DOMINGOS CLANDESTINOS – A arte do cacique

Desta feita mergulhamos no tenebroso mundo dos caciques. Antes, muito antes de arrebanharem delegados para a distrital ou federação, para a sua Assembleia de Freguesia ou Municipal, para a direcção nacional do partido e consequentemente para a Assembleia da República, os primeiros passos de um cacique é feito nos tempos de estudante. Em vox-pop, alguns dos mais desassombrados caciques da Universidade de Coimbra abrem a alma aos microfones da RUC. Como as recolhas remontam a 2004, alguns deles já chegaram ao parlamento e ao governo como o deputado e secretário de estado (responsável, imagine-se, pelo acompanhamento do PDM, Obras Particulares e candidaturas ao QREN) Vítor Hugo Salgado, um dos mais bem sucedidos da sua geração e à data presidente da Associação Académica de Coimbra. O seu testemunho não está identificado, pois no final da entrevista o personagem ameaçou-me judicialmente se associasse o seu testemunho ao seu nome. Para me evitar essa maçada, o ouvinte terá que ter a esperteza de perceber o quem é quem da distorção clandestina a que este programa se dava.

Descarregue aqui.

Este artigo foi publicado em cinco dias and tagged . Bookmark the permalink.