Patriota, de esquerda e internacionalista

Ao contrário da Diana isso não me parece contraditório. No nosso mundo de capitalismo globalizado há exploradores e explorados, mas também há povos que são oprimidos. Ser-se patriota, de esquerda e internacionalista é recusar o nacionalismo, mas afirmar que os povos , as pessoas e as comunidades de todo o mundo têm direito à autodeterminação. Só isso.

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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5 respostas a Patriota, de esquerda e internacionalista

  1. Miguel Lopes diz:

    “Ao contrário da Diana isso não me parece contraditório”

    Não é contraditório porque a palavra ‘patriota’ não quer dizer absolutamente nada.
    Ora, o que carece de significado não pode ser contraditório de coisa nenhuma.

    Cumprimentos

  2. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Miguel Lopes,
    Dê-me a listagem das palavras que você decretou não quererem dizer nada, para eu evitar coloca-las nos meus posts.

  3. xatoo diz:

    os “povos explorados” (primeiro como faria Marx seria preciso actualizar o estudo sobre a divisão de classes a nivel de divisão internacional de trabalho, e não segundo a classificação distorcida de “paises”)
    depois, o “têm direito à autodeterminação” que quando de facto lhes é dada, pelo sim pelo não, lhes é dada pela mão de um fantoche local contratado para cumprir a função
    (e aqui, tomando o n/ exemplo concreto, estou mesmo a pensar na familia Cavaco, amiga particular da familia Bush)

  4. O ‘patriotismo’ depende de como uma pessoa, à luz do seu próprio código de ética, apanha com o “estado” em cima.
    Se eu discordar das políticas do estado, pior, se elas me ofenderem gravemente no que eu sinto ou penso, não há ‘patriotismo’ para ninguém.
    Não sou o primeiro, nem serei o último a axar isto.

    ref. bibl. “Civil Disobedience”, 1849 (adivinhem o autor)

    😉

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