A batalha de Sidney Street

Fez 100 anos ontem; o Guardian não conteve uma lágrima rebelde.

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
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9 respostas a A batalha de Sidney Street

  1. Salvo erro, isso não é muito longe de Bethnal Green.
    Andei por lá, havia uma livraria que me interessava…

    E o Guardian (conservador como é) sempre se lia melhor que o «Telegraph», isto p’ra não falar do «Mirror» ou do «Sun».
    O «Morning Star» além de não ter notícias, só comunicados, era uma chatice de três em pincel.
    Muitas vezes eu acabava mas é com a «Time Out» e o «New Musical Express» entre mãos, a «Rolling Stone» era carota e outra chatice.

    O Churchill tinha uma lata do caraças, mas não era exactamente yellow nenhum…

    😉

  2. António Figueira diz:

    O melhor que o artigo tem são os dois links que faz – para um documentário da época e para o Guardian (o Manchester Guardian!) da altura. Pois, Bethnal Green é um sítio de fugir, assim um Bangla Desh em pequenino; também já lá fiquei, há muitos anos, numa igreja neo-gótica que tinha sido desconsagrada (será assim que se diz?) e onde entretanto se passavam coisas de fazer corar o Padre Eterno…

  3. ISABEL G diz:

    Nunca ouvi a expressão “desconsagrada”. Costuma dizer-se “desactivada do culto” depois de retirada a ara.

  4. António Figueira diz:

    Mea culpa: traduzi à letra deconsecrated…

  5. Z diz:

    António

    Não conhecia esta história.

    Outra história que li hoje que talvez te interesse:

    http://www.opendemocracy.net/print/57395

    abraço
    z

  6. ISABEL G nunca leu o António Emílio (vulgo Mia Couto ?)
    E não viu como ele desconstrói e volta a construir e depois parte tudo outra vez e reinventa a língua portuguesa ??
    E olhe que o home deve ter pelo menos uma licenciatura + um mestrado + um doutoramento + ‘n’ livros publicados, brinca e volta a brincar com a pureza da língua portuguesa (tal como a brazucage faz) e portanto é de propósito, eu por mim aprovo de todo o coração.
    🙂
    A língua não pertence àqueles velhotes da Academia das Ciências, pertence aos falantes, apenas os meus dois cêntimos…

  7. ISABEL G diz:

    Credo!! O A. Figueira é isso tudo??? Aqui na minha aldeia não desconstruímos a língua portuguesa mas sabemos coisas de igrejas, o que já não é mau.

  8. Aki também.
    Ateus que apreciam arquitectura religiosa e como até passaram no malfadado ISCSTE sabem porque é qua akilo é o que é…
    Não faço ideia se o A.F. é
    isso tudo ou o seu contrário, não nos conhecemos…
    😉

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