Veronika não vai morrer no Irão – Depois disto ainda haverá quem fale mal da República Islâmica?

Ahmadinejad proíbe livros de Paulo Coelho.

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78 respostas a Veronika não vai morrer no Irão – Depois disto ainda haverá quem fale mal da República Islâmica?

  1. l'outre diz:

    A arte é um pilar civilizacional. Todas as civilizações (e qualquer pequeno agregado humano) desenvolveu alguma forma artística. O público pode gostar, odiar ou ficar indiferente, mas é e será sempre uma expressão da forma como nos vemos e como vemos o mundo. Uma representação do nosso espaço interno e externo. O símbolo das nossas maiores virtudes e dos nossos maiores defeitos.

    A proibição de qualquer forma artística é sempre deplorável.

    • Renato Teixeira diz:

      “Paulo Coelho”, “pilar civilizacional” e “forma artística” são parelhas de palavras que não deviam, a meu ver, ser conjugadas em conjunto.

      • l'outre diz:

        A minha mensagem refere-se à arte em geral. Também não sou fã do Paulo Coelho (embora tenha gostado d’O Alquimista, o único livro de jeito que o Sr. alguma vez escreveu). O meu ponto é que a escrita de romances, coisa que Paulo Coelho faz, é uma forma de arte (apesar de eu não gostar dele, não deixa de ser literatura, e consequentemente arte). Como expressão artística acho criminoso a sua censura, independentemente de gostar ou não.

        • Renato Teixeira diz:

          Pois eu acho ultrajante ser o autor que mais vende a escrever em português.

          • l'outre diz:

            Se é o mais vendido é porque alguém gosta das obras dele (não sou eu). Gostos não se discutem, como dizia a minha avó. Ultrajante é censurar-se uma qualquer obra de arte, quer seja o “Brida” de Paulo Coelho, o “Alexandre Nevski” de Eisenstein, ou os pénis das estátuas renascentistas do Vaticano.

          • Renato Teixeira diz:

            Tem razão sobre todas as obras literárias, mas não tem razão sobre Paulo Coelho. Ele, o João Baião e a Constança Cunha e Sá iam de vela de qualquer albergue que lhes desse audiência.

            Cuidado com isso de que o povo gosta. Dá para justificar cada aberração…

          • l'outre diz:

            Independentemente de “o povo gostar” ou não, não me cabe a mim determinar isso. E certamente não me cabe a mim determinar o que é aceitável que o povo leia ou deixe de ler. Por isso é que a arte deve ser incensurável. O público é que tem de decidir aquilo que gosta, não sou eu (ou uma qualquer comissão de sábios) que tem de decidir aquilo que o público gosta.

          • Renato Teixeira diz:

            Continua a associar a palavra “arte” às palavras “Paulo Coelho”.

          • l'outre diz:

            A literatura é sempre arte. Pode ser “boa” arte (a que gosto), ou pode ser “má” arte (a que nem para limpar o rabo serve). De qualquer das maneiras é sempre arte, e, na minha opinião, incensurável.

          • Renato Teixeira diz:

            Prefiro limpar o cú ao Correio da Manhã do que ao Paulo Coelho. Papel acetinado provoca-me hemorróidas.

          • Renato Teixeira diz:

            Que desconsideração.

  2. miguel serras pereira diz:

    Nem García Márquez, nem Salman Rushdie, nem…
    Claro, Renato Teixeira, numa verdadeira “república islâmica” (expressão auto-contraditória, mas que V. entende em termos dialécticos), a correcção islâmica (segundo a versão de Estado autorizada) tem a prerrogativa de subordinar a si a arte e as outras formas de expressão do pensamento. A única arte legítima é a clericalmente autorizada. Uma condição elementar da resistência anti-imperialista, em suma.

    msp

    • Renato Teixeira diz:

      Tinha que vir o democrata sem ponta de ironia. Já estive mais longe de lhe oferecer uma grama de cocaína.

      • l'outre diz:

        Um grama, um grama. A unidade é masculina.

      • miguel serras pereira diz:

        Obrigado, Renato Teixeira, mas já sigo outra prescrição. Você talvez também fizesse bem em snifar menos a atmosfera religiosa de certas mesquitas.
        Só uma pergunta: quem deveria integrar e como se deveria compor essa comissão que decidiria do que é arte e não é, do que poderia ou não ser censurado (estatuindo, por exemplo, ainda que não por acaso: caricaturas do Profeta, nunca; mas uma obra de arte como os Protocolos dos Sábios de Sião, sempre e com apoio estatal).

        msp

        • Renato Teixeira diz:

          MSP, tenho um vale, para duas pessoas, para o intercontinental de Nova Iorque e estou sem companhia. Vamos?

    • koshba diz:

      É como a república judia,oh msp….

      • miguel serras pereira diz:

        Koshba,
        você deve ter querido dizer “república judaica” ou “mosaica” – o que, sim, tem razão, é tão auto-contraditório como “república islâmica”. Uma república requer, hoje, que o espaço público seja laico, que o acesso a esse espaço não seja reservado aos fiéis de uma confissão, etc. Suponho que nunca me terá ouvido defender outra coisa a propósito de Israel.

        msp

  3. joão viegas diz:

    Também acho que quem escreve baboseiras não devia ser autorizado a publica-las ou a divulga-las, e que deviamos seriamente coinsiderar a hipotese de obrigarmos penalmente quem o faz a (re)educar-se.

    Felizmente para si, a lei proibe-me de ceder à tentação de pôr em pratica…

    • Renato Teixeira diz:

      Ora. Já somos dois a gozar do privilégio da baboseira livre. O problema com Paulo Coelho é outro. O que escreve, nem à baboseira chega.

      • joão viegas diz:

        So quem não sabe reconhecer por si o que seja baboseira, ou infra-baboseira, ou lixo, ou como lhe queira chamar, é que precisa que o façam por ele.

        Eu, que nunca li Paulo Coelho nem tenho nenhuma intenção de o fazer (admitindo embora que posso estar a passar ao lado de alguma coisa), acho que você, se calhar, não sabe bem porque é que não gosta…

        Ja em relação ao regime iraniano, o seu post é bastante mais elucidativo, deixando bem claro porque é que você gosta dele. Por isso mesmo, alias, e pondo de lado a ironia, não me passaria pela cabeça proibir-lhe de publicar a sua opinião.

        O que complica um pouco a questão é que nem você, nem o regime iraniano, estão minimamente preocupados com o que seja arte…

        E nos, que aqui vimos perder tempo, deviamos ser beatificados por estar a atura-lo. Nem o Paulo Coelho saberia inventar ilustração mais patética do amor ao proximo…

        • miguel serras pereira diz:

          Caro João Viegas,
          com sula licença, gostaria de subscrever isto: “…em relação ao regime iraniano, o seu post é bastante mais elucidativo, deixando bem claro porque é que você gosta dele. (…) não me passaria pela cabeça proibir-lo de publicar a sua opinião”.

          Muito obrigado – cordial abraço

          msp

      • Renato Teixeira diz:

        Pode ir no meu lugar para Nova Iorque, na companhia do MSP.

        • joão viegas diz:

          Bom, se você pagar os bilhetes, OK. Pelo menos com o MSP tenho a certeza que iremos ATERRAR em Nova Iorque. Consigo, haveria sempre o receio de ficar pendurado por ai…

  4. henrique diz:

    O facto de ‘7 minutos’ se ler em cinco, de pé, num dos corredores da Jumbo Box é um sinal da bondade da censura dos ayatollahs (neste caso particular)…

  5. lingrinhas diz:

    Ó renato e aqueles que cagam paredes comboios e outros que tais é arte fodsssssss.

  6. Von diz:

    O Renato na sua “hojilla”, determinando o que o povo deve, ou não, ler.

    Olhe, hoje tenho o Papini no bolso. Posso?

  7. xatoo diz:

    Subliteratura (Paulo Coelho, Rebelo Pinto, Rodrigues dos Santos, Sousa Tavares,etc) não é Arte. A forma subliterária mede-se comercialmente pelo consumo de asnos cognitivamente broncos. Pelo contrario, a Literatura é Arte, não se mede pelas encomendas de determinada editora com objectivos capitalistas. Não existe qualquer problema no que respeita à possibilidade de ler Saramago em Farsi.
    Por uma questão de higiene cultural faz todo o sentido que a subliteratura e outras formas de emporcalhamento do conhecimento sejam excomungadas pelo senso comum em sociedades que usam o racionalismo como prática emancipatória. Afinal regra geral concorda-se com a ditadura da maioria para decidir sobre o destino da comunidade. Mas há uma diferença fundamental. O controlo politico de massas no Ocidente apoia-se em formas subliterárias, literalmente em lixo, na distorção da realidade pela imagem, na não edição de autores “malditos”, etc. Percebendo isto, tem de haver respeito pelo facto de noutras sociedades a escolha poder ser diferente da escolha das elites asnáticas que o MSP aqui veio representar

    • Renato Teixeira diz:

      Ufa. Até que enfim alguém com sentido de humor.

    • miguel serras pereira diz:

      Boa, xatoo – fino sentido de humor. Mas você acha que o Rushdie ou o García Márquez são “emporcalhamento”? E tem a certeza de saber traçar uma linha divisória entre o que é Literatura e Arte do resto? Germanista ilustre que o suponho, que me diz da versão do Fausto do Thomas Mann? Ou até de A Montanha Mágica ? E, noutra onda, acha que O Contexto do Leonardo Sciascia (como tantas outras das suas sucintas obras-primas) é – o quê? Não preciso de lhe falar da Homenagem à Catalunha nem da Cavalaria Vermelha, pois não? Ah, e o caso do Coetzee, nalguns dos seus melhores momentos? Mas, já que estou com a mão na massa, não sei se o Evangelho do Saramago foi ou não traduzido no Irão – mas tenho a certeza de que uma obra que tratasse o Profeta como Saramago trata Cristo não seria do especial agrado dos tiranos da oligarquia dominante local.

      msp

      • Pedro Lourenço diz:

        Na verdade, Rushdie é um escritor medíocre que ganhou notoriedade devido ao que se passou. De outra forma ninguém o conhecia.

  8. hoje estás especialmente divertido… parabéns.

  9. Justiniano diz:

    Caro Xatoo, longe disso!! O controlo político das massas, no ocidente, apoia-se, hoje, na manutenção e acesso à propriedade e no desconforto do débito comunicadas pela transparencia da imagem decadente (Não há censura nem distorção alguma). Conforto e desconforto!!!

  10. Leitor Costumeiro diz:

    Apesar de ser uma proibição, é também uma demonstração de bom gosto e paternalismo…
    O regime só que os cidadãos tenham acesso a literatura de excelência. É claro que essa literatura, não poderá ser Iraniana nem sobre o Irão, por razões óbvias.
    Sabendo que o regime em vivemos, nos atira com o lixo que é a “arte” feita pra consumo, como quem atira areia prós olhos, fico feliz pelos Iranianos.
    Mais depressa se fará uma nova revolução no Irão do que aqui no rectângulo….

  11. Santiago diz:

    Que foi feito do sentido de humor? Terá sido sujeito a medidas de austeridade?

    • Renato Teixeira diz:

      Qualquer Von, Lingrinhas, João Viegas ou MSP, mesmo em dias bons, é mais macambúzio do o mais obtuso Ayatollah do Irão.

  12. A.Silva diz:

    Não concordo que o Passos Coelho, ops! o Paulo Coelho, seja proibido seja onde fôr, porque agente assim perde referenciais.
    Por exemplo, eu quando vejo alguém a ler um livro do Passos, ops! Paulo Coelho, reparo logo no olhar de profunda inteligência e sensibilidade do bicho e afasto-me calmamente a ver se ele não dá por mim.

  13. Koshba 666 diz:

    msp,Garcia marquez?O q anda a fumar?Deve estar a ‘resvalar’ é no seu ganda amigo,Vargas llosa,ganda defensor das demo cra cias da américa latina,Honduras,Colômbia,enfim,regimes democráticos.Francamente,’entectuais como você,só me apetece mandá-los para o caralho q vos foda!Percebe,ou quer q faça um desenho?Da-se!!!!!!

    • miguel serras pereira diz:

      Que eu saiba, o Vargas Llosa não está proibido no Irão (tem livros traduzidos); mas se ler o link do Renato Teixeira, verá que não é esse o caso de alguns escritos de García Márquez. E suponho que o mesmo valerá para alguns textos de José Saramago (mas tente você informar-se).
      Boa noite

      msp

  14. o da boa-fé diz:

    Enquanto certificado internacional de refinamento e inteligência que se dá aos seus leitores, Paulo Coelho é inigualável. No Irão, tornou-se doravante impossível dar tão ilustre distinção ao público. Que chatice. Os iranianos terão de esperar pelas traduções do Sousa Tavares para acederem a um certificado semelhante.

  15. xatoo diz:

    belo desarrincanço MSP ter ido ressustidar o Babel (todos os big dramalhões do século XX têm de ter o seu judeu de serviço)… porém quando comentei estava mais a pensar no Senhor e Servo, o primeiro tradicionalmente encomenda Literatura da mais finória (soljenitsin, llosa, carlos castro p/e), o segundo engole literalmente subliteratura, lixo, como “forma de arte” imposta pela classe dominante.
    mas claro, MSP, vc como não marxista não percebe patavina do facto da cultura ser determinada pela estrutura económica que proporciona a soberania e a liberdade
    Neste contexto, compreende-se o medo dos intelectuais arregimentados de que as coisas possam mudar… (pode crer que Saramago tem o Evangelho traduzido no Irão (e em árabe, letão e búlgaro)

    • miguel serras pereira diz:

      Thomas Mann, Orwell, Coetzee e os outros – também são subliteratura? E As Minhas Putas Tristes de Gabo, também?

      msp

      • Renato Teixeira diz:

        No Irão não há nada disso. Aquilo é poder absoluto como nunca o absoluto foi absoluto. Os ayatollahs chegam a cada pé de cama, e claro, a todos os vãos de escada.

        MSP, acredita mesmo que não há iranianos a ler tudo isso que para aí fala? Acha mesmo que por estarem à venda por cá, alguém de facto os anda a ler? Você que ainda por cima é tradutor não saberá a quantidade de obras primas que nós, vulgares lusófonos que até falamos a quinta língua no ranking da FIFA, não temos acesso na republicana língua que Camões pariu?

        Consegue ver como se deixa manietar por esse espírito islamofóbico que tem as suas raízes mais profundas na inquisição?

        • miguel serras pereira diz:

          Renato Teixeira,
          se não quer discutir, não é obrigado – sabia?
          Se quer discutir, tente responder ao que eu digo em vez de me caluniar e difamar – como a sua república islâmica faz àqueles aos quais não aplica ou não pode aplicar métodos mais “radicais”.
          Onde é que me viu dizer que a prática da leitura na região portuguesa era generalizada ou que não há lacunas gritantes na tradução ou re-tradução dos “clássicos” (da literatura, da filosofia, do ensaísmo, das ciências sociais e humanas), facto em que tenho insistido desde uma época muito anterior aos anos em que você aprendeu gloriosamente as primeiras letras?
          Quanto ao que você chama “islamofobia”, o que procuro é manter vivo o combate à superstição religiosa, venha de que igreja vier e sem esquecer as suas variantes mascaradas de laicismo, enquanto forma de reprodução alargada da “servidão voluntária” que o poder hierárquico estipula para os dominados.

          msp

          • Renato Teixeira diz:

            É melhor não fazermos a contabilidade da matéria insultuosa que sem ir mais atrás da posta do Sharon, basta essa para superar os dois ou três piropos que me arrancou nos últimos tempos.

            Quanto ao assunto continuamos em campos opostos. Veja que os tiranetes da República Islâmica que desonestamente continua a dizer que é a “minha”, da qual na verdade estou mais longe do que o MSP da república que temos, insiste na ideia de tratar todo aquele povo e cultura como bárbaros.
            Se vivesse na Roma Antiga, MSP seria seguramente progressivo, mas estaria sempre primeiro com a República Romana, do que pela selvajaria dos plebeus, nórdicos ou árabes.

            Combateu o “terrorismo” argelino (islâmico até à ponta dos cabelos) contra o ocupante francês à imagem do PCF? Se sim, está tudo explicado. Se não, porque mudou de critérios?

  16. Renato,
    O Paulo Coelho foi torturado pela polícia militar brasileira durante a ditadura, presumo que aches indefensável o facto. É que às vezes, no meio das gracinhas, não parece.

    • Renato Teixeira diz:

      Nuno,
      Quantas “gracinhas” não merecem um bando de gajos e gajas que foram “torturados pela ditadura”. Nem é preciso sair do Brasil, que é por lá que estamos, mas aqui e no Irão também conseguimos fazer um esforço por nos lembrar. Além disso, toda a gente sabe que “ter sido torturado pela ditadura” dá garantias de boa malha literária, com Xanana à cabeça deles todos. Mas se o homem, ou a mulher, passou pelo calvário, está, por si só, livre de blasfémia. Dou várias voltas ao teu comentário e não encontro nem razão, nem graça.

      • Nuno Ramos de Almeida diz:

        Desculpa lá renato, não sabia que este era um post de crítica literária. Pensei que era só mais um elogio às qualidades da república islâmica.

        • Renato Teixeira diz:

          Tás desculpado (do quê?).
          A uma e a outra, ou seja, as Repúblicas Islâmicas e a critica literária. Não defino o seu ataque ou a sua defesa, com o argumento que fulano ou beltrano, em determinado momento, cumpriram um papel contra ditadura A ou B. De resto, o grande caudal repressivo que assistimos um pouco por todo o mundo vem de regimes supostamente laicos e formalmente democráticos.

          • Renato Teixeira diz:

            Só mais um reparo: onde é que eu elogiei a República Islâmica? Vais mesmo resvalar para o argumento Serras Pereiriano sobre o tema?

  17. xatoo diz:

    agora ser torturado por um bófia já serve como termo de qualidade de aferição artistica?

    • miguel serras pereira diz:

      Quanto ao xatoo, esse caçador de judeus, entende que a tortura, se aplicada a gente comum, sem qualidade artística devidamente aferida, é justificável ou menos grave do que aplicada a um artista? Ou que a tortura do artista e do escritor só se justificam se eles forem judeus ou judaizantes, como o Babel, etc.?

      msp

  18. Justiniano diz:

    Caro Renato, e um arrozinho de abrótea!?? Que tal!!??

  19. miguel serras pereira diz:

    Toujours si prévenant, tellement plein de gentillesse, ce cher Justiniano…
    Mais, voilà: o problema é que a perspectiva de redefinição policial das faculdades judicativas da crítica literária parece exercer uma atracção compulsiva sobre os espíritos que aborrecem o espectro da anarquia como o do combatente anti-semita xatoo ou que confundem o Corão com o dernier cri tanto da scientia sexualis como da ars erotica, no caso da espiritualidade mística meta-foucauldiana do Renato Teixeira.

    msp

  20. José diz:

    Confesso que aceito que o Ahmadinejad pode ter lampejos de lucidez… Paulo Coelho…

    • miguel serras pereira diz:

      xatoo,
      não foi você que escreveu isto, ali atrás: “todos os big dramalhões do século XX têm de ter o seu judeu de serviço”? Acha que é só anti-sionismo?

      msp

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