situação por acções concretas
A nosso ver, propomos que os deputados do PCP e do Bloco abandonem o Parlamento, sempre que se justifique como acção de protesto, e se solidarizem nas ruas e nos locais de trabalho com as massas populares que estão a pagar as favas
E fica logo tudo resolvido. Sinceramente Xatoo, com a pouca importância que diz dar às capelinhas, o que foi fazer para o palanque com o Alegre?
Será pedir muito ao Renato a little bit of rigor? É que o que ele linkou foi tão somente a
declaração de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP, Sobre a reunião do Comité Central do PCP.
Exactamente. Está a acusar o Jerónimo de ter deturpado o conteúdo da reunião?
Não seja palerma, Ricardo. A reunião foi do Comité Central e não da Comissão Política do Comité Central. Não insista na tolice.
Quem o ouve andam todos a dizer coisas diferentes. E o Manuel tem alguma coisa a dizer sobre o que todos parecem estar a dizer?
Passou-se! Recomponha-se homem!
!?!?.
Esclarecido.
Renato um pouco mais de seriedade e exactidão na análise ao comunicado do PCP.
O facto de se considerar que se tomou uma decisão correcta, não significa que se considere que se ganhou. Agirmos da forma mais correcta que nos é possível, não assegura por si só o êxito das nossas acções.
Como Francisco Lopes disse no dia das eleições:
“A eleição de Cavaco Silva, embora com a votação mais baixa ou das mais baixas de sempre para um segundo mandato, constitui, não apenas a continuação, mas o agravamento dos problemas nacionais.”
Entendes o que FL quer dizer com o “agravamento dos problemas nacionais”?
Independentemente das nossas “vitórias” ou “derrotas” o que está em causa é se o povo e o país ganharam com estas eleições, é dessa forma que as questões devem ser colocadas.
Quanto à estratégia que deveria ser seguida, parece-me que a tua ideia da candidatura de Carvalho da Silva é reveladora de (grave) miopia politica. A ser seguida, neste momento poderíamos ter Cavaco na presidência e o movimento sindical, que tão importante tem sido (e é) na luta contra o capital, teria perdido um elemento decisivo da sua actual unidade e capacidade de acção, ou seja, as forças anticapitalista teriam perdido em dois tabuleiros.
Acho que não fui muito impressionista a ler isto: “A votação obtida por Francisco Lopes – mais de 300 mil votos e 7,2% – constitui uma inequívoca afirmação de combatividade e de exigência de uma profunda mudança na vida nacional. “
Fosga-se, achas que 300 mil pessoas que se manifestam de forma inequivoca e clara contra o capital e por uma rotura com o sistema não é uma coisa a valorizar.
Achas que é mais importante o crescimento dos votos nulos e brancos?
Olha, começa a pensar em organizar uma manifestação dessa tua maioria silenciosa.
Acho que são 300 mil votos de protesto que poderiam ter sido muitos mais. Quanto às manifestações muitos que votaram Nulo, Branco, Coelho, Nobre e até, pasme-se Alegre, estão comprometidos com a luta. Porque não terão votado Lopes? Porque é que as diferentes direcções da esquerda estão mais vezes do que seria desejável mais preocupadas com as suas estratégias particulares e com os seus castelos de cartas do que com o avanço do combate político e social?
“Acho que são 300 mil votos de protesto que poderiam ter sido muitos mais.”
E o que fez o Renato Teixeira para que essa possibilidade se concretizasse? Nada. “Poderiam ter sido”, como afirma, mas nunca com o contributo do Renato Teixeira.
O A.Silva tem toda a razão: “300 mil pessoas que se manifestam de forma inequivoca e clara contra o capital e por uma rotura com o sistema”. E o que fez o Renato Teixeira para engrossar esta manifestação? Nada.
Poderiam ter sido se a escolha e o processo fossem unitários e se a política mais arrojada. Naturalmente que para uma candidatura exclusivamente do PCP o PCP não contou com muito mais do que o PCP, ainda que algum do voto descontente do BE até tenha aterrado na sua candidatura.
“Quanto à estratégia que deveria ser seguida, parece-me que a tua ideia da candidatura de Carvalho da Silva é reveladora de (grave) miopia politica. A ser seguida, neste momento poderíamos ter Cavaco na presidência e o movimento sindical, que tão importante tem sido (e é) na luta contra o capital, teria perdido um elemento decisivo da sua actual unidade e capacidade de acção, ou seja, as forças anticapitalista teriam perdido em dois tabuleiros.”
Tem razão. Mas isso que importa ao Renato? Nada. O BE escolheu estar com a candidatura do governo. O PCP preferiu promover uma candidatura para onde possam convergir todos os que estão contra as medidas anti-laborais. As escolhas políticas são claras. Mas o Renato não quer ver isso. E prefere continuar a entreter-nos com tretas.
O PCP escolheu fazer uma candidatura exclusivamente partidária.
Parece-me que já somos todos crescidinhos e que todos percebemos que todas as candidaturas eram partidárias.
Eram partidárias as candidaturas do Lopes, Alegre, Nobre, Defensor Moura, Coelho e Cavaco.
Por muito que um ou outro berrasse que era independente.
A candidatura que o PCP promoveu era a candidatura para onde podiam convergir todos os que estão contra as medidas anti-laborais deste governo. Uns convergiram, outros não. Mas é sempre assim que as coisas se passam, não é verdade? Para quê andar agora a disfarçar?
O PCP cumpriu a sua obrigação. Promoveu uma candidatura clara, sem equívocos. O seu (nosso) candidato fez uma campanha dinâmica, à escala nacional, muito participada.
Outros não quiseram assim actuar. Estão no seu direito. Assumam agora as consequências e não culpem quem procedeu de modo diferente.
Naturalmente. Finalmente de acordo. Isso é capaz de explicar parte do problema.
Eu p’ra esse assunto vou responder em turco:
Gelen Cevap Bildirisi.
E estão cheios de sorte porquem grego só sei dixer “por favor”, “obrigado” e “dá-me um copo de água ?”…
Já deu para perceber quem ganhou as eleições, foi o Renato Teixeira.
Como os velhos marretas, sentou-se no camarote e desancou em todos os que apareceram em palco. Para o Renato, mereceram todos o mesmo tratamento, porque todos são iguais. Diferente, diferente só o Renato que, como é diferente, se sentou no camarote a falar mal de todos os outros.
Parabéns Renato, que a sua maneira de ver as coisas está a ganhar força em Portugal. Fale-se mal, muito mal mesmo, de quem se mexer seja para o que for, mas fazer algo, assumir uma posição é para os papalvos que gostam de se colocar ao frio e à chuva.
O Renato já lembra o discurso do FMI do Zé Mário Branco, d’ “A minha politica é o trabalho!”. Já faltou mais. Just a little bit…
Já fui dizendo o que se ganhou e se perdeu mas veja que outros cinco milhões fizeram o mesmo.
Inclui-se no milhão dos eleitores fantasmas. Está bem visto.
Até os abstencionistas perderam quase 1 milhão de votos, comparando com as eleições de 2009, Renato.
Não tenhas dúvidas, a vitória é mesmo tua. Saboreia-a.
Saboreia a vitória da direita e a vitória do Renato Teixeira!
(rima e é verdade)
Julgava que era só o JMJ que cantava vitórias morais? Cantemos todos a tristeza deste fado.
Sim, mas o voto em branco do Renato elegeu alguém. O meu voto no Chico Lopes não evitou essa eleição.
Again, one round of applause to the Winner – Mr. Teixeira!
Deixe lá de atiçar a audiência. Fica-lhe mal. Quanto aos votos brancos devia olha-los como aliados. Assim como assim evitaram uma entrada de última hora pela porta dos fundos do Hotel Altis.
O país e a esquerda dispensavam que a ala democrática em peso levasse Alegre e Sócrates em ombros contra a direita da qual eles são cúmplices.
Já o Renato também pode respirar de alívio, não tivesse que ir a correr apoiar alguém.
Ao menos assim, saiu em grande, em ombros. Não apoiou ninguém, não se expôs por nenhum, não perdeu com ninguém.
E viva a vida sem preocupações, não é Renato?
Não. Tomei posição pública a defender o voto branco e nulo, com todos os seus riscos e consequências. Teria apoiado um candidato unitário da esquerda que fosse claramente contra toda a direita, PS inclusive.
O Renato tomou foi a posição do Vestido Preto:
“Não me comprometo”
Em tudo concordou com a mensagem do Chico Lopes mas não o apoiou porque:
- Não era outro (nomeadamente o Carvalho da Silva)
- Não era de outro partido que não do PCP
- Não disse por escrito, assinado com sangue que não apoiaria o Alegre numa 2ª volta.
Ou seja, o Renato seguiu um caminho que visava constante confrontação desta candidatura e a diminuição do seu papel – porque era “funcionário”, porque era “ortodoxo”, porque era “desconhecido”, e porque, e porque e porque…
O Renato sentou-se à janela a ver por onde ia a Banda. Apelou ao voto nulo e branco que foi, como desejado, muito expressivo e decisivo. Decisivo para a vitória de Cavaco Silva, mas decisivo e por isso, esta vitória de Cavaco Silva é um prémio para Renato Teixeira.
O Renato apela à unidade da esquerda, mas quando surgiu um candidato a quem até reconheceu qualidades e uma mensagem importante, de esquerda, cortou-se porque não conseguiu ir além dos seus preconceitos. Ao valor intrinseco da candidatura de Francisco Lopes, sobrepôs-se o facto de não ser o “escolhido” do Renato.
Não é nada de novo no Renato, que andou meses a apelar a cada manifestação, para uma greve geral, para depois, nas vesperas de uma greve geral, apelar a manifestações.
Não vejo como não se pode fazer greve e fazer uma manifestação. Estive nas duas. Aliás, como gregos, franceses, espanhóis, italianos, etc, etc, sempre fazem.
Quanto ao resto é como lhe digo, a preserverança para atacar os brancos e nulos, podiam também ser vir para, como diz o título, colocar algum leninismo no seu balanço. Sabe o que dizia o camarada sobre o assunto? Estou certo que sim.
Pode ficar descansado que o trabalho que Lenin propõe foi e está a ser feito.
Uma das conclusões:
Candidaturas como a de Francisco Lopes serão o caminho para melhorar estes resultados.
Sei que não vai perceber o que quero dizer mas também não vou explicar, mas reafirmo:
Candidaturas como a de Francisco Lopes demonstram um rumo a seguir para um PCP mais forte.
O Lenine fazia questão de ser percebido.
Este «post» vai já para o quadro de honra (que tenho na dispensa) da desonestidade intelectual.
O Renato tem cinco milhões com ele, razão tinha o outro do Porto que queria dar a Presidência ao Renato.
Vitor Dias, a si cabia-lhe que torna-se a discussão mais clara, ao invés de entrar na troca de mimos. Se explicasse as razões do transcrito contribuiria melhor para o debate.
Passo-me com malta que não sabe a distinção entre “torna-se” e “tornasse”.
Pois foi. Mas não se passe. Acontece.
Fiz isso – explicar – na minha chafarica para aí às 21/22 de domingo.
Mas se não leu, não vá ler. É um texto de quem tem uma cultura da complexidade e da incerteza e não da simplificação e grandes certezas.
Sem simplificar dificilmente nos entendemos e até ler o seu texto, que não explica as razões mas assume que há outros votos de protesto além da candidatura de Francisco Lopes, ainda só tinha lido mistificações e incertezas no que foi dito oficialmente.
Mas voltemos à luta, claro, com diz o Iskra, que já enjoa discutir o processo eleitoral.
Fui agora ao tempo das cerejas, e fiquei bem mais esclarecido: “O largo descontentamento social terá querido exprimir-se também através do voto noutros candidatos mas quem verdadeiramente o levou à boca de cena da campanha foi a candidatura de Francisco Lopes. Por mim, admito que no resultado de Francisco Lopes possa ter pesado a eventual circunstância de segmentos do eleitorado comunista não se terem sentido mobilizados para esta eleição por não verem nela uma incidência directa sobre os problemas que mais causticam e amarguram a sua vida.”
Renato,
Vim aqui hoje de propósito para Vos transmitir os meus sinceros parabéns pela vitória grandiosa que o Vosso candidato alcançou nestas Presidenciais. Lopes foi divinal, genial. A vanguarda iluminada que lhe apoiou nestas Presidenciais conseguiu galvanizar as massas oprimidas e exploradas. O povo que em todos e tudo manda, o povo que Vocemessês invocam ad nauseum como “objecto” de elaboração ideológica…mandou-vos à fava! A Vossa derrota é muito mais dolorosa do que a de Alegre. Vocês tentam camuflar a VOSSA derrota com a derrota de Alegre, Louçã e Socrates (apesar do PM não querer o Pateta Alegre na PR!!)
Quem perdeu foi o povo e o país, ainda não percebeu ou quer que lhe faça um desenho?
A Silva, retirei a parte insultuosa. Segure-se lá.
Prontos, tá bem
Renato:
Acho que nada do que citas é, propriamente, escandaloso ou sequer incorrecto! Na realidade, apesar dos 7,2% não ser um resultado por aí e além, o PCP pode reclamar:
a) Ter aproveitado o palco eleitoral para difundir as suas ideias
b) tê-lo feito de modo totalmente autónomo
c) ter segurado o essencial da sua base social de apoio – ambos sabemos que, de um ponto de vista leninista, “resultados eleitorais” valem o que valem… não é assim?
Carvalho da Silva? bom… mas dum ponto de vista trotskista não é ele um “francisco lopes” da CGTP? Eu, plo menos, não me deixo impressionar por certos cambiantes ou matizes que dão cor ao fenómeno da burocracia… E tampouco embarco na importância e peso das “personalidades”: “nem deuses, nem amos” às eleições.
Pessoalmente, curti bastante a expressão fo Gerónimo: “este é o povo que temos”.
Pois apesar de erros, desnortes ou capitaluações tácticas da esquerda, nada justifica a vitória do CORRUPTO Cavaco silva senão a burrice do povo português – se quiserem, chamem-lhe “ausência de consciência de classe”.
Creio que a grande crítica que se pode e DEVE fazer ao PCP foi a de não ter apresentado NO CONCRETO as soluções alternativas para vencer a crise, para além do “patriotismo”, “produção nacional”, “pequenas e médias empresas” e etc. Face à corrupção bpn, aos mercados e à especulação, tudo o que não for EXIGIR a nacionalização da banca e dos sector financeiro, não passa de remendos – por exemplo.
Mas vai daí, já sabemos das limitações, não é? Dentro do quadro existente (e não me arrependo), votei Chico Lopes/PCP. O meu voto não serviu pra derrotar Cavaco? Certo! Mas o teu abstencionismo é que não serviu pra nada.
Um abraço.
E o povo tem as direcções que merece não é assim? Também acho que o PCP não foi o principal derrotado da noite, mas não esteve seguramente entre os vencedores. Oportunidades destas não há muitas e estou em crer que muitos militantes comunistas pensam de igual maneira.
Renato, se o Mao ou o Stalin estivesse no poder já tinhas sido condenado no minimo por desvio pequeno-burguês.
Ainda não percebeste que quem perdeu no domingo foi o povo e o país e que quem ganhou foi o capital.
Arre, questa gente não aprende
Eu já percebi. Queria era perceber as razões disso.
Isso podes crer: o povo tem bem os governantes e opositores que merece.
Quanto a “oportunidades destas”, não vejo bem que é isso… Num cenário de crise profunda a primeira reacção do povo é a “cagufa” – daí votarem no “homem providencial”. E, com efeito, nada do que sucedeu nas eleições surpreendeu.
Dum ponto de vista estritamente eleitoral o PCP é um dos perdedores da noite, sem dúvida – menos percentagem, menos votos.
Mas aqui entra em jogo outra situação…
Apesar do oportunismo bloquista de namorar a “ala esquerda do PS”, o PCP nunca foi capaz de ter uma política de aproximação e de repto para com o bloco formar uma “aliança das esquerdas”. Na análise ao abstencionismo do “povo de esquerda”, para mim, esse é o factor-chave: Uma tal aliança (PCP/BE) em vez de subtrair como aconteceu nestas eleições à aliança BE/PS, iria somar…
Coisa curiosa, não? A gradual capitulação do BE, a prazo, virá dar razões ao PC na caracterização que fazia… E essa há-de ser a vitória póstuma do pcp em relação a estas eleições.
É por ai… mas não vejo como é que uma derrota eleitoral possa não ser uma derrota política.
Renato, em abstracto, uma derrota eleitoral pode transformar-se numa vitória politica quando a orientação politica definida é a correcta.
O contrário também é verdade, são as chamadas vitórias pírricas.
Estamos de acordo, mas quais foram as vitórias política desta derrota eleitoral?
Por acaso, no CONCRETO, e por mais de uma vez, inclusive na AR, o PCP já apresentou as soluções alternativas para vencer a crise. Incluindo a da nacionalização da banca e dos seguros, veja lá!
Ao Francisco Lopes competia lembrar o compromisso presidencial de defender, cumprir, e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa.
E não deixou dúvidas a ninguém. E o seu como o meu voto são importantes para a luta. Que está cada vez mais na agenda política. E que é determinante.
Camarada Leo,
permita-me discordar!
Eu também conheço o programa político do Partido, a “democracia avançada no século XXI” e sei bem o que defende o PCP. Cabe dizer que, se esse programa fosse aplicado não estariamos com o FMI à perna… – mas isto é só uma opinião
O problema aqui é outro: é conseguir ligar esse programa geral às lutas concretas que, no quotidiano, se vão desenrolando. E aí… meu amigo… aí a cantiga já é um bocado mais outra.
Mas também demasiado extensa pra caixas de comentários.
Renato: tens razão no que dizes. dia 23 perdemos todos, mas referia apenas que no campeonato da hegemonia à esquerda (tipo luta pelo 2º lugar de acesso à champions), o PCP marcou pontos. As “fúrias” do louçã, do e companhia são prova disso.
por falar em unidade da CGTP não viram que a transição do SG para Arménio Carlos já está em marcha, agora publicamente.
E você, preocupado, certo? A CIP e a ministra também estão…
Renato, aparentemente vc. está na berlinda, o grande gôzo parece ser malhar em si, todo o bicho/a carêta dá o seu contributinho, carneiro/a atrás de outros carneiros/as , miséria absoluta, indigência, idiotice…
Deixe-os passar, como fossem “gatúchinhos”, e como diria um outro qualquer «palavrório aparvalhado qualquer ventania leva».
Diz-me com quem andas…
Major, se não tinha nada de mais interessante para dizer podia ter continuado calado
É importante não desistir. É importante não desistir. É importante não desistir.
A.Silva (cuidado com essa planta rica quelhe dá o nome, pica.
Realmente «phodia», mas não era “dassselbesstibushku”, no seu..
E não estou aki para o entreter, faço o que me dá na gana, entendeu ?
Simples quanto.
Não sou um seu serviçal, e aposto de qualquer jeito que não teria como me pagar, se por acaso me desse para aí, e não vai dar.
Portanto… (esta parte que eu iria dizer seria menos simpática, e assim não fica aki.)
Cuide de si, bons tons, bons sons, tudo.
Subst.:
Todas as CP’s de todos os PC’s ganham sempre mesmo quando é mais que óbvio que não.
É p’ra isso que elas lá estão.
Não tenha dúvida nenhuma que quem ousou e votou no Francisco Lopes ganhou um bom resultado para a luta que continua.
O mesmo mais ninguém pode dizer.
Quem se contenta com pouco, pouco conquista. Não vê esse problema? Se proclama vitórias a fingir como quando ganhar verdadeiramente? Como corrigir erros se não temos sequer a coragem de os assumir?
Ganhar combatentes e aliados só é pouco para os acomodados. Ensina a história que quem têm cabeça quente, com as dificuldades, arrefece-lhe depressa.
Eh lá

gostaria que tivesse ficado com dois dígitos …
Na verdade vos digo : Votei no chico lopes* e só consegui angariar 3 votos
o meu plano falhou
não considero grave a sua classificação (quase um século depois de Lenine e ainda as pessoas tem medo dos comunistas LOL )
grave e assustador são os 54% da abstenção
* foi um inédito nunca tinha votado PC
Há mais uns quantos milhões largos de portugueses que têm há muito boas razões para lhe seguir o exemplo.
E quanto mais cedo disso se aperceberem melhor será para nós, nossos filhos e netos (já que também sou avô).
Por um Portugal com futuro !
João Pedro
Esse inédito aconteceu a mais de metade das pessoas que conheço e que normalmente votariam BE.
Olhe Renato , das cerca de vinte pessoas que conheço. e regularmente votam Bloco de Esquerda , só uma votou em Fernando Nobre, todas as outras votaram Manuel Alegre, e olhe que a maioria são de origem operária.
Cada um fala pelo que conhece, não é caro Teixeira.
Claro. O proletariado foi inteirinho votar Alegre. Veja os estudos de transferência de votos se não lhe basta o resultado.
Eu falo por mim e por quem conheço , e não por estudos de opinião caro Teixeira.
Estudos de opinião são como a sondagens, há para todos os gostos.
Por isso a melhor sondagem, é começar-mos por aqueles que nos estão próximos, pois é aí que denotamos quando há hipotese de alteração do sentido de voto.
E posso garantir-lhe que no pessoal que conheço, havia várias pessoas que inicialmente puseram a hipotese de votar Nobre, e acabaram por votar Alegre , pelo desenrolar da campanha do Nobre.
Mas nunca ninguem pôs sequer a hipotese de votar no candidato do PCP…..
É bom saber que conheço a Aximage conhece melhor o BE que o Augusto.
(Nem me quero meter muito nos comentários a este post que, como esperado da clientela, são hilariantes.)
Só uma pergunta, Renato: se os votos de muitos dos BEs foram para o Francisco Lopes, para onde raio foram os votos dos PCs? é que os números da votação são curtos para tanta concentração. Querem ver que os camaradas operários desataram todos a votar no Coelho e no Nobre e deixaram o desígnio patriótico de votar no Lopes todo para as costas dos beloquistas?
É uma boa pergunta para onde fugiu uma parte do eleitorado do PCP. A ausência do símbolo explica uma parte, os erros da candidatura, nem tanto na estrada da campanha, mas na sua concepção, explicarão o resto. Isto claro, se não vingar a tese da vitória.
Quanto ao BE, cujo eleitorado é ainda mais volátil, terão ido um pouco para todo o lado. Nobre, Coelho, Lopes e brancos houve seguramente mas não sei que equivalência têm os militantes ao eleitorado. É uma amostra que vale o que vale. Para Alegre ficaram os do aparelho, que mesmos os que aceitavam votar nele na segunda volta preferiram um candidato de protesto na primeira. Pelo que foi escrevendo não me admirava que fosse o seu caso.
Se percebo o que diz, a Aximage conhece melhor o Bloco de Esquerda do que eu…..
Mas a Aximage é aderente do Bloco de Esquerda?
O meu caso, o do aparelho?! valha-me a santa! nem do aparelho nem das pilhas.
Voltando ao que interessa: acho que isso de se dizer que o eleitorado do BE é volátil deve ser dos tais mitos urbanos que agora uns senhores na tv falam. Tanto quanto é possível ver até agora, o eleitorado do BE tem subido de eleição para eleição, não havendo nada de palpável – tirando a publicidade enganosa a essa suposta volatilidade por parte de outro partido da esquerda – que o confirme, a não ser agora com as presidenciais cujo candidato despertava (ia dizer estalo, mas contive-me) muitos anti-corpos para além de ser um candidato exterior ao partido (e aqui, mais do que exterior ao partido, a limitação que acabou por impor à intervenção política antes e durante a campanha- esse erro foi pago muito caro, como se vê). Mas, reforçar a votação no F.Lopes não creio de todo, caso em que, a acontecer, os teria feito mais papistas que o Papa e, repito, os números da votação de Lopes não o confirmam. Cá para mim pulverizaram-se, entre o Alegre alguns, o Nobre e o Coelho outros, na abstenção e no branco muitos.
Qual do aparelho. Ou me expliquei mal ou fui mal entendido, falava de fazer voto de protesto na primeira e de engolir o sapo na segunda. De acordo quanto ao resto.
ah, sim. talvez, talvez.
Boa tarde,
Ganhar, é quando o nosso candidato ganha. Os dirigentes do PCP, andam há 35 anos a enganar os seus militantes e simpatizantes com as vitórias morais, posisionamentos,propostas concretas,sobrania nacional..etc e “outras areias ” que atira constantemente para os olhos dos seus.
Tal como no futebol ganhar é o objectivo, o objectivo de um partido é chegar ao poder, ou seja ganhando. Se os dirigentes do PCP tiverem outra opinião, são livres, mas por favor, deixem de ser um partido e transformem-se num movimento de temas fracturantes…o Louçã acolhe-vos!
Entretanto,enquanto as esquerdas arranjam o melhor angulo para ficar bem na fotografia de domingo, a ministra do trabalho já “meteu ao forno” um pacote de medidas laborais que são o maior ataque aos trabalhadores desde o 25 de Abril. Continuem, pois, assim distraidos.
Boa tarde.
O PCP anda mesmo distraído… http://pcp.pt/pcp-ir%C3%A1-interpelar-governo-sobre-gravosas-proposta-de-altera%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-legisla%C3%A7%C3%A3o-laboral
Ai esse sentido de humor anda tão rasteirinho. Ria-se homem, faz-lhe bem.
Meus amigos dois responsáveis do MAI demitiram-se por causa das barracas com o cartão de cidadão . e ainda a procissão vai no adro…..
Manuel Alegre obteve na Freguesia de Cacilhas Almada 751 votos.
Nos numeros oficiais da CNE , só aparecem 113 votos para Alegre em Cacilhas.
Em suma temos mais 638 eleitores de Alegre em Cacilhas, que a CNE considera que não votaram, e o edital afixado na porta da Junta com os resultados, diz que sim…
E se este erro se repetiu noutros locais, e com outros candidatos.
Quem pode garantir, que os numeros afixados á porta das Juntas de Freguesia por todo o pais, são aqueles que a CNE tem estado a divulgar……
Lanço isto como ALERTA.
Qualquer um dos outros candidatos pode estar a ser prejudicado, e não só Manuel Alegre.
Companheiro Renato:
Vamos ao que interessa.” O Povo é sábio” e votou nos seus coveiros. Nós, que somos ainda mais sábios que o Povo, vamos participar na concentração dia 29 no largo Camões e Outras lutas já estão a ser anunciadas!
Numa linha diz mais sobre todos, repito todos, os resultados, do que parágrafos e parágrafos de conversa fiada. Porque terá o povo votado nos seus coveiros?
Quanto ao resto é como disse. Pela luta é que vamos.
Desculpem vou corrigir o tiro. A Concentração é no dia 28, é que já me confudo com as datas que das acções que se seguem, logo do dia 29 e 1 de Fevereiro.
Pela não publicação de um comentário neste post:
http://www.youtube.com/watch?v=xCnoCp_1Zs8
Censura
dos Plebe Rude
(Composição: Philippe Seabra e Andre X)
Unidade repressora oficial
A censura, a censura
unica entidade que ninguém censura
Hora pra dormir
hora pra pensar
Porra meu papai
deixa me falar
Unidade repressora oficial
A censura, a censura
unica entidade que ninguém censura
Contra a nossa arte está a censura
abaixo a postura, viva a ditadura
Jardel com travesti, censor com bisturi
corta toda música que você não vao ouvir
Unidade repressora oficial
A censura, a censura
unica entidade que ninguém censura
Nada para ouvir, nada para ler
nada para mim, nada pra você
nada no cinema, nada na TV
nada para mim, nada pra você
Unidade repressora oficial
Unidade repressora oficial
Não leve a mal Von, para além de isto ser conversa para gente mais crescida, já o avisei que não publico o seu anti-comunismo primário. Não vale a pena insistir mais. Desista. Vá acender uma fogueira que por aqui o debate é outro.
A censura também se baseia nessa ideia: fazer o debate em função das ideias de meia dúzia, não aceitando noções ou opiniões fora da norma exigida. O seu lápis azul está afiado?
Para a sua caça às bruxas? Sempre.
É a diferença entre mim e si: eu não aceito cartilhas de partido. Eu não venero líderes. Eu tenho ideias próprias sem ter de recitar as ladaínhas que os outros impingem. E assumo o meu pensamento como meu. Não como parte de um memorando de nenhum comité central, bispado ou doutor engravatado. Tanto me faz asco o Cavaco como os que defendem ditaduras só por usarem camisa vermelha. Não sou da cor que me mandam. Nem uso farda.
O Von é mais fogueiras.
O Von é a pura individualidade, a subjectividade autêntica, o espírito que sobrevoa a multidão, a massa, e lhe cospe de lá do alto, do limbo, da estratosfera onde a contaminação do pensamento do OUTRO (essa terrível pandemia) nunca chega. O Von é o anjo da blogosfera estratosférica. Mas eis que devo recordar-lhe: seja bem vindo ao contacto com os terrenos, mas tome cuidado com as pandemias/ideologias que por aqui abundam.
Von ligeiramente ao lado desse vosso “descaso”:
Obrigado pelo video !
Conheci os gajús (tenho ideia que na época do idiota do Collor…) do “Legião Urbana” em Brasília.
Muita bons !!
Solidariedade, Camaradas. Sejam solidários com os derrotados. Celebrem a Vossa derrota conjunta já que não podem celebrar vitória alguma. Tentem, pelo menos. Transformar derrotas reais em vitórias imaginárias é uma das vossas especialidades. Vamos lá…:)