Concentração contra a censura à Wikileaks

Concentração em Apoio à Wikileaks – Sábado, 11 de Dezembro, pelas 15 horas, no Largo do Chiado, em Lisboa

No próximo sábado, 11 de Dezembro de 2010, e em consonância com todo um movimento internacional de mobilização, convidamos todos os cidadãos que pensam que a liberdade de expressão e o livre acesso à informação são direitos inalienáveis, a concentrarem-se a partir das 15h no Largo do Chiado, em Lisboa.

Apelamos ao fim do bloqueio da Wikileaks que tem vindo a suceder por parte de várias empresas; apelamos ainda à não extradição de Julian Assange pelos riscos de vir a ser desrespeitado o seu direito a um julgamento justo devido a pressões internacionais.

Mas a WikiLeaks é mais do que uma pessoa, a WikiLeaks somos todos nós. Todos aqueles que acreditam na liberdade de expressão e na transparência da informação.

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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7 respostas a Concentração contra a censura à Wikileaks

  1. xatoo diz:

    wikileaks, business as usual, arrasta um monte de ingénuos de esquerda (como antes o fez Obama). A propósito, o Daniel “Arrastado” também vai à manif, aposto…
    A Wikileaks está ela própria a apagar os seus sites-espelho criados por pessoas que têm receio que toda a informação desapareça num ápice, como apareceu, ninguém sabe bem porquê nem patrocinada por quem
    http://www.readwriteweb.com/archives/wikipedia_editors_delete_article_listing_wikileaks.php?utm

  2. um pouco longe para mim.

  3. Leo diz:

    “Mas a WikiLeaks é mais do que uma pessoa” ???? E eu a pensar que o WikiLeaks era um site…

  4. Leo diz:

    Será que ainda não perceberam que o jogo mudou e que também o WikiLeaks mudou?

    Nas duas vezes anteriores, o WikiLeaks limitou-se a vazar os documentos no seu site, tendo-os antes disponibilizado a 2 ou três media com alguma antecedência.

    Agora, distribuiu com bastante antecedência alguns dos documentos – menos de 1.000 (dos 250.000) – a cinco jornais. Um dos USA, outro da Grã-Bretanha, outro alemão, outro espanhol e outro francês.

    Antes, eu pude consultar todos os documentos online. Agora ainda não consegui consultar documento algum.

    O que significa isto? Que o WikiLeaks preferiu alinhar com a gestão da informação desses 5 jornais.

    O que fez o jornal norte-americano? De imediato contactou a Casa Branca e comprometeu-se a publicar apenas o que não fosse vetado. Presumo que duma forma ou outra os restantes jornais façam também a escolha mais “adequada”.

    Pessoalmente lamento esta nova forma de actuar da WikiLeaks. Como hoje se comprova – no Público online, nos telejornais e no post de Paulo Granjo – esta nova forma de gestão da informação permite abusos e facilita a desinformação.

  5. susana diz:

    xatoo, lê o teu link: a wikileaks não está a apagar os sites-espelho, foi a wikipedia que apagou um artigo que continha uma lista desses sites, porque listas não constam do intuito editorial, e sim artigos enciclopédicos. por um momento deixaste-me perplexa…

  6. M. Abrantes diz:

    A resposta evasiva que Assange dá a JAnthony, (http://www.cnn.com/2010/WORLD/europe/12/03/wikileaks.assange.qanda/index.html), é arrogante e irresponsável.

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