Dúvidas para 2011 – “PEOPLE OF EUROPE RISE UP!” – Chegará a vez de Portugal?

Via pedroprocurainês

Um pouco por toda a Europa um velho lema ganhou actualidade. E Lisboa?

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17 respostas a Dúvidas para 2011 – “PEOPLE OF EUROPE RISE UP!” – Chegará a vez de Portugal?

  1. Ricardo diz:

    Em lisboa está prevista uma batalha campal no Rossio; classe média ou funcionários publicos contra outra classe média ou policia de choque!!
    Os pobres esses(quantos milhões?) vão organizar assaltos aos supermercados!
    Os políticos esses ficam a ver na tv!
    Era para rir se não fosse trágico…

  2. Ho Chi Mihn diz:

    Claro! Contra a extremada violência do Capital, o extremo sentido cívico cívico das suas vítimas. Onde é que eu tinha a cabeça? Deve ser da quadra natalícia, desculpe: isto resolve-se descendo ordeiramente a avenida em protesto.

  3. André diz:

    Apoias estas “manifestações” até ao dia em que alguém te queime o carrinho.

    • Renato Teixeira diz:

      Apoio estas manifestações, não apoio que se ataquem pessoas individuais nem se queimem os carros que não os que apareçam para desmobilizar o povo à bastonada. O meu está portanto livre dessas sevícias.

      • André diz:

        Nenhum carro ou montra de loja ou qualquer outro tipo de bem é para ser destruído durante uma manifestação, se se querem manifestar façam-no de forma civilizada.

        • Renato Teixeira diz:

          Protestos civilizados é tudo o que o Estado precisa para manter intacta a sua violência sobre quase todos os outros. Se querem a malta calma, garantam a fonte da sua serenidade.

          • André diz:

            Que resposta mais ridícula Renato. Portanto estes vândalos podem partir seja o que fôr à vontade porque a culpa é do Estado… Que teoria mais bacoca!

          • Renato Teixeira diz:

            Talvez seja, mas veja André, não é uma teoria minha. Tem séculos de história. Quanto mais chicote, mais montras partidas.

          • André diz:

            Mas qual chicote?

          • Renato Teixeira diz:

            Hum… bem me parecia que era esse o problema de comunicação.

          • André diz:

            Não há problema nenhuma de comunicação… Tu é que estás a tentar arranjar desculpas para actos de vandalismo injustificáveis!

          • Renato Teixeira diz:

            Continua sem perceber. Eu defendo estas manifestações precisamente por ser contra o vandalismo injustificável que os Governos andam a impor em nome dos mercados.
            Conhece algo mais violento do que os PEC’s que andam a varrer a Europa?

  4. Olaio diz:

    Também há grandes manifestações que não sendo tão violentas, talvez não deixem de o ser mais!

  5. André diz:

    Não continuo sem perceber não. Apoiar estas “manifestações” é apoiar o vandalismo. Vandalismo não é tentar, bem ou mal, endireitar as contas públicas com medidas draconianas; vandalismo é destruir a propriedade alheia (privada ou pública) só porque se discorda daquilo que o Governo faz e porque a capacidade mental dos “manifestantes” é reduzida ao ponto de não terem uma ideia, uma proposta e apenas saberem incendiar carros e montras, etc.

  6. zé manél diz:

    o problema de Portugal está muito antes da decisão de sair ou não para a rua para queimar carros (?e com isso manifestar o seu descontentamento?) durante dias a fio…
    o problema é e será sempre cultural. Somos o povo que confundiu os generais romanos fazendo-os escrever a roma que no extremo ocidental da península ibérica existia um povo muito estranho que não se deixava governar mas que também não se governava. Somos o povo que com dinheiro fácil da expansão marítima mandou levar até ao papa um rinoceronte (animal até então exótico nunca antes visto na Europa) ao estilo de quem compra um mercedes dourado para mostrar em valarinhos de corrupeira de cima. Somos o povo que fez uma revolução social ao fim de 40 anos de ditadura em 1974 sem um único morto, ou explosão e com meia dúzia de tiros para o ar. Somos o povo que esturrou os subsídios da UE dos 90’s para industria agricultura e pescas, em jipes, montes no Alentejo e apartamentos no Algarve. Somos o povo que com os telejornais da televisão publica mais longos da Europa, mastigamos rotineiramente à hora do jantar noticias de futebol e festas gastronómicas das aldeias enquanto a outra metade do mundo morre ou sobrevive fora da Europa em condições que nem eu nem o país sonha. Portanto, é natural que sejamos como consequência o povo em que os políticos de um olho nos sabem adormecidos dos dois há anos e aproveitam os interlúdios entre visitas de Papas, mundiais e vuvuzelas, festivais de verão, etc, para anunciar PEC’s.
    Somos o povo que enquanto os gregos e os italianos andavam a barricar ruas e destruir património ( que de qualquer maneira mais tarde pagarão directa ou indirectamente em multas ou impostos dos papás), andávamos a gastar uma média de 374 euros em compras de natal em tempos de crise…
    não defendo a violência para acordar governos, não defendo PEC’s para remediar a curto prazo o mal de décadas, mas acima de tudo não defendo a inércia do português a comprimentar-me pela manhã ” vai-se andando…” e à noite à frente do telejornal a mastigar a velha bola de bacalhau.
    foi só um desabafo não torna a acontecer.

  7. zé manél diz:

    *cumprimentar-me

  8. jose diz:

    O pessoal anda tão enganado que uma simples manifestação contra o controle dos bancos e dos governos corruptos lhe causa confusão nas suas vidas aliadas à corrupção e bem estar próprio, vale mais o bem estar de um desempregado ou o bem estar de um banco ou do José Socrates(ilibado por uma justiça portuguesa e por bacocos e lacaios)? algo terá de ser queimado, nem que sejam as notas de escudo guardadas por aí.

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