DOMINGOS CLANDESTINOS – Direita, esquerda, volver… às primeiras eleições ganhas por Sócrates.

Em plena campanha para as eleições presidenciais de 2011, é tempo para recordar o que se disse antes e depois das eleições legislativas de 2005, as primeiras a eleger José Sócrates como primeiro-ministro. Assim, e nos próximos dois domingos, poderá ouvir uma série dentro da série do Clandestino, antigo programa da Rádio Universidade de Coimbra que tenho vindo a partilhar na rede, feito também com a Luísa Acabado e, principalmente, com o José Borges Reis, outro escriba cá da tasca.

Hoje e para a semana pode descarregar o programa dedicado à análise do discurso da direita e da esquerda em plena pré-campanha, e por magistral coincidência, no domingo do sufrágio de 23 de Janeiro, poderá ouvir o que disse toda a gente na hora da primeira maioria absoluta do Partido Socialista e no último minuto do pesadelo em que se tinha transformado o governo de Santana Lopes.

Para além do regresso do PS ao poder, agora na sua versão liberal radical, foram as eleições onde o PCP ultrapassou o CDS e Paulo Portas viu o BE ficar a menos de um ponto percentual. O registo celebrizou o quase erótico desabafo: “Não há nenhum país civilizado no mundo onde a diferença entre trotsquistas e democratas cristãos seja de apenas um ponto”.

Comecemos pelo mergulho na direita portuguesa, que foi a votos com as cicatrizes do menino guerreiro e o sorriso sarcástico do CDS de Guedes, Bagão e Portas, seus fiéis parceiros do consórcio.

Descarregue aqui.

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3 respostas a DOMINGOS CLANDESTINOS – Direita, esquerda, volver… às primeiras eleições ganhas por Sócrates.

  1. FRT diz:

    E o governo de Santana Lopes era um pesadelo exactamente porquê?

    • Renato Teixeira diz:

      Por várias razões. A principal é que foi um governo com ainda menos legitimidade democrática do que aqueles que realmente vão a votos.

  2. Pingback: DOMINGOS CLANDESTINOS – O que disse a esquerda face às primeiras eleições ganhas por Sócrates. | cinco dias

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