ESCOLA DE QUADROS – “Qual é a capital de Israel? Israel não existe, é a Palestina!”

Roubado à Rubra.

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19 respostas a ESCOLA DE QUADROS – “Qual é a capital de Israel? Israel não existe, é a Palestina!”

  1. Leitor Costumeiro diz:

    O Puto sabe mais que os soldados ocidentais, enviados para muitos dos sítios referidos…
    Comparado com o Bush, tem um Doutoramento…

  2. l'outre diz:

    É a indoutrinação dos pequenitos a funcionar. Nota-se que têm alguma experiência no campo da lavagem cerebral.

    • Leitor Costumeiro diz:

      Sim, porque o não sistema onde vives deixa-te a pensar pela tua cabeça…

      • l'outre diz:

        Claro que deixa.

        O “não-sistema” vigente em Portugal permite que cada um tenha a sua opinião. Mais do que isso permite que qualquer um a exprima, e permite que qualquer um procure opiniões de outros se assim o entender. Não tenho grandes dificuldade de acesso a livros, cultura e informação.

        E não deixo de condenar a formatação política de crianças. A consciência política é algo que tem de se desenvolver ao longo da vida. Não pré-programada por alguém, isso era o que os fascistas faziam com as mocidades e juventudes.

        E condeno também o uso de crianças que ainda não têm maturidade para ter uma opinião formada, como veículos de propaganda. Quer seja para propaganda política, comercial ou outra qualquer.

        • Leitor Costumeiro diz:

          Que exagero…a criança só sabe umas coisas sobre geografia…
          Talvez se falasse de politica, também pensasse assim…
          Já agora, enquanto vivermos na sociedade do espectáculo, essas liberdades são mera ilusão.

          • l'outre diz:

            Essas liberdades não são ilusão. Nada o impede de procurar ou emitir opiniões divergentes das do regime.

            A criança sabe umas coisas de geografia é certo. E ninguém quer retirar-lhe esse mérito.

            … Mas a declaração que o estado de Israel não existe é uma declaração política que a criança ainda não tem maturidade para perceber. O que os pais fizeram a esta criança (para além de lhe ensinarem geografia, o que é louvável) foi indoutriná-la com as suas próprias visões políticas. Como já disse a consciência política advém da vivência. Não pode ser dogmática. Isso é o que se faz nas ditaduras.

            Também considero lamentável o uso que Renato Teixeira faz deste vídeo. Utilizando crianças que não têm maturidade para saber aquilo que dizem, para fazer propaganda política.

            Sim, existe muita política neste vídeo. Desde a dogmatização de uma criança pelos pais da mesma, até à propaganda de quem o colocou neste blog. Tudo isso é político e não tem nada a ver com geografia.

          • Renato Teixeira diz:

            Umas coisas? O puto sabe mais de geografia do que o Nuno Rogeiro.

  3. Pascoal diz:

    Também podes pôr criancinhas a dizer que Jesus não sei o quê…

    • Renato Teixeira diz:

      Posso. Não posso é colocar o Pascoal que sabe de certeza menos capitais que este puto de dois anos e definitivamente menos de política.

      • l'outre diz:

        A questão essencial não são as capitais. É política. Ao contrário do que o Renato Teixeira afirma, este miúdo não sabe nada de política. O que não tem mal nenhum. É uma criança. Não tem maturidade para perceber os complexos problemas da política.

        O que está a acontecer é que esta criança está a ser usada (acrescento que contra a sua vontade pois ainda não tem idade para ter consciência daquilo que está a dizer) para propagandear as visões políticas de terceiros.

        Este é também um tipo de exploração do homem pelo homem (com muito menos gravidade que outros tipos de exploração, mas argumento com base no princípio da coisa e não das consequências), algo que nenhum comunista deve aceitar.

        • Renato Teixeira diz:

          Se cantarolasse o Nody vivia em liberdade e teria opção de escolha. Nem imagina o que o meu puto já balbucia com fulgor revolucionário. É assim a vida. Em pequeno eu cantarolava os Mini Stars. Escolhas são escolhas, tenha a santa paciência, e quanto ao mais o puto está cheio de razão. Assim como o seu pai, evidentemente.

          • Von diz:

            Se cantarolasse o Noddy, era normalíssimo. Infelizmente normalíssimo. Infelizmente porque o boneco é muito apatetado. Mas a vantagem que ele tem é poder escolher o que cantarolar. Olhe, hoje em dia, cantarola desde Bizkit a Gorillaz, passando por Kraftwerk ou Sam The Kid. Pode escolher, é porreiro poder escolher. Tal como pode escolher em tudo o resto. Menos refrigerantes, pizzas ou burgers todos os dias, que aí sou ditador.

          • Renato Teixeira diz:

            E exactamente aí que se engana. Nenhum puto de dois anos escolhe o que canta e até os pais, se os putos andarem na escola, perdem voto na matéria muito cedo. Dentro da cantiga que lhe cantaram o puto é estupendo, e volto a sublinhar que brutalmente politizado. Por aqui e em sentido contrário, quantos não chegam à universidade sem saber sequer a capital do Canadá.

  4. André diz:

    Que bonito que é ver um puto totalmente endoutrinado aos 2 anos de idade. Só que se enganou em duas coisinhas: a capital da Palestina é Ramallah e Israel existe e a a sua capital é Tel Aviv. A propaganda tem destas coisas…

  5. Von diz:

    É pá, tenho de por o meu filho a recitar coisas. Provavelmente o miúdo já sabe recitar alguns versículos do Corão. A catequese é tão boa…

  6. paulo diz:

    renato
    estou comovido nem a mocidade portuguesa faria melhor….
    vou já sovar a minha filha por não saber a capital da somália…………:)

  7. José diz:

    Como alguém disse acima, tanto o vídeo como o autor do post têm opções políticas.
    O Renato não quereria o regresso da Mocidade Portuguesa, mas não desdenharia da instalação de uns Pioneiros.
    Todos os pais são patetas com os seus filhos e as suas habilidades, e os do puto acima não fogem à regra.
    Quando o Renato afirma que o puto está “brutalmente politizado”, julgo que o termo mais próximo da realidade será o brutalmente…
    Tem tanta aderência à realidade esse miúdo, quanto a sua contraparte israelita quando afirma que a Palestina não existe, apenas o Eretz Israel.

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