Estará algo para mudar no processo de produção jornalístico?

Conversa de redacção antes da WikiLeaks

Fulano: Como vamos encher a página de onde caiu a reportagem sobre os Submarinos – Face Oculta – Portucale – Casa Pia – Voos da Cia – Freeport – BPN – operações na Somália, no Afeganistão, no Iraque e no Médio Oriente?

Beltrano: Como é costume. Mete-se uma de publicidade.

Conversa de redacção depois da WikiLeaks

Fulano: Com a WikiLeaks deixámos de googlar histórias de ocasião para encher as páginas do jornal.

Beltrano: Então?

Fulano: Passamos a leakar documentos que nos permitem esborrachar meia-dúzia de verdades na cara do próximo impostor a ser desmascarado. Veremos até quando continuarão a resolver o assunto com o evasivo “não comento”.

Beltrano: É bom que alguém fale porque é possível que comecemos a deixar de ter uma de publicidade para meter.

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8 respostas a Estará algo para mudar no processo de produção jornalístico?

  1. Renato Teixeira diz:

    Esses lacaios, né Ezequiel. A teoria de ter sido o Hezbolah a assassinar o Hariri é treta que já nem o sionismo tenta com convicção. Respire fundo. Esperemos também por mais notícias da carnificina das margens do rio Jordão.

  2. ezequiel diz:

    o doc apresenta factos que me parecem sólidos.
    o renato diz que a teoria é “treta” que nem o “sionismo” la la li
    a julgar pelo tempo de riposte…
    nem sequer viu ou ouviu o doc.
    ok
    brilhante, Renato.
    a teoria é treta.
    doc/ teoria da treta
    hmmm
    estou indeciso
    prefiro o doc. é possível que se o Assange soubesse fazer trabalho de investigação talvez tivesse conseguido interpretar devidamente os factos (?) que ele próprio revelou…
    Miguel e António,

    é mais fácil discernir a parcialidade
    do que contemplar os mistérios insondáveis da imparcialidade. lol lol

    cumprimentos
    ezequiel

  3. ezequiel diz:

    a CBC é lacaio
    o Assange é o freedom fighter.
    codiacho.
    n percebi nada.
    é um enigma envolto num mistério. (winston)

  4. Nota para o Renato: no Líbano anything goes / tudo é poss’ivel.
    Pareceu-me quando lá estive.
    🙁

  5. Há uma amiga minha que não vejo há algum tempo, a gente chama-lhe a Natália P.C. (são as iniciais do resto dos nomes), mais velha que eu, que dantes era rica e agora já não, e que viveu em Beirute há muito tempo, quando akilo era confortável.
    Ela conta estórias desse tempo que são fab.
    Dantes era um paraíso para westerner viver.

    No resto claro que o Renato tem razão, há por aí um montão de países e cidades onde a vida é feita de grades nas janelas, olhar por cima do ombro (tensão/atenção permanente) e agachar-se quando há um estrondo.

    🙁

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