Uma fantasia natalícia…

A mensagem de Natal do “engenheiro” Sócrates foi, como habitualmente, soberba. Entre propaganda cor-de-rosa e o aviso entrelinhas que vêm aí mais PEC’s, eis (mais) uma verdadeira fantasia natalícia:

“Há uma área em especial de que vos quero falar hoje: a educação. Porque ela é bem o exemplo de que as reformas, feitas com sentido e determinação, produzem sempre bons resultados(…)” (4 min e 25 seg)

De mentira em mentira, até à mentira final.

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6 respostas a Uma fantasia natalícia…

  1. Joaquim O. diz:

    É. E o pisa é uma conjura. E o parque escolar uma miragem. E o sectarismo um desígnio.

  2. João Torgal diz:

    É, é. Isso e o aumento do sucesso escolar. Um país em crescendo, a caminho de se tornar uma potência mundial ao nível do conhecimento científico

    • Joaquim O. diz:

      Sim, claro. Além de que o maior investimento da democracia no parque escolar público só merece do mais básico desdém. Pra quê, quando o privado o faria melhor? Ah, Passos Coelho, por quem urge um prometido país de bons colégios financiados e agradecidos por todos. (o link do voto doidão no parlamento não vale a pena acrescentar, certo?)

  3. melhor, melhor, é comparar o discurso deste ano com o dos anos anteriores. dá mesmo a sensação que eles andam a apanhar bonés. clueless, diria eu…

  4. Claro, claro. O parque escolar, os hospitais SA, um exemplo de reforço público… a caminho do privado e para dar dinheiro a muito boa gente. Mas, claro, o Ensino público está uma maravilha. Estruturas hiper-modernas e facilitismo a fundo, que tudo é feito para “inglês ver”.

    Só uma pergunta: não se esqueceu também de elogiar as Novas Oportunidades?

  5. Marota diz:

    Que crise mundial compadre? Aqui na terra para onde emigrei não se sente crise já há muito tempo. Trabalho como sempre, recebi todos os meses o meu ordenado, recebi subsídio de férias + particição de lucros num valor idêntico ao meu ordenado neto e para arredondar a situação recebi o subsídio de Natal para poder comprar as prendinhas sem ter medo de que o pilim para o bacalhau me faltasse. A crise que aí se sente não é mundial…

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