A manifestação foi um sucesso e por aqui fica-se com uma ideia. A sua originalidade, estou certo, ainda vai fazer correr muita tinta. A greve foi a maior de sempre, e por aqui ouviram-se ecos de grande significado.
Posto isto, que fazer? Estaremos condenados a papas de aveia e às presidenciais? Se um pouco por toda a Europa o movimento continuou a crescer e a ganhar radicalidade será que por cá se vai ficar por aqui?




Claro que convocou….
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1719646
Acrescenta lá sopa às papas de aveia, que o pessoal entusiasmou-se, ocupou uma casa e começou a servir sopa quente para todos os manifestantes! A auto-gestão avança com passos concretos: http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/3017
Acrescenta pois. A luta deve ser como à sopa da pedra.
“E agora?”
Prolongamento?
fica chiquissima a exortação “La lutte continue” en français… Do melhor, camarada. Felizmente a classe operária ou mesmo essa classe mais interclassista a que chamam a “classe trabalhadora” tem estudos e sabe ler francês. Que bom!
( Ó camaradas mais antigos! Tomem conta do 5dias! Ponham os putos na ordem!)
Viu, mesmo sem saber francês foi capaz de perceber a ideia da posta.
Quanto ao resto deixo que a Morgada lhe diga para chamar “camaradas mais antigos” à sua tia.
Ó Renato, não se amofine, eu disse camaradas mais antigos, não disse mais velhos.
Deixe lá a aristocracia de fora, deixe a Morgada em paz.
E não há problema em chamar isso à minha tia. Já chamei e ela não se importou: ela é mesmo uma camarada mais antiga.
MAS CA GANDA FIASCO.
Pingback: E agora? « APEDE
há números desta manif?
esta será uma daquelas que, para a organização estavam perto de mil pessoas e para o americano umas 10 a 15 mil pessoas….
Com as lentes da CGTP estavam pelo menos 20 mil.
Camarada Renato,
É com significativo orgulho, que vejo que o meu camarada não dorme e acompanha, ladino, a politíca nacional.
A propósito, também greves gerais em países longinquos, mas não menos importantes, como a Coreia do Norte e China, não são descuradas pelo meu camarada.
É também com enorme satisfação que vejo que o Renato, companheiro de luta, não descura o comunicado do nosso Comité Central de 17 de junho de 1974.Bem haja.