E agora?

A manifestação foi um sucesso e por aqui fica-se com uma ideia. A sua originalidade, estou certo, ainda vai fazer correr muita tinta. A greve foi a maior de sempre, e por aqui ouviram-se ecos de grande significado.

Posto isto, que fazer? Estaremos condenados a papas de aveia e às presidenciais? Se um pouco por toda a Europa o movimento continuou a crescer e a ganhar radicalidade será que por cá se vai ficar por aqui?

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12 Responses to E agora?

  1. Gualter says:

    Acrescenta lá sopa às papas de aveia, que o pessoal entusiasmou-se, ocupou uma casa e começou a servir sopa quente para todos os manifestantes! A auto-gestão avança com passos concretos: http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/3017

  2. Miguel Lopes says:

    “E agora?”

    Prolongamento?

  3. joaopaulo says:

    fica chiquissima a exortação “La lutte continue” en français… Do melhor, camarada. Felizmente a classe operária ou mesmo essa classe mais interclassista a que chamam a “classe trabalhadora” tem estudos e sabe ler francês. Que bom!

    ( Ó camaradas mais antigos! Tomem conta do 5dias! Ponham os putos na ordem!)

    • Renato Teixeira says:

      Viu, mesmo sem saber francês foi capaz de perceber a ideia da posta.
      Quanto ao resto deixo que a Morgada lhe diga para chamar “camaradas mais antigos” à sua tia.

      • joaopaulo says:

        Ó Renato, não se amofine, eu disse camaradas mais antigos, não disse mais velhos.
        Deixe lá a aristocracia de fora, deixe a Morgada em paz.
        E não há problema em chamar isso à minha tia. Já chamei e ela não se importou: ela é mesmo uma camarada mais antiga.

  4. lingrinhas says:

    MAS CA GANDA FIASCO.

  5. Pingback: E agora? « APEDE

  6. GG says:

    há números desta manif?

    esta será uma daquelas que, para a organização estavam perto de mil pessoas e para o americano umas 10 a 15 mil pessoas….

  7. mesquita says:

    Camarada Renato,
    É com significativo orgulho, que vejo que o meu camarada não dorme e acompanha, ladino, a politíca nacional.
    A propósito, também greves gerais em países longinquos, mas não menos importantes, como a Coreia do Norte e China, não são descuradas pelo meu camarada.
    É também com enorme satisfação que vejo que o Renato, companheiro de luta, não descura o comunicado do nosso Comité Central de 17 de junho de 1974.Bem haja.

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