Adeus, mestre!

Se há “fundadores de discursividade” nas artes plásticas (o que julgo ser mais que evidente), Malangatana foi certamente um deles.

E, diga o que disser este ou aquele especialista da poda, eu gosto. Muito.

Adeus, mestre.

Bayete!!

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5 respostas a Adeus, mestre!

  1. Von diz:

    Uma enorme verdade.

  2. posso ser irreverente e <políticamente incorrecto paulogranjo ?
    Eu tenho gosto formado em arte, claro que eram amigos meus , não vou identificar.
    Ou me ‘bate’ ou não.
    P’ra ser simpático direi que o M. tinha a atitude certa (quanto a mim) mas enquanto artista o axo absolutamente irrelevante, muitas côres a inventar a falta de talento.

    Sorry…

    🙁

    • paulogranjo diz:

      Era o que faltava não se poder ser irreverente perante alguma figura pública, mesmo na sua morte!
      Mas, para usar a sua expressão bem adequada, a mim “bate” e muito.
      Não particularmente no caso deste mural na UEM, mas na maior parte das coisas, tanto a cores como a preto sobre branco.
      E também na tal discursividade que ele instaurou, muitas vezes inspiradora (ou mesmo imitada) por outros, e em diversos países, nos últimos 50 e tal anos – geralmente com resultados bem menos interessantes. Mas que, felizmente (e sem que eu seja de forma alguma um conhecedor) está muito longe de ser um modelo quase obrigatório em Moçambique, como em certas alturas pareceu ameaçar tornar-se.
      Talvez a liberdade dele, a certa altura avassaladora, tenha acabado por contribuir para a liberdade dos que se lhe seguiram.

  3. a anarca diz:

    E eu também (gosto muito ) 🙂

  4. Carlos Fernandes diz:

    Descansa em paz, ilustre mestre e pintor.

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