Ora e sempre, resistenza!


Depois de um ataque a uma estação de rádio, Dante di Nanni foi gravemente atingido. Moribundo, no seu quarto, em Turim, matou dezenas e dezenas de nazis alemães. Destruiu um tanque, carros blindados e quando se acabaram os explosivos e as munições lançou-se da janela de punho erguido.

Das esquinas e dos telhados das casas, saiam soldados nazis e populares. Era a estupefacção de quem não queria acreditar que um único homem podia ter causado tantas baixas aos alemães.

No dia 4 de Junho de 1944, circulou um panfleto clandestino em honra de Dante di Nanni: “Os anos e os decénios passarão: os dias duros e sublimes que vivemos hoje parecerão longínquos, mas gerações inteiras de jovens filhos de Itália educar-se-ão no amor pelo seu país, no amor pela liberdade, no espírito de devoção ilimitada pela causa da redenção humana com o exemplo dos admiráveis garibaldinos que escrevem hoje, com o seu sangue vermelho, as páginas mais belas da história humana.”

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