E por falar em novas comissões de inquérito, vai esta – ou “já foi”??

(Lembrei-me disto agora, pois encontrei o livro inesperadamente, sem o procurar pois não quero chatices, em casa de um amigo que mo vendeu. E, sinceramente, do pouco que li achei a coisa um tanto confusa: proponho pois uma Comissão à séria)

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16 Responses to E por falar em novas comissões de inquérito, vai esta – ou “já foi”??

  1. Carlos Vidal, aki entre nós que ninguém nos ouve, deviam pagar-lhe para ler esse género de ……. (vou-me conter)
    Depois faça uma recensão, nada acima de dex linhas ‘silvóplettte’.
    Divisão de trabalheira’, compagno…

    😉

    • Carlos Vidal diz:

      Precisamente, Alvega.
      Por isso disse que achei a coisa confusa.
      Mas a documentação (Anexos) vale a visita.
      E o paradeiro do homem? Conte coisas.

  2. Tiago Mota Saraiva diz:

    Ui, do que te lembraste…

  3. koshba diz:

    Você é mesmo mau…………….morrrrtaaaaaalllllllllllllll

  4. Abilio Rosa diz:

    Apoio incondicionalmente esta proposta de inquérito do Prof. Carlos Vidal.
    Certamente teríamos revelações muito mais escaldantes e interessantes do que os «cables» de Mr. Julian Assange…

  5. Depois da obra do Mantorras, (ainda vou a meio) esta é a obra dos meus amores, apesar de ser de um PS tolerante, aberto e dialogante, donde a confusão. Também sou muito pelos anexos em o documento.

  6. helder diz:

    Este é como o vinho dos mortos,
    antes de o ser nunca o foi.

  7. Niet diz:

    C. Vidal: Se quer fazer alta chicana política: na altura do caso Rui Mateus, o Manuel Alegre era deputado e secretário da Organização do PS. Um Jeffrey Archer rejuvenescido talvez não chegue para o ajudar. O R. Mateus- que passou a infância nos States- foi ” empregado ” pelo dr. Soares para falar com ” eles”, os americanos sobretudo…Depois como não havia recibos dos ” dons “, e ele, R. Mateus, queria ser ministro dos Negócios Estrangeiros( com Soares em Belém, maravilha!), o ” padrinho ” escorraçou-o sem dó nem piedade. Bom vento! Niet

    • Carlos Vidal diz:

      Caro Niet, caro Niet, não diga isso assim desse modo, pois nisto somos todos relativamente ignorantes:
      há a sua leitura, a minha leitura, a de Soares, a de Mateus (como eu disse, confusa: há o tal frax, e Mateus diz dele não ser verdadeiro, mas passou-o ao Independente, etc.), e há a leitura de Helena Osório, que já morreu.
      Há ainda Almeida Santos (este, está em todas todas – só falta o Vara!!) e há a abjecção sucialista.
      Claro que nem uma comissão de inquérito resolveria isto!…
      Fiz este post apenas para gozar com a outra que se reinicia: a de Sá Carneiro.
      Acho injusto a de Sá Carneiro sem se resolver se D. João VI foi ou não um caso de regicídio.
      Vamos nessa??
      Outra comissão??

  8. Nem sabia que o D. João VI já tinha morrido, mas a ser verdade desta vez não foi de certeza o mordomo, só pode ter sido aquela mulher perversa e horrorosa que lhe calhou em… azar.

    **biggest wink**

  9. Ah e nem sabia que o Mantorras escrevia, pensava que ele só tinha os joelhos ‘escangalhados’ e cheios de articulações de titâneo…

    😉

  10. Niet diz:

    Caríssimo: Como diria Maquiavel, nem o melhor nem o pior são seguros… Vejo que, com agrado e perfomance, agenciou muitos e novos elementos a essa prodigiosa aventura de decifrar esse puzzle de Fortuna e Manha, os ” Contos Proibidos ” do PS. Salut! Niet

  11. http://ferrao.org/2008/03/rui-mateus-contos-proibidos.html, quem sabe do acto que institui a descoberta do ser dos entes e do ser em geral é o grande Nelson: In média e lex parcimoniae à parte foi o pequeno tareco junior a dissolver o impacto do inquérito, hoje prática mui habitual e intrínseca de “suciedades” judiciárias.

  12. A história da carreira de Pedro Mantorras está recheada de episódios incríveis e desconhecidos da generalidade dos adeptos. Sem truques, numa linguagem simples e polémica, que vai directa ao assunto, o jogador angolano – que esteve muito próximo de assinar pelo Milan, que passou pelo Barcelona e que antes de rumar ao Benfica esteve com a camisola do Sporting vestida no gabinete de José Roquette – transporta-nos para os bastidores de uma carreira que o podia ter levado ao topo do mundo, mas que uma cruel lesão, mal curada e pela primeira vez totalmente explicada neste livro, prematuramente interrompeu e para sempre danificou.
    O livro conta com textos exclusivos de José Eduardo dos Santos, José Mourinho, Vítor Baía, Luís Figo, Eusébio, e Toni, entre outros.

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