Conversa de redacção antes da WikiLeaks
Fulano: Como vamos encher a página de onde caiu a reportagem sobre os Submarinos – Face Oculta – Portucale – Casa Pia – Voos da Cia – Freeport – BPN – operações na Somália, no Afeganistão, no Iraque e no Médio Oriente?
Beltrano: Como é costume. Mete-se uma de publicidade.
Conversa de redacção depois da WikiLeaks
Fulano: Com a WikiLeaks deixámos de googlar histórias de ocasião para encher as páginas do jornal.
Beltrano: Então?
Fulano: Passamos a leakar documentos que nos permitem esborrachar meia-dúzia de verdades na cara do próximo impostor a ser desmascarado. Veremos até quando continuarão a resolver o assunto com o evasivo “não comento”.
Beltrano: É bom que alguém fale porque é possível que comecemos a deixar de ter uma de publicidade para meter.




+ 1 verdade ocultada pela wikileaks.
http://www.cbc.ca/world/story/2010/11/19/f-rfa-macdonald-lebanon-hariri.html
Esses lacaios, né Ezequiel. A teoria de ter sido o Hezbolah a assassinar o Hariri é treta que já nem o sionismo tenta com convicção. Respire fundo. Esperemos também por mais notícias da carnificina das margens do rio Jordão.
o doc apresenta factos que me parecem sólidos.
o renato diz que a teoria é “treta” que nem o “sionismo” la la li
a julgar pelo tempo de riposte…
nem sequer viu ou ouviu o doc.
ok
brilhante, Renato.
a teoria é treta.
doc/ teoria da treta
hmmm
estou indeciso
prefiro o doc. é possível que se o Assange soubesse fazer trabalho de investigação talvez tivesse conseguido interpretar devidamente os factos (?) que ele próprio revelou…
Miguel e António,
é mais fácil discernir a parcialidade
do que contemplar os mistérios insondáveis da imparcialidade. lol lol
cumprimentos
ezequiel
a CBC é lacaio
o Assange é o freedom fighter.
codiacho.
n percebi nada.
é um enigma envolto num mistério. (winston)
BOA! Subscrevo.
Nota para o Renato: no Líbano anything goes / tudo é poss’ivel.
Pareceu-me quando lá estive.
Isso não é menos verdade se aplicado a outros países do mundo.
Há uma amiga minha que não vejo há algum tempo, a gente chama-lhe a Natália P.C. (são as iniciais do resto dos nomes), mais velha que eu, que dantes era rica e agora já não, e que viveu em Beirute há muito tempo, quando akilo era confortável.
Ela conta estórias desse tempo que são fab.
Dantes era um paraíso para westerner viver.
No resto claro que o Renato tem razão, há por aí um montão de países e cidades onde a vida é feita de grades nas janelas, olhar por cima do ombro (tensão/atenção permanente) e agachar-se quando há um estrondo.