DOMINGOS CLANDESTINOS – José Mário Branco e o FMI

Em tempos de crise o texto do José Mário ganha ainda mais actualidade, mesmo que o próprio provavelmente diga que nem por isso, talvez para combater a inércia dos vindouros. No Clandestino da Rádio Universidade de Coimbra, que temos vindo a revisitar aos Domingos, um dos programas tinha que ser dedicado ao combate à organização financeira dos cruzados e uma ode tinha que ser feita ao autor do seu melhor texto satírico, um dos grandes da música popular portuguesa e um resistente no campo dos princípios e dos valores que Abril, apesar de Novembro, ainda nos deu o prazer de parir.

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2 respostas a DOMINGOS CLANDESTINOS – José Mário Branco e o FMI

  1. Eu gosto do Zé Mário Branco, ja descarreguei, ainda não ouvi.

    Agora sei de uma estória hilariante de antes do 25, passada num arrabalde de Paris, que envolve o Zé Mário, akele moron do Heduíno Vilar (boca inventada por um amigo meu p’ra se cantar em côro: «Eu p’ró Vilar, estou-me a c#g%r !»), uma semi-pois-talvex festa p’ra emigrantes, organizada por uma ‘folha-de-alface’ às ordens do referido idiota, o Gil N. (IST, e ‘contribuinte’ para esse ‘santinho’, coitado…) um concurso de canções, uma canção ridícula a que a gente chamava “Váca marada”, um sorteio de uma mota, e uma aldrabice, porque a ideia era a mota voltar a ser re-atribuída ano seguinte.

    Mas axo melhor perguntar ao Zé Mário se quiser saber os detalhes… e se ele estiver disposto a contar…

    😉

  2. An Lage diz:

    O que o tal idiota, ou discípulos, dizia sobre o José Mário Branco, o Adriano Correia de Oliveira e o Lopes Graça:
    http://lh4.ggpht.com/-E0XikPOOFGA/Tu2u9zb39JI/AAAAAAAAPjI/4c9tou17uxM/s1600-h/x.Diversos.3584.jpg

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