
Há dois anos e a poucas semanas da tomada de posse de Barack Obama, Israel deixava Gaza neste estado, uma vez mais, com a cumplicidade de quase todos. Desde então a guerra saiu das páginas dos jornais mas continuou no terreno da vida. Para além das bombas, que nunca deixaram de cair, no campo da política trataram de abrir caminho à última fase do genocídio. Ao retirarem os travões a Israel para continuar a construir colonatos além dos já miseráveis “acordos de paz”, ao deixarem que o muro da vergonha mantenha um milhão e quinhentos mil palestinianos presos em Gaza e todos os outros isolados na Cisjordânia, as nações e as organizações internacionais nada fizeram para parar o massacre e a vergonha.
Houve no entanto boas notícias. A solidariedade internacional deu passos importantes para ajudar a romper o bloqueio (com o sucesso da flotilha da liberdade e das caravanas para Gaza), Israel e a sua legitimidade ficaram feridas de morte aos olhos de quem procure perceber a origem do problema e a resistência palestiniana ganhou peso em cada aldeia da Palestina e do resto do mundo (Israel inclusivé).
As escolhas, outrora complicadas, fizeram-se simples. Ou ganha a limpeza étnica e religiosa e com ela os interesses do imperialismo, ou ganham as diferentes direcções islâmicas à frente do movimento contra a ocupação israelita e com elas os palestinianos.





Escuta Escuta Cavaco Filho da Truta
E pode-se levar umas bejecas e uns coiratos?
100.000 euros são 20.000 contos?! 200.000 euros 40.000 contos?! Querem ir por aí?! Por favor…
Como é que Israel prende alguém em Gaza, que tem fronteira com o Egipto?
Como é que Israel isola (?!) alguém na Cisjordânia que tem fronteira com a Jordânia?
A imagem demonstra o que o Renato acredita, infelizmente não toda a realidade, como bem sabe.
Coerentemente sou contra o muro edificado e a construir na fronteira e na Cisjordânia.
Já era contra o muro de Berlim, igualmente sou contra os edificados na fronteira norte-coreana ou na fornteira norte-americana-mexicana.
Não tenho tanto a certeza que outros, por aqui, sejam contra todos os muros, ou, pelo menos, tenham sido. Uma questão de coerência.
Então seja. As fronteiras jordana e egípcia definem a sua política em função dos acordos com Israel. Não duvide. Seja mesmo contra o muro mesmo que encontre maneira de defender o resto de Israel. Tenha pelo menos a humanidade de ser contra esse tentáculo. Fica-lhe bem. Sem ses e sem mas. É gueto mesmo. Prisões a céu aberto. Estou certo que sabe ou então não seria contra o muro. Ou a história é toda outra José?
O videoclip está espectacular.
Desde a imagem, a música e a mensagem toda ela mostra que a juventude junta pode mudar as coisas.
Mas pelo que vi em documentários e reportagens na internet, metade das crianças e dos jovens querem no futuro, vingar-se dos Israelitas.
Gostei.
Daniel Medina está bem? Sente-se composto? Tem resistido à “luta, a solidão, o escuro, o pânico, ter medo”, enfim, “à sobrevivência!”? Como anda a frente pela defesa dos proprietários fodidos pelos inquilinos? Já percebeu que era interessante dar algumas respostas na sua posta sobre o assunto? O que acha que coloca metade das crianças e dos jovem palestinianos a querer vingarem-se de Israel? E no seu entender, o que pensa a outra metade?